Melhor vinho suave: Os 10 melhores em 2026

Encontre os melhores vinhos suaves para paladares que apreciam a doçura equilibrada e aromas frutados, garantindo momentos de prazer e descontração à mesa.

O universo dos vinhos suaves é vasto e muitas vezes a porta de entrada para novos apreciadores da bebida no Brasil. Diferente dos vinhos secos, que priorizam a tanicidade e a acidez, o vinho suave destaca-se pela presença marcante de açúcar residual, seja ele natural da própria uva ou adicionado posteriormente. Essa característica torna a bebida mais amigável, fácil de beber e extremamente popular em encontros familiares e jantares descompromissados.

Para selecionar os rótulos desta lista, levamos em consideração o equilíbrio entre a doçura e a acidez, evitando opções que se tornam enjoativas após a primeira taça. Avaliamos também a procedência, diferenciando vinhos de mesa, feitos com uvas americanas como a Bordô, dos vinhos finos suaves, produzidos com uvas nobres da espécie Vitis vinifera. A qualidade da garrafa e a consistência da safra também foram critérios de desempate importantes.

Nossa metodologia incluiu a análise dos volumes de venda nas principais plataformas nacionais e a compilação de milhares de avaliações de consumidores reais. Priorizamos marcas que mantêm um padrão de qualidade estável e oferecem boa relação custo-benefício, resultando em um guia que atende tanto quem busca um vinho simples para o dia a dia quanto quem procura uma experiência mais sofisticada e naturalmente doce.

🏆 Lista dos melhores vinhos suaves em 2026

ProdutoAvaliaçãoDestaquePreço
Melhor Desempenho Geral

O equilíbrio perfeito entre doçura e frescor de uma marca chilena renomada.

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Melhor Vinho de Mesa

Campeão de avaliações com garrafa de 1 litro ideal para o dia a dia.

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Melhor Opção Premium

Vinho fino com doçura natural da uva sem adição de açúcar exógeno.

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Melhor Preço Baixo

Opção econômica extremamente popular produzida com uvas bordô selecionadas.

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Melhor Lançamento Doce

Linha inovadora Fantastic Sweet focada em celebração e sabor intenso.

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Melhor Rosé Suave

Refrescante e leve, perfeito para dias quentes e paladares delicados.

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Melhor Branco Suave

Aromas florais intensos típicos das uvas moscato com elegância superior.

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Melhor Tradição

Um clássico absoluto das mesas brasileiras com sabor inconfundível.

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Melhor Nacional Fino

Vinho fino acessível que combina a estrutura da Cabernet com doçura.

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10º Melhor Importado Português

Traz a suavidade dos taninos do Alentejo em um perfil fácil de beber.

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Análise detalhada dos melhores vinhos suaves em 2026

1. Melhor Desempenho Geral: Concha y Toro Reservado Sweet Red


Concha y Toro Reservado Sweet Red

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O Concha y Toro Reservado Sweet Red representa a porta de entrada ideal para o mundo dos vinhos chilenos, oferecendo uma experiência acessível e descomplicada. Seu visual vermelho rubi brilhante com reflexos violeta é convidativo e antecipa o frescor da bebida. A garrafa segue o padrão clássico da linha Reservado, transmitindo confiança e qualidade.

No paladar, este rótulo se destaca por notas marcantes de frutas vermelhas frescas, como cereja e framboesa, equilibradas por uma acidez agradável. Diferente de vinhos de mesa comuns, ele mantém a estrutura de um vinho fino, mas com uma doçura residual que agrada quem evita taninos agressivos. É um vinho jovem, feito para consumo rápido.

A produção no Valle Central do Chile garante uvas amadurecidas ao sol, o que contribui para a doçura natural e aromas intensos. A vinícola Concha y Toro utiliza técnicas modernas para preservar o caráter frutado, resultando em uma bebida macia e redonda na boca. A graduação alcoólica é moderada, facilitando a degustação em dias mais quentes.

Sua versatilidade é um ponto forte, podendo ser servido levemente resfriado, o que realça seu caráter refrescante. Não exige decantação ou rituais complexos, bastando abrir e servir. É uma excelente transição para quem está acostumado com vinhos de garrafão e deseja experimentar algo mais elaborado sem perder a doçura.

O custo-benefício é excepcional, entregando a qualidade de um importado por um preço que compete diretamente com nacionais populares. Ele se posiciona como a escolha segura para jantares informais, agradando tanto iniciantes quanto bebedores eventuais que buscam prazer imediato sem complexidade.

Ideal para: Iniciantes no mundo do vinho e pessoas que buscam uma transição suave dos vinhos de mesa para os vinhos finos. Perfeito para acompanhar pizzas, massas com molho de tomate levemente adocicado e sobremesas à base de chocolate.

Ficha técnica
TipoTinto Suave (Sweet Red)
UvaBlend de Uvas Tintas
PaísChile
RegiãoValle Central
Teor Alcoólico9,5%
Volume750ml
Temperatura de Serviço14°C a 16°C
VinícolaConcha y Toro
FechamentoRolha
VisualRubi com reflexos violeta
ClassificaçãoFino Importado
NotasFrutas vermelhas e florais

Prós e contras

Prós
  • Sabor frutado: Notas claras de frutas vermelhas.
  • Equilíbrio: Doce sem ser enjoativo.
  • Preço acessível: Ótimo valor para um importado.
  • Versatilidade: Combina com salgados e doces.
  • Marca confiável: Qualidade Concha y Toro.
  • Fácil de beber: Taninos muito macios.
Contras
  • Complexidade: Baixa complexidade aromática.
  • Açúcar: Pode ser doce demais para puristas.
  • Guarda: Não foi feito para envelhecer.

Perfil indicado: Consumidores que apreciam bebidas leves e adocicadas, mas que desejam a qualidade superior de um vinho fino chileno. Indicado para reuniões descontraídas onde o objetivo é socializar com uma bebida agradável e sem arestas.

