Melhor vinho rosé: Os 10 melhores em 2026

Descubra os melhores vinhos rosé que combinam frescor, versatilidade e sabores frutados para transformar seus momentos de lazer, jantares românticos e dias de sol em experiências inesquecíveis.

A popularidade do vinho rosé cresceu exponencialmente nos últimos anos, deixando de ser apenas uma bebida de verão para se tornar um acompanhamento sofisticado durante o ano todo. Com uma paleta de cores que varia do rosa pálido ao salmão vibrante, essa categoria oferece uma diversidade incrível de aromas, transitando entre notas florais delicadas e frutas vermelhas intensas, agradando tanto iniciantes quanto paladares exigentes.

Para selecionar o rótulo ideal, é essencial entender o perfil de doçura e a região de origem, pois um rosé de Provence terá características muito diferentes de um Malbec rosé argentino ou de um Vinho Verde português. A acidez equilibrada e o teor alcoólico também são critérios fundamentais que definem se a bebida será mais refrescante para a piscina ou estruturada para acompanhar pratos gastronômicos.

Nossa curadoria avaliou os volumes de venda, a reputação das vinícolas e as notas de degustação de consumidores reais para criar este ranking definitivo. Priorizamos vinhos que entregam qualidade consistente, desde opções acessíveis para o dia a dia até garrafas premium para celebrações especiais, garantindo que você encontre a escolha perfeita para sua taça em 2026.

🏆 Lista dos melhores vinhos rosé em 2026

ProdutoAvaliaçãoDestaquePreço
Melhor para Piscina

O vinho francês fenômeno de vendas criado especificamente para ser bebido com gelo.

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Melhor Desempenho Geral

Equilíbrio perfeito entre acidez e fruta, ideal para harmonizar com diversos pratos.

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Melhor Refrescância

Um clássico português jovem e levemente frisante, perfeito para dias quentes.

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Melhor Preço Baixo

Opção chilena extremamente acessível que não decepciona no sabor frutado.

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Melhor Avaliação

Rosé argentino de alta qualidade com notas marcantes de frutas vermelhas e ótima estrutura.

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Melhor Clássico

A garrafa icônica e o sabor levemente adocicado que conquistaram o mundo há décadas.

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Melhor Espumante Ice

Versão ice premium com borbulhas finas, ideal para festas e celebrações modernas.

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Melhor Opção Doce

Vinho suave fácil de beber, focado no público que prefere doçura acentuada.

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Melhor Blend Francês

Elegância do sul da França com um blend complexo de uvas e acidez gastronômica.

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10º Melhor Custo-Benefício Malbec

Excelente exemplar argentino que entrega qualidade superior ao preço cobrado.

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Análise detalhada dos melhores vinhos rosé em 2026

1. Melhor para Piscina: Rosé Piscine Stripes


Rosé Piscine Stripes

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O Rosé Piscine Stripes revolucionou o mercado brasileiro ao introduzir o conceito de vinho feito exclusivamente para ser consumido com gelo. Produzido na região de Provence, na França, ele possui uma concentração de açúcar e aromas ligeiramente superior à média, garantindo que o sabor não fique aguado quando o gelo derrete na taça.

A uva predominante é a Négrette, uma casta autóctone do sudoeste da França que confere aromas intensos de flores brancas e frutas exóticas. Na boca, ele apresenta um ataque sedutor e redondo, com notas marcantes de lichia e limão siciliano, criando uma experiência gustativa refrescante e descontraída, perfeita para o clima tropical.

A garrafa listrada de azul e branco se tornou um ícone visual em festas e eventos diurnos, transmitindo imediatamente a vibe de verão e praia. O conceito por trás deste rótulo é quebrar a formalidade do vinho, permitindo que ele seja apreciado em copos de bojo largo, bem gelado, sem a necessidade de harmonizações complexas.

Sua versatilidade é um ponto forte, pois agrada tanto quem gosta de bebidas mais doces quanto quem busca refrescância. É a escolha número um para pool parties, churrascos ao pôr do sol ou simplesmente para relaxar na varanda em um dia quente. A experiência de consumo é leve, divertida e descomplicada.

Em termos de custo-benefício, ele se posiciona como um produto de lifestyle premium. Embora o preço seja superior aos vinhos de entrada, você está pagando pela consistência, pela origem francesa e pela garantia de um drink que funciona perfeitamente sob o sol forte, mantendo a elegância.

Ideal para: Festas na piscina, dias de praia e eventos ao ar livre. É a bebida perfeita para quem quer fugir da cerveja ou dos drinks destilados pesados, buscando uma opção de vinho que se mantém gelado e saboroso do início ao fim da taça.