Nossa opinião

O Reservado Sweet Red é o campeão de vendas por um motivo simples: ele entrega exatamente o que promete. É um vinho honesto, frutado e doce na medida certa, sem aquele gosto artificial de alguns concorrentes. É a escolha infalível para levar em um churrasco onde nem todos bebem vinho seco. – Sofia Ribeiro

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2. Melhor Vinho de Mesa: Nova Aliança São Victor Tinto Suave


Nova Aliança São Victor Tinto Suave

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O Nova Aliança São Victor Tinto Suave é um verdadeiro fenômeno de vendas no Brasil, destacando-se como uma das opções mais populares de vinho de mesa. Produzido na Serra Gaúcha, ele traz a tradição das famílias italianas em uma garrafa generosa de 1 litro, oferecendo mais produto por um preço extremamente competitivo, o que atrai consumidores fiéis.

Elaborado a partir de uvas americanas, como Isabel e Bordô, ele apresenta uma cor violácea intensa e profunda, típica dessas variedades. O aroma é inconfundível, lembrando suco de uva fresco e geleia, características que evocam memórias afetivas para muitos brasileiros. A doçura é pronunciada, resultado da adição de açúcar durante o processo, ideal para quem tem paladar voltado para o doce.

Sua textura é encorpada, mas sem a adstringência dos taninos encontrados em vinhos finos. Isso o torna extremamente fácil de beber, especialmente quando servido gelado. A Nova Aliança, sendo uma cooperativa tradicional, garante que o processo de vinificação, mesmo sendo de um vinho de mesa, siga padrões de higiene e qualidade rigorosos.

A apresentação em garrafa de 1 litro com tampa de rosca (screw cap) ou rolha sintética facilita o armazenamento e o consumo fracionado, mantendo o vinho preservado por mais tempo na geladeira. É um produto focado na praticidade e no consumo diário, sem pretensões de guarda ou complexidade.

No quesito valor, é difícil de bater. Ele oferece uma experiência consistente e nostálgica por um valor muito baixo por litro. É posicionado como o vinho da família, presente no almoço de domingo e nas celebrações cotidianas, cumprindo com louvor seu papel de bebida democrática.

Ideal para: Consumo diário e grandes reuniões familiares onde se busca quantidade e sabor familiar. Perfeito para acompanhar pratos do dia a dia, como arroz, feijão e bife, ou massas com molhos vermelhos robustos e queijos amarelos.

Ficha técnica
TipoVinho de Mesa Tinto Suave
UvaAmericanas (Isabel/Bordô)
PaísBrasil
RegiãoSerra Gaúcha
Volume1 Litro
Teor Alcoólico10%
Temperatura10°C a 14°C
VisualVioláceo intenso
VinícolaCooperativa Nova Aliança
FechamentoRolha ou Rosca
AromaFrutas em compota
DoçuraAlta (Adocicado)

Prós e contras

Prós
  • Volume: Garrafa de 1L rende mais.
  • Sabor nostálgico: Gosto clássico de uva.
  • Preço imbatível: Excelente custo por litro.
  • Popularidade: Milhares de avaliações positivas.
  • Cor intensa: Visual atraente na taça.
  • Sem taninos: Não “amarra” a boca.
Contras
  • Vinho de mesa: Feito com uvas não viníferas.
  • Muito doce: Pode ser enjoativo para alguns.
  • Simplicidade: Aromas unidimensionais.

Perfil indicado: Quem busca o sabor tradicional do vinho colonial brasileiro e prefere a doçura acentuada das uvas americanas. Indicado para quem quer um vinho despretensioso para beber gelado no almoço ou jantar, sem se preocupar com rituais de degustação.

Nossa opinião

O São Victor Tinto Suave é um gigante de popularidade. Não tente compará-lo com vinhos finos europeus; ele joga em outra liga, a do “vinho de garrafão” bem feito. Com mais de 6 mil avaliações, ele prova que o brasileiro ama esse perfil de sabor: muita cor, aroma de suco de uva e açúcar na medida para alegrar a refeição. – Sofia Ribeiro

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3. Melhor Opção Premium: Casa Valduga Naturelle Tinto Suave


Casa Valduga Naturelle Tinto Suave

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O Casa Valduga Naturelle Tinto Suave eleva o conceito de vinho suave a um patamar de elegância raramente visto nesta categoria. Diferente dos vinhos de mesa que recebem adição de açúcar de cana, este rótulo obtém sua doçura exclusivamente da própria uva, através de um processo cuidadoso onde a fermentação é interrompida antes que todo o açúcar natural se transforme em álcool.

Produzido com uvas Cabernet Franc e Merlot, variedades nobres, ele apresenta uma cor rubi intensa e límpida. No nariz, a complexidade é notável, com aromas de frutas vermelhas maduras, geleia e um toque sutil de especiarias. É um vinho fino de verdade, com corpo leve a médio e uma maciez envolvente.

A linha Naturelle foi criada para atender ao paladar brasileiro que busca qualidade superior sem abrir mão da doçura. A garrafa é sofisticada, com um rótulo minimalista que denota sua posição premium. A ausência de sacarose adicionada resulta em um sabor mais autêntico e menos “melado”, permitindo sentir as características reais da fruta.

O serviço deve ser fresco, entre 10°C e 12°C, o que equilibra a doçura com a acidez natural das uvas. A Casa Valduga, uma das vinícolas mais respeitadas do Brasil, garante um padrão de produção excelente, fazendo deste vinho uma escolha segura para presentear ou para ocasiões especiais.

Embora o preço seja mais elevado que os vinhos suaves comuns, o investimento se justifica pela pureza e técnica de elaboração. É a escolha definitiva para quem quer sair dos vinhos de garrafão e experimentar o que o terroir brasileiro tem de melhor na categoria de suaves.

Ideal para: Jantares românticos e apreciadores exigentes que gostam de vinho doce, mas rejeitam o sabor artificial. Perfeito para harmonizar com queijos azuis (como gorgonzola), tortas de frutas e sobremesas à base de creme.

Ficha técnica
TipoVinho Fino Tinto Suave
UvaCabernet Franc e Merlot
PaísBrasil
RegiãoVale dos Vinhedos
DoçuraNatural da uva (Sem adição)
Volume750ml
Teor Alcoólico11%
VinícolaCasa Valduga
VisualRubi violáceo
ClassificaçãoPremium
AromasFrutas frescas e primários
Temperatura10°C a 12°C

Prós e contras

Prós
  • Doçura natural: Sem adição de açúcar de cana.
  • Uvas nobres: Produzido com Vitis vinifera.
  • Elegância: Sabor refinado e equilibrado.
  • Aroma complexo: Muito superior aos de mesa.
  • Marca de prestígio: Casa Valduga é referência.
  • Apresentação: Garrafa bonita para presente.
Contras
  • Preço: Mais caro que a média da categoria.
  • Disponibilidade: Pode ser difícil achar em mercados pequenos.
  • Corpo: Leve, pode decepcionar quem busca potência.

Perfil indicado: O consumidor sofisticado que tem paladar doce. Se você quer beber um vinho de verdade, feito com uvas europeias e técnica apurada, mas não abre mão da doçura, o Naturelle é, sem dúvida, a melhor opção do mercado nacional.

Nossa opinião

O Casa Valduga Naturelle é um divisor de águas. Ele prova que vinho suave pode ter qualidade, complexidade e elegância. A diferença de não ter açúcar adicionado é gritante no paladar: você sente a uva, não o melado. Vale cada centavo extra pela experiência superior. – Sofia Ribeiro

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4. Melhor Preço Baixo: Faroni Lopez Bordô Suave


Faroni Lopez Bordô Suave

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O Faroni Lopez Bordô Suave é a prova de que é possível ter um vinho honesto por um preço extremamente baixo. Produzido na região de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, ele utiliza a uva Bordô (também conhecida como Ives), que é famosa por conferir uma cor violeta muito escura e um sabor rústico e intenso à bebida.

Este vinho de mesa é caracterizado por sua alta doçura e baixa acidez, o que o torna muito fácil de beber, quase como uma bebida refrescante. O aroma é dominado por notas de uva fresca e terra úmida, típicas dessa variedade. A estrutura é simples, sem taninos perceptíveis, o que agrada quem não gosta da sensação de “boca seca”.

A produção em larga escala e o uso de uvas americanas permitem que o preço seja mantido lá embaixo, competindo diretamente com sucos de uva integrais. A garrafa de 750ml com rolha dá um toque de apresentação melhor do que os garrafões de plástico, sendo adequado para servir em refeições do dia a dia.

Apesar de ser um vinho de entrada, ele passa por processos de controle de qualidade que garantem a segurança alimentar e a estabilidade do sabor. É uma bebida energética e vibrante, que deve ser consumida preferencialmente jovem e levemente gelada para equilibrar o açúcar.

Sua posição no mercado é clara: oferecer acessibilidade. É o vinho para quem quer acompanhar a pizza de sexta-feira ou o macarrão com salsicha sem pesar no orçamento, entregando aquele sabor doce e reconfortante que muitos brasileiros aprenderam a amar.

Ideal para: Orçamentos apertados e consumo descompromissado. É excelente para uso culinário em sagus e molhos doces, ou para beber bem gelado em copos comuns durante o almoço da semana.

Ficha técnica
TipoVinho de Mesa Tinto Suave
UvaBordô (Americana)
PaísBrasil
RegiãoFlores da Cunha (RS)
Volume750ml
CorVioleta escuro
DoçuraAlta
PreçoEconômico
VinícolaFaroni Lopez
Temperatura12°C a 16°C
FechamentoRolha
EstiloColonial

Prós e contras

Prós
  • Preço baixíssimo: Muito acessível.
  • Cor intensa: Visual bonito na taça.
  • Sabor familiar: Gosto de uva bordô clássica.
  • Fácil de beber: Sem amargor ou taninos.
  • Disponibilidade: Fácil de achar.
  • Versátil: Bom para beber e cozinhar.
Contras
  • Rusticidade: Sabor pouco refinado.
  • Açúcar: Muito doce, pode enjoar.
  • Simplicidade: Sem complexidade aromática.

Perfil indicado: Quem busca economia máxima e gosta do sabor forte e tintorial da uva Bordô. Se você prefere vinhos que lembram suco de uva com álcool e não se importa com a falta de complexidade dos vinhos finos, esta é a escolha racional.

Nossa opinião

O Faroni Lopez Bordô cumpre um papel social importante: democratizar o vinho. Ele é simples, rústico e doce, exatamente como uma grande parcela da população gosta. Pelo preço de um refrigerante de marca, você leva uma garrafa de vinho para a mesa. É imbatível no quesito economia. – Sofia Ribeiro

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5. Melhor Lançamento Doce: Casillero del Diablo Devil’s Carnaval


Casillero del Diablo Devil's Carnaval

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O Casillero del Diablo Devil’s Carnaval é a grande aposta da gigante Concha y Toro para conquistar o público jovem e os amantes de vinhos doces. A linha Fantastic Sweet chega com uma proposta visual vibrante e moderna, fugindo dos rótulos tradicionais e sisudos. É um vinho pensado para celebração e diversão.

Na taça, ele surpreende com notas explosivas de frutas negras, chocolate e caramelo. A doçura é intensa e envolvente, mas suportada por uma estrutura de vinho fino que a linha Casillero sempre garante. Não é apenas água com açúcar; há corpo, volume e uma textura aveludada que preenche a boca.

Este blend tinto foi desenhado para ser bebido gelado, o que é uma novidade para muitos tintos. A temperatura mais baixa segura a doçura e realça os aromas de festa. É um produto que quebra as regras rígidas da enologia tradicional em favor do prazer imediato de beber algo gostoso.

A garrafa tem um design diferenciado que chama atenção na prateleira e na mesa. A proposta é descomplicar: não exige harmonização complexa, funcionando muito bem sozinho, em festas, ou acompanhando petiscos variados, desde pipoca até chocolates e queijos.

Embora seja um lançamento recente, já conquistou uma legião de fãs por preencher a lacuna entre os vinhos de mesa populares e os vinhos finos secos, oferecendo a qualidade técnica dos finos com a doçura que o paladar brasileiro adora. É o “vinho de entrada” de luxo.

Ideal para: Festas, reuniões de amigos e público jovem. É a escolha perfeita para quem acha vinho tinto “amargo” ou “seco demais”, mas quer beber algo com status e qualidade reconhecida mundialmente.

Ficha técnica
TipoTinto Doce (Fantastic Sweet)
LinhaDevil’s Carnaval
MarcaCasillero del Diablo
PaísChile
NotasChocolate, frutas negras
TemperaturaServir Gelado (10-12°C)
Volume750ml
VisualModerno e Vibrante
EstiloInovador
DoçuraIntensa
HarmonizaçãoSobremesas e Petiscos
UvaBlend Secreto

Prós e contras

Prós
  • Inovação: Proposta moderna para beber gelado.
  • Sabor intenso: Notas de chocolate e caramelo.
  • Design: Rótulo atraente e festivo.
  • Qualidade: Selo de garantia Casillero.
  • Sem taninos: Extremamente macio.
  • Acessibilidade: Fácil de agradar a todos.
Contras
  • Preço: Mais caro que a linha Reservado.
  • Doçura alta: Pode ser demais para alguns.
  • Puristas: Foge do estilo clássico de vinho.