Ficha técnica
PaísFrança
RegiãoSudoeste
UvaNégrette
Teor Alcoólico11%
Temperatura de Serviço6°C a 8°C (com gelo)
Volume750ml
TipoRosé de Mesa
VisualSalmão Pálido
FechamentoRolha
OcasiãoVerão/Piscina
Potencial de GuardaBeber Jovem
AromaFrutas Exóticas/Lichia

Prós e contras

Prós
  • Conceito Ice: Sabor mantém-se intenso com gelo.
  • Garrafa Icônica: Visual atraente e moderno.
  • Refrescância: Perfeito para o calor brasileiro.
  • Aroma Exótico: Notas de lichia muito agradáveis.
  • Versatilidade: Agrada paladares variados.
  • Origem Francesa: Qualidade de produção garantida.
Contras
  • Preço: Valor elevado para um vinho de piscina.
  • Doçura: Pode ser enjoativo para quem prefere secos.
  • Rolha: Exige saca-rolhas em ambientes externos.

Perfil indicado: Jovens adultos e entusiastas do verão que buscam uma bebida social e fotogênica. Se você gosta de drinks doces e refrescantes e quer algo mais sofisticado que uma caipirinha para beber na beira da piscina, esta é a escolha certa.

Nossa opinião

O Rosé Piscine Stripes é mais que um vinho, é um evento. Ele cumpre exatamente o que promete: ser a melhor bebida para se tomar com gelo. O aroma de lichia é inconfundível e conquista na hora. Não espere complexidade de um Bordeaux, espere a alegria de um dia de sol engarrafada. – Sofia Ribeiro

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2. Melhor Desempenho Geral: Casillero del Diablo Rosé


Casillero del Diablo Rosé

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O Casillero del Diablo Rosé é um verdadeiro coringa que exemplifica por que a vinícola Concha y Toro é uma das mais respeitadas do mundo. Feito majoritariamente com uvas Syrah, ele apresenta uma cor rosa brilhante e atraente, prometendo desde o visual uma experiência vibrante e cheia de vida, típica dos rosés chilenos modernos.

No paladar, ele se destaca por ser um vinho seco, mas com muita fruta. Notas de amora, framboesa e um toque sutil de especiarias se misturam com uma acidez muito bem calibrada. Isso o torna extremamente gastronômico, capaz de limpar o paladar após cada garfada de pratos mais gordurosos ou condimentados.

A estrutura deste vinho é o seu grande trunfo. Diferente de rosés muito leves que “somem” na boca, o Casillero tem corpo suficiente para acompanhar uma refeição completa, desde a entrada até o prato principal. Ele harmoniza maravilhosamente bem com salmão grelhado, queijos de massa mole e massas com molhos leves.

A confiabilidade da marca traz segurança na compra. Você sabe que cada garrafa entregará o mesmo padrão de qualidade, sem surpresas desagradáveis. A tampa de rosca (screw cap) é prática para o dia a dia e ideal para vinhos que devem ser consumidos jovens, preservando o frescor aromático.

O valor é justo pela complexidade que oferece. Ele se situa acima dos vinhos de entrada básicos, entregando uma experiência muito superior por uma diferença de preço pequena. É o vinho de “segurança” para quando você vai receber visitas e quer agradar a todos sem arriscar.

Ideal para: Jantares casuais, encontros românticos e harmonização gastronômica. É a escolha certa para quem busca um vinho rosé “sério” e seco, que funcione bem tanto sozinho quanto acompanhando pratos de peixe ou culinária asiática.

Ficha técnica
PaísChile
RegiãoValle Central
UvaSyrah e outras
Teor Alcoólico12,5%
Temperatura8°C a 10°C
TipoRosé Seco
FechamentoScrew Cap (Rosca)
HarmonizaçãoPeixes, Queijos, Massas
CorRosa Médio
CorpoMédio-Leve
AcidezEquilibrada
Volume750ml

Prós e contras

Prós
  • Gastronômico: Vai muito bem com comida.
  • Consistência: Qualidade garantida da marca.
  • Praticidade: Tampa de rosca fácil de abrir.
  • Equilíbrio: Seco sem ser agressivo.
  • Aromático: Frutas vermelhas bem definidas.
  • Preço justo: Ótimo valor pela qualidade.
Contras
  • Complexidade: Pode ser simples para experts.
  • Disponibilidade: Safra pode variar no mercado.
  • Estilo: Não é para quem gosta de vinho doce.