Perfil indicado: Jovens adultos e pessoas de espírito festivo que buscam uma bebida saborosa e doce para brindar. Se você gosta de drinks doces e quer migrar para o vinho, este rótulo foi feito sob medida para o seu paladar.

Nossa opinião

O Devil’s Carnaval Fantastic Sweet é divertidíssimo. A Concha y Toro acertou em cheio ao criar um vinho fino que não tem vergonha de ser doce. Ele é exuberante, cheio de aroma de chocolate e pede para ser bebido gelado. É o vinho perfeito para quem não quer “analisar” a bebida, apenas curtir o momento. – Sofia Ribeiro

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6. Melhor Rosé Suave: Concha y Toro Reservado Suave Rosé


Concha y Toro Reservado Suave Rosé

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O Concha y Toro Reservado Suave Rosé é a versão rosada do clássico chileno, trazendo ainda mais leveza e frescor para a taça. Com uma cor rosa pálido e brilhante, ele encanta logo no visual, prometendo uma experiência delicada. É elaborado com uvas viníferas selecionadas para manter a acidez vibrante característica dos rosés.

O aroma remete a morangos frescos e flores brancas, com uma intensidade aromática moderada e muito agradável. A doçura está presente, mas é equilibrada pela acidez natural, o que impede que o vinho se torne pesado. É uma bebida “de piscina”, feita para ser consumida bem gelada nos dias de calor intenso.

A versatilidade deste rosé é um dos seus trunfos. Ele funciona maravilhosamente bem como aperitivo, antes das refeições, ou acompanhando pratos leves como saladas, peixes grelhados e sushi. A doçura ajuda a combater o picante de pratos asiáticos, tornando-o um coringa na gastronomia.

A produção chilena garante um padrão de qualidade internacional, sem os defeitos comuns em rosés de mesa mais baratos. A garrafa transparente permite apreciar a cor do vinho e deve ser armazenada ao abrigo da luz para evitar oxidação precoce.

O preço é extremamente competitivo para um rosé importado, fazendo dele uma opção frequente em carrinhos de compras. É a escolha ideal para quem quer variar do tinto sem cair na acidez excessiva dos brancos secos, ficando no meio termo perfeito do rosé suave.

Ideal para: Dias de verão, piqueniques e almoços ao ar livre. Combina perfeitamente com comida japonesa, queijos leves e conversas longas na varanda.

Ficha técnica
TipoRosé Suave
PaísChile
UvaBlend Rosé
Teor Alcoólico9,5%
Temperatura8°C a 10°C
Volume750ml
VisualRosa Salmão
AromaMorango e Flores
VinícolaConcha y Toro
ClassificaçãoFino Importado
FechamentoRolha ou Rosca
EstiloRefrescante

Prós e contras

Prós
  • Refrescância: Ótimo para o calor.
  • Cor linda: Visual atraente na mesa.
  • Leveza: Baixo teor alcoólico percebido.
  • Versátil: Vai bem com sushi e saladas.
  • Importado: Qualidade chilena acessível.
  • Equilíbrio: Acidez e açúcar em harmonia.
Contras
  • Sazonal: Melhor apreciado no verão.
  • Simples: Final de boca curto.
  • Luz: Sensível à claridade (garrafa transparente).

Perfil indicado: Amantes de vinhos leves que buscam frescor. Se você acha o vinho tinto muito pesado para o almoço e o branco muito ácido, este rosé suave é o ponto de equilíbrio perfeito para refrescar seu paladar.

Nossa opinião

O Reservado Rosé Suave é a cara do verão brasileiro. Ele é descomplicado e alegre. A doçura aqui funciona para realçar a fruta, não para esconder defeitos. Geladinho, ele desce redondo e acompanha muito bem uma tarde de petiscos. – Sofia Ribeiro

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7. Melhor Branco Suave: Casa Valduga Naturelle Branco Suave


Casa Valduga Naturelle Branco Suave

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O Casa Valduga Naturelle Branco Suave é a expressão máxima de requinte em vinhos brancos adocicados. Elaborado no Vale dos Vinhedos com uma seleção de uvas Moscato, ele se distingue pelos aromas intensos e perfumados que lembram flores, pêssego e mel. É um vinho que encanta pelo nariz antes mesmo de chegar à boca.

Assim como seu par tinto, este branco não possui adição de açúcar exógeno. A doçura vem da interrupção da fermentação, preservando a glicose natural da fruta. Isso resulta em um sabor limpo, sem o retrogosto enjoativo de xarope comum em brancos suaves inferiores. A acidez é vibrante, limpando o paladar a cada gole.

Sua cor é amarelo palha com reflexos esverdeados, denotando juventude e frescor. É um vinho leve, fácil de beber e que deve ser servido bem gelado, entre 6°C e 8°C. A Casa Valduga demonstra sua maestria ao criar um vinho doce que mantém a elegância de um vinho fino europeu.

É uma excelente companhia para sobremesas à base de frutas cítricas, tortas de maçã ou simplesmente para ser degustado sozinho em um fim de tarde. Também harmoniza surpreendentemente bem com queijos de mofo branco, como Brie e Camembert, criando um contraste delicioso.

O valor agregado deste rótulo está na qualidade da matéria-prima. Enquanto muitos brancos suaves usam uvas americanas, o Naturelle usa uvas viníferas aromáticas, oferecendo uma experiência sensorial muito mais rica e complexa por um preço justo para a categoria premium.

Ideal para: Quem gosta de vinhos aromáticos e perfumados. É a escolha perfeita para acompanhar a hora da sobremesa ou para quem quer iniciar no mundo dos vinhos brancos com uma opção amigável e de alta qualidade.

Ficha técnica
TipoVinho Fino Branco Suave
UvaMalvasia e Moscato
PaísBrasil
RegiãoVale dos Vinhedos
AromaFloral e Frutado
DoçuraNatural (Sem adição)
Temperatura6°C a 8°C
Volume750ml
Teor Alcoólico10,5%
VinícolaCasa Valduga
VisualAmarelo Palha
HarmonizaçãoQueijos suaves e doces

Prós e contras

Prós
  • Aromático: Perfume intenso de flores.
  • Natural: Doçura da própria uva.
  • Leveza: Fresco e fácil de beber.
  • Qualidade: Uvas moscato selecionadas.
  • Elegante: Rótulo e garrafa bonitos.
  • Gastronômico: Ótimo com sobremesas.
Contras
  • Preço: Acima da média dos brancos suaves.
  • Acidez: Pode ser baixa para alguns.
  • Sazonal: Preferível em dias quentes.

Perfil indicado: Apreciadores de aromas florais e sabores delicados. Se você gosta de espumantes moscatel mas prefere uma bebida sem gás (tranquila), este vinho branco suave é a tradução exata desse perfil de sabor.

Nossa opinião

O Naturelle Branco é poesia em forma de vinho. O aroma de flores que sai da taça é incrível. Ele é doce, sim, mas tem uma acidez que faz você salivar e querer mais um gole. É a prova de que vinho doce pode ser chique e bem feito. – Sofia Ribeiro

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8. Melhor Tradição: Pérgola Vinho Tinto Suave


Pérgola Vinho Tinto Suave

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O Pérgola Vinho Tinto Suave é praticamente uma instituição nacional. Produzido pela Vinícola Campestre, ele detém o título de vinho mais vendido do Brasil há anos. Seu segredo é a consistência: o consumidor sabe exatamente o que vai encontrar ao abrir a garrafa – um sabor doce, intenso e reconfortante.

Feito com uvas de mesa americanas, ele possui aquela cor violeta viva e o aroma inconfundível de “fox grape” (uva de comer), que agrada profundamente o paladar brasileiro. A doçura é alta, sendo um vinho de mesa clássico, ideal para quem acha o vinho seco amargo e difícil de tomar.

A estrutura é simples, sem taninos e com acidez baixa, o que o torna muito fácil de beber em grandes quantidades, especialmente gelado. Ele é o companheiro oficial de churrascos, massadas de domingo e festas populares, onde a bebida precisa ser acessível e democrática.

A garrafa de vidro de 1 litro é econômica e tradicional. O Pérgola não tenta ser um vinho fino; ele assume sua identidade de vinho colonial doce com orgulho, entregando prazer simples e direto. É um produto que carrega história e tradição das cantinas da serra.

Seu preço é um dos mais baixos do mercado, tornando-o acessível a todos os públicos. É a porta de entrada para milhões de brasileiros no mundo do vinho e continua sendo o favorito de quem valoriza o sabor doce da uva acima da complexidade enológica.

Ideal para: Grandes eventos, churrascos e almoços de família. É o vinho para beber sem frescura, em copo americano ou taça simples, acompanhando comida farta e conversa animada.

Ficha técnica
TipoVinho de Mesa Tinto Suave
PaísBrasil
Volume1 Litro (ou 750ml)
UvaAmericanas
VinícolaCampestre
DoçuraAlta
VisualVioláceo
Teor Alcoólico10,2%
Temperatura10°C a 12°C
EstiloColonial Popular
PreçoMuito Econômico
OrigemVacaria e Serra Gaúcha

Prós e contras

Prós
  • Tradição: O mais vendido do Brasil.
  • Preço: Extremamente barato.
  • Sabor familiar: Gosto de uva inconfundível.
  • Consistência: Sabor padrão em todas as garrafas.
  • Disponibilidade: Tem em qualquer lugar.
  • Volume: Garrafa de 1 litro rende mais.
Contras
  • Simplicidade: Sem complexidade alguma.
  • Muito doce: Enjoativo para paladares apurados.
  • Vinho de mesa: Não é uva vinífera.

Perfil indicado: Consumidores tradicionais que associam vinho ao sabor doce da uva de mesa. Se você cresceu vendo seus avós beberem vinho de garrafão e busca esse sabor afetivo e descomplicado, o Pérgola é a escolha certa.

Nossa opinião

O Pérgola Tinto Suave é um fenômeno cultural. Ele não compete com vinhos finos, ele compete com sucos e refrigerantes na mesa do brasileiro. É doce, alcoólico e tem gosto de uva. Para milhões de pessoas, isso é tudo o que um vinho precisa ser, e ele entrega isso com maestria e preço baixo. – Sofia Ribeiro

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9. Melhor Nacional Fino: Almadén Cabernet Sauvignon Suave


Almadén Cabernet Sauvignon Suave

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O Almadén Cabernet Sauvignon Suave é produzido pela Miolo, um dos maiores grupos vinícolas do Brasil, na região da Campanha Gaúcha. Este rótulo tem o mérito de trazer a uva Cabernet Sauvignon, a rainha das tintas, em uma versão adoçada que mantém algumas características da casta, como a estrutura e a cor, mas com a maciez do açúcar.

Diferente dos vinhos de mesa, ele é feito com uvas finas (Vitis vinifera), o que confere aromas mais sofisticados de ameixa e especiarias. A adição de açúcar equilibra os taninos naturais da Cabernet, tornando o vinho acessível para quem acha a versão seca muito adstringente (“cica”).

É um vinho vegano, o que é um diferencial interessante para este público. A apresentação é clássica, e a qualidade técnica da Miolo garante que o vinho seja limpo e bem feito. É uma excelente opção para quem quer migrar dos vinhos de mesa para os finos, mas ainda precisa da doçura como “rodinhas de apoio”.

O preço é muito competitivo, muitas vezes próximo aos vinhos de mesa, o que o torna um “best buy” na categoria de finos nacionais. Ele combina bem com pratos de carne com molhos agridoces, churrasco e massas.

A Almadén consegue entregar volume e qualidade, fazendo deste Cabernet Suave uma opção segura e amplamente disponível em supermercados. É um vinho sem pretensões de guarda, feito para o consumo imediato e prazeroso.

Ideal para: Quem quer começar a beber vinhos feitos com uvas nobres (Cabernet) mas ainda prefere o sabor doce. Ótimo para o dia a dia e para acompanhar refeições mais robustas.