Perfil indicado: Apreciadores de vinho que preferem o estilo seco e frutado e buscam um rótulo confiável para o dia a dia. Se você quer um vinho que não seja nem muito doce nem muito ácido, mas perfeitamente no meio termo, o Casillero é a aposta segura.

Nossa opinião

O Casillero del Diablo Rosé é aquele amigo que nunca te deixa na mão. Ele tem presença, tem sabor de fruta de verdade e uma acidez que dá água na boca. É o vinho perfeito para ter na adega para qualquer emergência, desde um jantar de última hora até uma taça relaxante após o trabalho. – Sofia Ribeiro

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3. Melhor Refrescância: Casal Garcia Rosé


Casal Garcia Rosé

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O Casal Garcia Rosé traz toda a tradição da região dos Vinhos Verdes em Portugal em uma versão rosada inconfundível. Este é um vinho jovem, leve e extremamente frutado, famoso por sua leve “agulha” – um gás residual natural que pinica suavemente a língua, conferindo uma sensação de frescor e vivacidade única.

Com um teor alcoólico mais baixo, em torno de 9,5%, ele é incrivelmente fácil de beber. Notas intensas de morango e framboesa dominam o aroma, enquanto na boca ele apresenta um final crocante e alegre. É o tipo de vinho que desce redondo em dias quentes, convidando sempre para o próximo gole sem pesar.

A versatilidade do Casal Garcia é notável em ambientes informais. Ele não exige rituais complexos; basta estar bem gelado. Harmoniza perfeitamente com pratos leves como saladas, sushis, mariscos e petiscos de boteco. É a companhia ideal para um almoço de domingo em família.

A experiência visual também agrada, com sua cor rosada viva e brilhante. A garrafa transparente permite apreciar a beleza do líquido. Por ser um vinho verde rosé, ele deve ser consumido jovem, não sendo indicado para guardar na adega por anos, pois seu charme está justamente na juventude.

O custo-benefício é excelente, sendo um dos importados mais vendidos no Brasil. Ele entrega uma qualidade constante e um estilo muito específico que agrada a grande maioria dos brasileiros, acostumados com climas tropicais que pedem bebidas mais leves e refrescantes.

Ideal para: Almoços de verão, petiscos e momentos descontraídos. É a escolha perfeita para quem quer um vinho leve, com baixo teor alcoólico, para bebericar durante uma tarde inteira sem se cansar.

Ficha técnica
PaísPortugal
RegiãoVinho Verde
UvaVinhão, Azal, Borraçal
Teor Alcoólico9,5%
EstiloLeve e Frisante
Temperatura6°C a 8°C
AromaMorango e Framboesa
HarmonizaçãoComida Japonesa, Saladas
AcidezAlta e Refrescante
Volume750ml
TipoMeio Seco / Jovem
FechamentoRolha

Prós e contras

Prós
  • Muito refrescante: Gás natural dá vida ao vinho.
  • Baixo álcool: Leve para beber mais.
  • Sabor frutado: Morango muito presente.
  • Tradição: Marca renomada mundialmente.
  • Preço acessível: Ótima compra recorrente.
  • Versátil: Combina com o calor brasileiro.
Contras
  • Gás: Pode não agradar quem prefere vinhos tranquilos.
  • Simplicidade: Falta complexidade para jantares formais.
  • Rolha: Poderia ser screw cap pela proposta jovem.

Perfil indicado: Pessoas que buscam alegria e leveza na taça. Se você gosta de vinhos descomplicados, com aquele toque frisante que limpa o paladar e refresca, o Casal Garcia é o companheiro indispensável para o seu verão.

Nossa opinião

O Casal Garcia Rosé é um patrimônio dos dias de sol. Aquela leve efervescência na ponta da língua é viciante. É impossível ficar triste bebendo uma taça dele bem gelada. Para acompanhar uma barca de sushi ou um camarão alho e óleo, não tem igual nessa faixa de preço. – Sofia Ribeiro

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4. Melhor Preço Baixo: Santa Helena Reservado Rosé


Santa Helena Reservado Rosé

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O Santa Helena Reservado Rosé prova que não é preciso gastar muito para apreciar um bom vinho no dia a dia. Produzido no Vale Central do Chile, este rótulo se destaca pelo preço extremamente competitivo sem sacrificar a qualidade básica esperada de um vinho importado. É a definição de honestidade na garrafa.