Ficha técnica
TipoVinho Fino Tinto Suave
UvaCabernet Sauvignon
PaísBrasil
RegiãoCampanha Gaúcha
ProdutorMiolo (Almadén)
Teor Alcoólico11,5%
Volume750ml
DiferencialVegano
Temperatura16°C a 18°C
VisualRubi médio
PreçoAcessível
FechamentoRolha

Prós e contras

Prós
  • Vinho Fino: Feito com uvas Cabernet Sauvignon.
  • Preço: Muito próximo aos de mesa.
  • Produtor: Garantia de qualidade Miolo.
  • Estrutura: Mais corpo que os vinhos de mesa.
  • Vegano: Certificado sem insumos animais.
  • Equilíbrio: Taninos suavizados pelo açúcar.
Contras
  • Simples: Não tem grande complexidade.
  • Adoçado: Doçura por adição, não natural.
  • Taninos: Ainda perceptíveis (pode desagradar alguns).

Perfil indicado: O consumidor que quer evoluir do garrafão para o vinho fino, mas ainda não se adaptou ao paladar seco. É um degrau importante na escala de aprendizado do vinho, oferecendo melhor qualidade de uva com o conforto do açúcar.

Nossa opinião

O Almadén Cabernet Suave é um vinho honesto e inteligente. Ele pega a uva mais famosa do mundo e a torna amigável para o paladar brasileiro médio. É tecnicamente superior aos vinhos de mesa e custa quase a mesma coisa. Uma compra racional excelente. – Sofia Ribeiro

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10. Melhor Importado Português: Olaria Suave Tinto Alentejo


Olaria Suave Tinto Alentejo

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O Olaria Suave Tinto Alentejo traz o calor e a tipicidade de Portugal para a categoria de vinhos suaves. Produzido no Alentejo, uma região famosa por seus vinhos macios e frutados, este rótulo é elaborado pela Carmim, uma das cooperativas mais importantes do país. Ele combina castas portuguesas tradicionais em um perfil fácil de gostar.

A palavra “Suave” aqui indica um perfil de sabor redondo, com taninos muito polidos e uma sensação aveludada, além de um toque de doçura que o torna extremamente gastronômico. No nariz, apresenta aromas de frutas vermelhas maduras e um leve toque de especiarias, característico dos vinhos alentejanos.

Diferente dos vinhos de mesa brasileiros, o Olaria mantém uma estrutura de vinho europeu, mas sem a secura ou adstringência que afasta iniciantes. É um vinho “amigo”, que convida ao próximo gole. A cor é rubi brilhante e límpida, e o corpo é médio.

É uma excelente opção para quem quer experimentar vinhos portugueses sem gastar muito e sem arriscar em rótulos muito tânicos. A tradição de Portugal em fazer blends (mistura de uvas) garante um vinho equilibrado e consistente ano após ano.

O preço é um pouco acima dos nacionais de mesa, mas muito competitivo para um importado europeu. Ele entrega uma experiência de “Velho Mundo” com uma acessibilidade de paladar “Novo Mundo”, sendo perfeito para acompanhar pratos de bacalhau com natas ou carnes suínas.

Ideal para: Quem gosta de vinhos portugueses e busca uma opção para o dia a dia que não seja seca. Excelente para acompanhar a culinária portuguesa e brasileira.

Ficha técnica
TipoTinto Suave (Regional Alentejano)
PaísPortugal
RegiãoAlentejo
ProdutorCarmim
UvasCastelão, Trincadeira e Aragonez
Volume750ml
Teor Alcoólico13%
VisualRubi brilhante
EstiloAveludado e Frutado
Temperatura16°C a 18°C
DoçuraMédia/Suave
HarmonizaçãoCarnes e Massas

Prós e contras

Prós
  • Origem: Vinho importado de Portugal.
  • Região: Alentejo é famoso pela qualidade.
  • Estilo: Taninos macios e aveludados.
  • Gastronômico: Vai bem com comida.
  • Uvas Nativas: Sabor diferente das internacionais.
  • Custo-benefício: Bom preço para europeu.
Contras
  • Álcool: Teor alcoólico mais alto (13%).
  • Disponibilidade: Varia conforme importação.
  • Doçura: Menos doce que os nacionais de mesa.

Perfil indicado: Apreciadores da cultura portuguesa que buscam um vinho tinto fácil de beber, sem a agressividade dos taninos jovens. É um passo além em sofisticação, mantendo a gentileza no paladar.

Nossa opinião

O Olaria Suave é a prova de que Portugal sabe fazer vinhos para todos os gostos. Ele traz aquela maciez típica do Alentejo que abraça a boca. É menos “açucarado” que os vinhos de mesa brasileiros, oferecendo uma doçura mais elegante e integrada à fruta. – Sofia Ribeiro

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Guia de compra: Como escolher o melhor vinho suave?

1. Diferença entre vinho suave e vinho seco

A principal diferença técnica reside na quantidade de açúcar residual por litro. Vinhos secos têm até 4 gramas de açúcar por litro, o que significa que quase todo o açúcar da uva foi transformado em álcool. Eles tendem a ter mais taninos e acidez perceptível, sendo considerados mais “gastronômicos” para pratos pesados.

Já os vinhos suaves possuem mais de 25 gramas de açúcar por litro. Essa doçura pode ser natural (interrupção da fermentação) ou artificial (adição de açúcar de cana). O resultado é uma bebida mais fácil de ingerir, que mascara o amargor e a acidez, sendo ideal para paladares que estão começando ou que preferem sabores adocicados.

É importante não confundir qualidade com doçura. Existem vinhos suaves de altíssima qualidade (como os de colheita tardia ou naturais) e vinhos secos de baixa qualidade. A escolha deve se basear no seu gosto pessoal e na ocasião de consumo.

2. Tipos de uvas comuns em vinhos suaves

No Brasil, a maioria dos vinhos suaves de mesa é feita com uvas americanas (Vitis labrusca), como Bordô, Isabel e Niágara. Elas conferem aquele aroma clássico de “suco de uva” e uma cor violeta intensa. São uvas de comer que produzem vinhos simples e rústicos.

Já nos vinhos finos suaves (Vitis vinifera), encontramos uvas europeias como Cabernet Sauvignon, Merlot e Moscato. A Cabernet e a Merlot, quando vinificadas de forma suave, mantêm a estrutura e os aromas de frutas negras, mas com taninos mais macios. A Moscato é a rainha dos brancos suaves, famosa por seus aromas florais intensos.

Saber a uva ajuda a prever o sabor: Bordô será potente e tintorial; Isabel será mais leve e aromática; Moscato será perfumado e floral; Cabernet será mais estruturado e encorpado.

  • Bordô: Cor forte, sabor rústico e intenso.
  • Isabel: Mais leve, aromas de frutas vermelhas.
  • Moscato: Brancos perfumados, mel e flores.
  • Cabernet Sauvignon: Estrutura de tinto com doçura.
  • Merlot: Mais macio e frutado que a Cabernet.

3. Vinho de mesa vs Vinho fino

Esta é a distinção mais importante no mercado nacional. “Vinho de Mesa” é feito com uvas não viníferas (americanas/híbridas). Geralmente vendido em garrafões ou garrafas de 1L, é mais barato e simples. Tem sabor de uva in natura e costuma receber adição de açúcar.

O “Vinho Fino” é feito exclusivamente com uvas Vitis vinifera (europeias). Ele possui maior complexidade aromática e potencial de sabor. Quando um vinho fino é “suave”, a doçura é geralmente mais integrada e elegante. O preço é mais alto, mas a experiência sensorial é superior.

Na hora de comprar, leia o rótulo. Se estiver escrito apenas “Vinho Tinto Suave”, provavelmente é de mesa. Se disser “Vinho Fino Tinto Suave” ou trouxer o nome da uva nobre (ex: Cabernet), é um vinho fino.

CaracterísticaVinho de MesaVinho Fino
UvasAmericanas (Bordô, Isabel)Europeias (Cabernet, Merlot)
AromaSuco de uva, simplesComplexo, especiarias, frutas
PreçoEconômicoMédio a Alto
DoçuraGeralmente adicionadaNatural ou adicionada
Garrafa1L ou Garrafão750ml

4. Teor de açúcar e classificação

A legislação brasileira classifica os vinhos conforme o açúcar. “Seco” tem até 4g/L. “Demi-sec” (ou meio-seco) tem entre 4g/L e 25g/L. “Suave” ou “Doce” tem acima de 25g/L. Essa informação é crucial se você busca algo doce, mas não enjoativo (talvez um demi-sec seja melhor) ou se quer realmente o perfil açucarado do suave.

Alguns vinhos importados usam termos como “Sweet Red” ou “Red Blend” para indicar doçura, mesmo que tecnicamente possam cair na categoria de demi-sec ou suave dependendo da análise. O paladar é o melhor juiz: se o primeiro gole traz sensação imediata de açúcar na ponta da língua, é suave.

Para diabéticos ou pessoas com restrição calórica, é fundamental lembrar que o vinho suave contém muito mais carboidratos que o seco. Uma taça de vinho suave pode ter o triplo de açúcar de uma taça de vinho seco.

5. Harmonização com alimentos

A regra clássica “vinho tinto com carne” muda um pouco com vinhos suaves. O açúcar no vinho pode brigar com pratos muito salgados ou gordurosos, mas combina maravilhosamente bem com pratos que tenham toques adocicados, como churrasco com molho barbecue, costelinha suína ou frango com molho agridoce.

Vinhos tintos suaves também são excelentes para acompanhar pizzas de sabores intensos, como calabresa ou quatro queijos, pois a doçura corta o sal do queijo e do embutido. Massas com molho de tomate (que tem acidez) também funcionam bem pelo contraste.

Sobremesas são o par natural. Vinhos brancos suaves (Moscato) com tortas de frutas ou bolos são clássicos. Tintos suaves com chocolate meio amargo ou brownies criam uma experiência de degustação deliciosa, onde o vinho atua quase como uma calda alcoólica.

  • Churrasco: Costela com barbecue e tinto suave.
  • Pizza: Calabresa ou Portuguesa com tinto suave.
  • Queijos: Gorgonzola ou queijos azuis.
  • Sobremesas: Chocolate e bolos com vinhos doces.
  • Comida Asiática: Rosé suave com pratos apimentados.

6. Temperatura ideal de serviço

Um erro comum é servir vinho tinto suave à temperatura ambiente (20°C+). Como ele tem muito açúcar, se estiver quente, o álcool evapora rápido e a doçura fica enjoativa, parecendo xarope. O ideal é servir vinhos suaves mais frescos que os secos.

Tintos suaves se beneficiam muito de uma temperatura entre 12°C e 14°C (deixe 30 min na geladeira). Isso “enxuga” a doçura excessiva e realça a fruta. Brancos e rosés suaves devem ser servidos bem gelados, entre 6°C e 8°C, para manter a acidez vibrante.

Se estiver muito calor, não tenha medo de usar um balde de gelo para manter a garrafa na temperatura correta durante a refeição. A temperatura certa transforma um vinho “doce demais” em uma bebida refrescante e equilibrada.

Tipo de VinhoTemperatura Ideal
Tinto Suave12°C a 14°C (Fresco)
Branco Suave6°C a 8°C (Gelado)
Rosé Suave8°C a 10°C (Bem fresco)
Espumante Doce4°C a 6°C (Muito gelado)
Vinho de Mesa10°C a 12°C (Fresco)

7. Vinhos suaves naturais vs adoçados

A distinção de qualidade está aqui. Vinhos “Suaves por Adição” são fermentados até ficarem secos e depois recebem açúcar (sacarose) para adoçar. É o método mais barato e comum em vinhos de mesa. O sabor doce é externo à uva.

Vinhos “Suaves Naturais” (como o Casa Valduga Naturelle) têm a fermentação interrompida antes que todo o açúcar da uva vire álcool. O açúcar que sobra é a própria frutose e glicose da uva. Isso resulta em aromas mais integrados, maior complexidade e um dulçor mais nobre.

Sempre que o orçamento permitir, opte pelos suaves naturais. Eles oferecem uma experiência enológica superior e evitam aquele sabor artificial que às vezes lembra remédio ou xarope barato.

8. Armazenamento e validade

Vinhos suaves, em sua maioria, são feitos para consumo rápido (jovens). Eles não ganham complexidade envelhecendo na garrafa. O ideal é comprar e beber dentro de 1 a 2 anos. Guarde as garrafas em local fresco, longe da luz direta do sol, de preferência deitadas se tiverem rolha.