Apresenta uma cor rosa mais intensa, típica dos rosés feitos com uvas Cabernet Sauvignon, que também conferem um corpo um pouco mais presente. Os aromas remetem a frutas vermelhas maduras, como morangos em compota, e um leve toque herbáceo. Na boca, é seco, direto e fácil de agradar.

A simplicidade deste vinho é seu maior atributo. Ele não tenta ser complexo, mas sim entregar uma experiência frutada e correta para acompanhar a refeição da semana. Funciona muito bem com pizzas, massas com molho de tomate e frango assado, sendo um companheiro versátil para a mesa do brasileiro.

A Santa Helena é uma das vinícolas mais tradicionais do Chile, garantindo processos de produção modernos que preservam a integridade da fruta. O fechamento com rolha ou screw cap (dependendo do lote) mantém o vinho protegido. É um produto de alto giro, garantindo que você sempre compre safras recentes.

Se o orçamento está apertado, mas a vontade de beber um vinho geladinho é grande, esta é a melhor opção. Ele supera com folga muitos vinhos nacionais de garrafão em termos de equilíbrio e acabamento, sendo a porta de entrada ideal para o mundo dos vinhos secos.

Ideal para: Consumo diário, churrascos com muita gente e quem está começando a migrar dos vinhos suaves para os secos. É o vinho de batalha que entrega sabor e alegria sem pesar no bolso no final do mês.

Ficha técnica
PaísChile
RegiãoValle Central
UvaCabernet Sauvignon (Blend)
Teor Alcoólico12%
Temperatura9°C a 11°C
TipoRosé Seco
CustoMuito Baixo
AromaFrutas Vermelhas
CorpoMédio
Volume750ml
HarmonizaçãoPizza, Frango
AcidezMédia

Prós e contras

Prós
  • Preço imbatível: Muito barato pela qualidade.
  • Acessível: Fácil de encontrar e beber.
  • Frutado: Sabor agradável de frutas maduras.
  • Versátil: Combina com comida do dia a dia.
  • Marca sólida: Vinícola chilena respeitada.
  • Corpo: Tem presença na boca.
Contras
  • Simples: Sem complexidade aromática.
  • Álcool: Pode parecer um pouco quente no final.
  • Acidez: Menos vibrante que outros da lista.

Perfil indicado: Estudantes, anfitriões de festas grandes e quem busca economia inteligente. Se você quer um vinho tinto “disfarçado” de rosé pela estrutura, mas com frescor, e quer pagar pouco, o Santa Helena é a compra racional.

Nossa opinião

O Santa Helena Reservado Rosé é o rei do custo-benefício. Não espere notas florais delicadas de um vinho de Provence, mas espere um vinho honesto, frutado e que desce muito bem com uma pizza de calabresa. Pelo preço de um suco integral, você leva um vinho chileno correto. – Sofia Ribeiro

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5. Melhor Avaliação: Trivento Reserve Rosé Malbec


Trivento Reserve Rosé Malbec

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O Trivento Reserve Rosé Malbec é a expressão máxima da elegância argentina aplicada ao vinho rosé. A vinícola Trivento, pertencente ao grupo Concha y Toro, conseguiu extrair da uva Malbec uma delicadeza surpreendente, fugindo do padrão encorpado e pesado dos tintos para criar um rosé pálido, moderno e sofisticado.

No nariz, ele encanta com aromas de cerejas frescas, morangos e um leve toque floral de violetas, típico da Malbec. A cor é um rosa salmão muito claro e elegante, seguindo a tendência mundial dos vinhos estilo Provence. Na boca, a acidez é elétrica e refrescante, equilibrando perfeitamente a fruta.

Este vinho se diferencia pelo equilíbrio. Ele tem a estrutura necessária para acompanhar carnes brancas e charcutaria, mas é leve o suficiente para ser bebido sozinho à beira da piscina. A qualidade da vinificação é perceptível na ausência de arestas; tudo nele é redondo e agradável.

A linha Reserve da Trivento indica um cuidado maior na seleção das uvas, resultando em um produto final superior aos vinhos de entrada. É um rosé seco de verdade, sem dulçor residual enjoativo, focado em quem aprecia a pureza da fruta e a mineralidade do terroir de Mendoza.

Com uma das melhores avaliações entre os consumidores, ele prova que a Argentina sabe fazer muito mais do que tintos potentes. O preço é um pouco acima dos básicos, mas a entrega de qualidade justifica cada centavo, sendo uma escolha segura para impressionar em um jantar.

Ideal para: Jantares especiais, harmonização com tábuas de frios e queijos, e apreciadores de Malbec que querem descobrir uma nova faceta desta uva. É o vinho para quem valoriza a elegância e a sutileza acima da potência.

Ficha técnica
PaísArgentina
RegiãoMendoza
UvaMalbec
Teor Alcoólico12%
Temperatura8°C a 10°C
TipoRosé Seco
CorSalmão Claro
AromaCereja e Violeta
LinhaReserve
HarmonizaçãoCharcutaria, Queijos
AvaliaçãoExcelente (4.8/5)
Volume750ml

Prós e contras

Prós
  • Elegância: Cor e sabor sofisticados.
  • Qualidade Malbec: Expressão floral única da uva.
  • Acidez vibrante: Muito refrescante e gastronômico.
  • Avaliação alta: Amado pelos consumidores.
  • Versatilidade: Vai do aperitivo ao prato principal.
  • Moderno: Estilo Provence feito na Argentina.
Contras
  • Preço: Mais caro que os de entrada.
  • Disponibilidade: Pode esgotar rápido.
  • Seco: Não agrada quem busca vinho doce.

Perfil indicado: O enófilo moderno que busca qualidade e refinamento. Se você gosta de vinhos com cor pálida, acidez marcante e aromas delicados, este Trivento vai te surpreender positivamente e mudar sua visão sobre rosés argentinos.

Nossa opinião

O Trivento Reserve Rosé Malbec é pura classe. Ele consegue pegar a uva Malbec, famosa por ser potente, e transformá-la em algo etéreo e delicado. É um vinho que pede uma taça bonita e uma boa companhia. A acidez dele é perfeita para limpar o paladar entre bocados de queijo brie. – Sofia Ribeiro

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6. Melhor Clássico: Mateus Rosé Original


Mateus Rosé Original

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O Mateus Rosé Original é indiscutivelmente o vinho rosé mais famoso do mundo, um verdadeiro ícone da cultura pop e da vinicultura portuguesa. Sua garrafa bojuda, inspirada nos cantis dos soldados da Primeira Guerra, é reconhecida instantaneamente em qualquer lugar do planeta. Mas o sucesso não é só marketing; o líquido entrega o que promete.

Trata-se de um vinho meio seco, com um leve toque frisante que o torna vibrante e fácil de beber. Feito com uvas Baga, Rufete, Tinta Barroca e Touriga Franca, ele oferece aromas frescos de frutas vermelhas e um paladar equilibrado, onde a doçura sutil é compensada por uma boa acidez.

A experiência de beber Mateus é nostálgica e atemporal. Ele é extremamente versátil, funcionando como aperitivo, acompanhando comida chinesa, italiana, churrasco ou saladas. É um vinho despretensioso, feito para celebrar o momento e a convivência, sem regras rígidas de degustação.

Sua consistência ao longo das décadas é impressionante. Você sabe exatamente o que esperar ao abrir uma garrafa de Mateus: frescor, fruta e alegria. É um dos poucos vinhos que transcende classificações de críticos, sendo amado pelo público geral por sua “bebabilidade” incomparável.

O preço reflete sua história e qualidade. Não é o mais barato da prateleira, mas entrega uma experiência cultural completa. É o presente perfeito para quem aprecia clássicos e quer um vinho que agrada desde a tia avó até o sobrinho universitário.

Ideal para: Reuniões de família, presentes nostálgicos e acompanhamento de comidas condimentadas e asiáticas. É o vinho curinga que salva qualquer anfitrião indeciso sobre o que servir.

Ficha técnica
PaísPortugal
ProdutorSogrape Vinhos
UvasBlend Português
Teor Alcoólico11%
EstiloMeio Seco / Levemente Frisante
Temperatura6°C a 8°C
ÍconeGarrafa Cantil
HarmonizaçãoComida Chinesa, Italiana
CorRosa Brilhante
Volume750ml
AromaFrutado Intenso
FechamentoRolha/Rosca (varia)

Prós e contras

Prós
  • Icônico: A garrafa mais famosa do mundo.
  • Saboroso: Equilíbrio doce/ácido perfeito.
  • Versátil: Combina com quase tudo.
  • Frisante: Toque de gás refrescante.
  • Tradição: Marca de confiança absoluta.
  • Global: Agrada paladares de todo o mundo.
Contras
  • Meio Seco: Pode ser doce para quem gosta de secos.
  • Estilo: Considerado “antigo” por alguns críticos.
  • Preço: Mais caro que concorrentes simples.

Perfil indicado: Amantes da tradição e pessoas que gostam de vinhos fáceis, ligeiramente doces e com história. Se você quer um vinho que traga boas memórias e garanta sorrisos na mesa, o Mateus é a escolha emocional e saborosa.