Depois de aberto, o açúcar torna o vinho mais suscetível à oxidação e ataque bacteriano (virar vinagre) do que um vinho seco. Por isso, tampe bem e guarde na geladeira. O consumo ideal é em até 3 dias para tintos e 2 dias para brancos.

Existem acessórios como bombas de vácuo que podem estender a vida útil do vinho aberto por mais alguns dias, retirando o ar de dentro da garrafa. Se sobrar muito vinho e você não for beber, use para cozinhar; o açúcar ajuda a caramelizar molhos.

  • Fechado: Consumir em 1-2 anos.
  • Aberto (Geladeira): Consumir em até 3 dias.
  • Posição: Deitada (rolha) ou em pé (rosca).
  • Luz: Evitar luz solar direta.
  • Calor: Evitar locais acima de 25°C.

9. Regiões produtoras famosas

No Brasil, a Serra Gaúcha é a rainha dos vinhos suaves, tanto de mesa quanto finos. Cidades como Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Caxias do Sul produzem milhões de litros anualmente com qualidade consistente e tradição italiana.

No cenário internacional, o Chile (Valle Central) é famoso por seus tintos suaves de entrada, como as linhas Reservado. Eles oferecem vinhos frutados e macios a preços excelentes. Portugal (Alentejo e Lisboa) também produz vinhos regionais com perfil adocicado e taninos muito macios que agradam o paladar brasileiro.

A Itália, com seus Lambruscos (frisantes tintos doces), também é uma referência histórica para quem gosta de vinhos doces e leves. Conhecer a região ajuda a prever o estilo: Serra Gaúcha para tradição colonial, Chile para fruta madura e Portugal para maciez.

País/RegiãoEstilo Típico
Brasil (Serra Gaúcha)Mesa (Bordô) e Finos Naturais
Chile (Valle Central)Tintos frutados e redondos
Portugal (Alentejo)Tintos macios e aveludados
Itália (Emilia-Romagna)Lambrusco (Frisante doce)
EUA (Califórnia)Zinfandel e Red Blends doces

10. Benefícios e consumo moderado

Assim como o vinho seco, o vinho suave contém polifenóis e antioxidantes (como o resveratrol), especialmente os tintos feitos com uvas de casca grossa como a Bordô. Essas substâncias são conhecidas por combater radicais livres e auxiliar na saúde cardiovascular quando consumidas com moderação.

No entanto, o alto teor de açúcar exige cautela extra. O vinho suave é mais calórico e tem índice glicêmico maior. O consumo moderado (uma taça por dia, por exemplo) permite aproveitar os benefícios antioxidantes sem exagerar na ingestão de açúcar e álcool.

Beber água junto com o vinho é uma prática excelente. Além de hidratar, ajuda a limpar o paladar do açúcar residual, evitando que o vinho se torne enjoativo e permitindo que você aprecie melhor as nuances de sabor de cada gole.

Perguntas frequentes sobre os melhores vinhos suaves em 2026

1. O que é vinho suave?

Vinho suave é aquele que contém mais de 25 gramas de açúcar por litro. Essa doçura pode vir da própria uva ou ser adicionada. Ele se caracteriza por ser fácil de beber, mascarar o amargor dos taninos e ter uma acidez menos agressiva, sendo muito popular entre iniciantes.

2. Vinho suave tem açúcar adicionado?

Depende do tipo. Vinhos de mesa suaves (os mais comuns e baratos) geralmente recebem adição de açúcar de cana (sacarose) após a fermentação. Já os vinhos finos suaves de maior qualidade (como os “suaves naturais”) obtêm sua doçura interrompendo a fermentação, preservando o açúcar natural da uva.

3. Qual a diferença para o demi-sec?

A diferença está na quantidade de açúcar. O demi-sec (ou meio-seco) é um meio-termo, contendo entre 4g e 25g de açúcar por litro. Ele é levemente adocicado, mas menos que o suave, que tem acima de 25g. O demi-sec é uma boa transição para quem quer sair do suave rumo ao seco.

4. Vinho suave dá dor de cabeça?

Pode dar mais dor de cabeça que o seco em algumas pessoas. Isso ocorre porque o açúcar mascara o álcool, levando a um consumo maior e mais rápido. Além disso, vinhos de qualidade inferior podem ter conservantes em excesso. Beber água junto ajuda a prevenir a ressaca.

5. Qual a melhor uva para vinho suave?

Para vinhos de mesa, a uva Bordô é a favorita por sua cor intensa e sabor marcante. Para vinhos finos tintos, Merlot e blends (misturas) funcionam bem por serem naturalmente macios. Para brancos, a uva Moscato é imbatível, oferecendo aromas florais que combinam perfeitamente com o paladar doce.

6. Quanto tempo dura aberto?

Devido ao açúcar, o vinho suave oxida e pode estragar mais rápido que o seco. O ideal é consumir em até 3 dias após aberto, mantendo a garrafa bem fechada na geladeira. Vinhos de mesa em garrafas de 1L às vezes duram um pouco mais, mas perdem frescor.

7. Pode colocar gelo no vinho suave?

Sim, não há regras rígidas. Como vinhos suaves são descontraídos, colocar gelo (especialmente em brancos, rosés e tintos leves) pode torná-los mais refrescantes no verão. Apenas saiba que o gelo vai diluir o sabor e o álcool à medida que derrete.

8. Qual a caloria do vinho suave?

Uma taça de 150ml de vinho suave tem, em média, entre 130 e 150 calorias, variando conforme o teor de açúcar e álcool. É mais calórico que o vinho seco (que tem cerca de 100-110 calorias) devido aos carboidratos do açúcar residual.

9. Vinho suave é considerado vinho ruim?

Não necessariamente. “Suave” refere-se ao estilo (doce), não à qualidade. Existem vinhos suaves excelentes (como os de colheita tardia ou naturais premium) e vinhos secos ruins. O preconceito existe porque muitos vinhos de mesa baratos são suaves, mas há ótimas opções no mercado.

10. Como escolher um bom vinho suave?

Olhe o rótulo. Se puder investir um pouco mais, prefira “Vinho Fino Suave” ou “Suave Natural” em vez de “Vinho de Mesa”. Verifique a safra (prefira vinhos jovens, de 1 ou 2 anos) e a reputação da vinícola. Vinhos de regiões tradicionais como Serra Gaúcha e Valle Central costumam ser apostas seguras.

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Sofia Ribeiro