Nossa opinião

O Mateus Rosé é uma lenda viva. Não adianta torcer o nariz; ele é delicioso no que se propõe a ser. Aquele toque frisante com o finalzinho doce é imbatível com uma pizza de quatro queijos ou um frango xadrez. É um vinho que abraça quem bebe. – Sofia Ribeiro

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7. Melhor Espumante Ice: JP Chenet Ice Edition Rosé


JP Chenet Ice Edition Rosé

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O JP Chenet Ice Edition Rosé combina a fama da garrafa de “pescoço torto” mais vendida da França com a tendência moderna dos espumantes “Ice”. Este é um vinho espumante demi-sec, desenhado desde a sua concepção para ser servido em uma taça grande com pedras de gelo, potencializando sua refrescância sem perder a personalidade.

A perlage (as bolhas) é fina e persistente, criando uma mousse cremosa na boca. Os aromas explodem com notas de morango fresco, cereja e framboesa, sendo nitidamente frutado e atraente. A doçura é bem presente, mas balanceada pelas bolhas e pela temperatura gelada, evitando que se torne enjoativo.

O visual da garrafa prateada e rosa é um espetáculo à parte, feita para brilhar em baldes de gelo em festas e comemorações. É um produto de lifestyle, que comunica celebração e modernidade. Diferente dos espumantes tradicionais que pedem taça flute, este pede taça de vinho tinto ou gin tônica.

Sua produção na França garante um padrão de qualidade elevado. É a bebida ideal para quem acha o espumante Brut muito seco e o Moscatel muito doce; o Ice Edition fica num meio termo perfeito, com o bônus de poder ser diluído pelo gelo a gosto do consumidor.

Embora tenha um preço mais elevado, ele entrega uma experiência premium completa, desde o design da embalagem até o último gole. É frequentemente a estrela de fotos em redes sociais e o centro das atenções em reuniões de amigos.

Ideal para: Baladas, festas de fim de ano, despedidas de solteira e esquentas. É a bebida da celebração descontraída, onde o foco é a diversão e o frescor, não a etiqueta rígida do vinho.

Ficha técnica
PaísFrança
ProdutorJP Chenet
TipoEspumante Rosé Demi-Sec
ConceitoIce (Beber com gelo)
Teor Alcoólico11%
Temperatura4°C a 6°C (com gelo)
VisualGarrafa Prateada
AromaFrutas Vermelhas
BolhasFinas e Persistentes
Volume750ml
OcasiãoFestas
HarmonizaçãoSobremesas, Aperitivos

Prós e contras

Prós
  • Design incrível: Garrafa muito bonita.
  • Conceito moderno: Feito para beber com gelo.
  • Saboroso: Doçura e bolhas equilibradas.
  • Festivo: Aumenta o astral de qualquer evento.
  • Qualidade Francesa: Produção cuidadosa.
  • Cremoso: Textura agradável na boca.
Contras
  • Preço: Valor premium.
  • Doce: Não agrada fãs de Brut.
  • Gás: Perde gás se demorar a beber.

Perfil indicado: O público festeiro e moderno que adora novidades e bebidas esteticamente agradáveis. Se você quer brindar com estilo e prefere um espumante mais docinho e super gelado, o JP Chenet Ice é a sua melhor companhia.

Nossa opinião

O JP Chenet Ice Rosé é puro glamour. Ele transforma qualquer encontro em uma festa vip. A sacada de fazer um espumante mais concentrado para aguentar o gelo é genial. Fica refrescante, divertido e delicioso. É impossível beber apenas uma taça. – Sofia Ribeiro

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8. Melhor Opção Doce: Concha y Toro Reservado Suave


Concha y Toro Reservado Suave

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O Concha y Toro Reservado Suave foi criado para atender especificamente o paladar brasileiro, que tem uma predileção histórica por vinhos mais adocicados. Diferente dos “vinhos suaves de garrafão” feitos com uvas de mesa, este é elaborado com uvas viníferas chilenas, oferecendo uma qualidade superior de fruta e estrutura.

A cor é um vermelho rubi claro e brilhante. No aroma, as frutas vermelhas aparecem maduras, quase como em uma geleia. O paladar é macio, sem arestas de tanino e com uma doçura pronunciada, mas que não chega a ser enjoativa, mantendo um frescor agradável graças à acidez natural das uvas.

É um vinho de entrada, descomplicado, feito para ser bebido sem cerimônia. Ele é uma excelente transição para quem quer sair dos vinhos de mesa nacionais e começar a explorar os importados, mas ainda estranha o sabor seco e adstringente dos tintos tradicionais.

A versatilidade é um ponto forte: pode ser servido gelado como aperitivo ou acompanhar sobremesas, queijos azuis (pelo contraste doce-salgado) e pratos agridoces. A garrafa segue o padrão clássico da linha Reservado, transmitindo confiança.

O preço é extremamente acessível, competindo diretamente com rótulos nacionais. É um campeão de vendas por entregar exatamente o que seu público busca: facilidade de beber, sabor doce agradável e a chancela de uma grande vinícola internacional.

Ideal para: Iniciantes no mundo do vinho, pessoas que não gostam de bebidas secas e acompanhamento de sobremesas. É o vinho perfeito para servir em festas onde o público tem gostos variados.

Ficha técnica
PaísChile
ProdutorConcha y Toro
TipoRosé Suave (Doce)
UvaBlend Viníferas
Teor Alcoólico12%
Temperatura8°C a 10°C
SaborDoce e Frutado
Volume750ml
PreçoEconômico
HarmonizaçãoSobremesas, Queijos
FechamentoRolha/Rosca
CorRubi Claro

Prós e contras

Prós
  • Doçura agradável: Fácil de beber.
  • Qualidade superior: Melhor que vinhos de mesa.
  • Preço baixo: Excelente para o dia a dia.
  • Marca forte: Concha y Toro é garantia.
  • Sem taninos: Não “amarra” a boca.
  • Acessível: Porta de entrada para vinhos.
Contras
  • Muito doce: Não agrada quem gosta de seco.
  • Simples: Pouca complexidade aromática.
  • Preconceito: Puristas evitam vinhos suaves.

Perfil indicado: Quem tem “formiga” no paladar. Se você acha que vinho seco tem gosto de “cabo de guarda-chuva” e prefere algo macio, docinho e frutado, este Reservado Suave foi feito sob medida para você.

Nossa opinião

O Reservado Suave não tem vergonha de ser doce, e isso é ótimo. Ele respeita o gosto de milhões de brasileiros. É um vinho chileno bem feito, com uvas de verdade, mas com aquele toque de açúcar que torna o gole fácil. Geladinho, acompanha um bolo de chocolate divinamente. – Sofia Ribeiro

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9. Melhor Blend Francês: Claude Val Rosé


Claude Val Rosé

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O Claude Val Rosé traz o charme do sul da França para a sua taça. Produzido na região do Languedoc pelo renomado Domaines Paul Mas, este vinho é um “blend” complexo de uvas (Grenache, Cinsault e Syrah), resultando em um perfil aromático sofisticado que remete a flores do campo e frutas cítricas.

Sua cor rosa pálido é a assinatura de elegância dos vinhos da região. Na boca, ele é delicado, com uma mineralidade sutil e acidez refrescante, mas com corpo suficiente para não passar despercebido. É um vinho seco, sério, mas ao mesmo tempo festivo e solar.

A experiência de degustação é superior, revelando camadas de sabor que vinhos mais simples não possuem. Você sente a cereja, depois um toque de limão, depois uma nota floral. Essa complexidade faz dele um excelente acompanhamento para pratos de frutos do mar refinados, como lagosta ou vieiras.

A apresentação é clássica e clean, típica dos vinhos franceses modernos que prezam pela clareza. A tampa de rosca facilita o consumo, mantendo a informalidade que o rosé pede. É um vinho que fala baixo, sem excessos de açúcar ou madeira, focando na pureza da fruta.

O preço é surpreendente para um importado francês dessa qualidade. Ele compete com vinhos sul-americanos em valor, mas entrega um estilo europeu distinto, mais focado na acidez e na elegância do que na potência da fruta madura.

Ideal para: Almoços de domingo com frutos do mar, dias de sol e quem busca um perfil de vinho mais europeu (menos doce, mais ácido e elegante). Perfeito para quem quer fugir do óbvio sul-americano.

Ficha técnica
PaísFrança
RegiãoLanguedoc
UvasGrenache, Cinsault, Syrah
Teor Alcoólico12,5%
TipoRosé Seco
CorRosa Pálido
EstiloElegante e Mineral
Temperatura10°C
HarmonizaçãoFrutos do Mar, Saladas
ProdutorDomaines Paul Mas
Volume750ml
FechamentoScrew Cap

Prós e contras

Prós
  • Estilo Francês: Elegância e sutileza.
  • Complexidade: Blend de uvas bem feito.
  • Cor linda: Rosa pálido muito atraente.
  • Gastronômico: Acidez perfeita para comida.
  • Preço: Ótimo valor para um francês.
  • Fresco: Muito fácil de beber.
Contras
  • Discreto: Pode parecer leve demais para alguns.
  • Seco: Acidez marcada não é para todos.
  • Distribuição: Menos comum em mercados pequenos.

Perfil indicado: Quem aprecia a escola francesa de vinhos, onde a elegância e a acidez valem mais que o açúcar e o álcool. Se você gosta de vinhos brancos secos e quer transicionar para o rosé, este é o caminho natural.

Nossa opinião

O Claude Val Rosé é a sofisticação acessível. Ele tem aquele “je ne sais quoi” dos vinhos do sul da França: leveza, cor linda e um sabor que te transporta para o Mediterrâneo. É o vinho que eu levaria para um encontro onde quero impressionar pelo bom gosto sem gastar uma fortuna. – Sofia Ribeiro

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10. Melhor Custo-Benefício Malbec: Las Perdices Chac Chac Rosé


Las Perdices Chac Chac Rosé

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O Las Perdices Chac Chac Rosé é um achado no mundo dos vinhos argentinos. Produzido em Mendoza, ele utiliza a uva emblemática do país, a Malbec, para criar um rosé de estilo moderno, fresco e muito acessível. A linha Chac Chac é conhecida por sua jovialidade e foco na fruta pura.

A coloração é vibrante e o aroma traz notas intensas de framboesa e morango, típicas da Malbec vinificada em rosé. Na boca, surpreende pelo volume e maciez; é um vinho que preenche o paladar sem ser pesado, com uma acidez equilibrada que convida ao próximo gole.

Sua grande vantagem é o custo-benefício. Ele entrega uma qualidade de vinificação que muitas vezes só é encontrada em faixas de preço superiores. É um vinho seco, mas a maturação da fruta em Mendoza confere uma sensação de doçura natural (sem açúcar residual) que agrada muito o paladar brasileiro.

A apresentação é moderna, com rótulo clean e screw cap, facilitando o serviço em qualquer lugar. É o vinho perfeito para ter na geladeira para um happy hour improvisado ou para levar em um churrasco onde você quer beber algo diferente de cerveja.

A vinícola Viña Las Perdices tem ganhado destaque pela consistência. Este rosé é a prova de que a Argentina pode competir de igual para igual com os chilenos no segmento de vinhos rosés de entrada, oferecendo talvez um pouco mais de corpo e fruta.

Ideal para: Quem gosta de vinhos com muita presença de fruta e corpo médio. Perfeito para acompanhar carnes magras grelhadas, empanadas ou massas com molho rosé.

Ficha técnica
PaísArgentina
RegiãoMendoza
UvaMalbec
Teor Alcoólico13%
TipoRosé Seco
CorRosa Brilhante
AromaFrutas Vermelhas Intensas
HarmonizaçãoCarnes Brancas, Massas
FechamentoScrew Cap
CorpoMédio
Volume750ml
Custo-BenefícioAlto

Prós e contras

Prós
  • Valor: Muita qualidade por um preço baixo.
  • Corpo: Mais estruturado que a média.
  • Frutado: Explosão de frutas vermelhas.
  • Prático: Screw cap é ideal.
  • Versátil: Vai bem com comida e sozinho.
  • Moderno: Estilo atual de vinho argentino.
Contras
  • Álcool: 13% pode ser alto para dias muito quentes.
  • Simples: Final de boca curto.
  • Acidez: Moderada, menos cortante.

Perfil indicado: Quem busca um vinho tinto leve ou um rosé encorpado. Se você gosta da uva Malbec e quer uma versão refrescante dela para o verão, sem gastar muito, o Chac Chac é a escolha inteligente.

Nossa opinião

O Chac Chac Rosé surpreende. Pelo preço, você não espera tanta presença de fruta e equilíbrio. Ele tem aquela maciez típica da Malbec que agrada fácil. É um vinho despojado, perfeito para abrir numa terça-feira à noite sem precisar de motivo especial. – Sofia Ribeiro

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Guia de compra: Como escolher o melhor vinho rosé?

1. Entenda o nível de doçura e estilo

A primeira coisa a definir é se você prefere um vinho seco ou suave (doce). Vinhos rosés secos, como os de Provence ou Malbecs argentinos, têm acidez marcada e são ideais para acompanhar refeições. Vinhos suaves ou demi-sec, como o Reservado Suave ou Mateus, têm açúcar residual perceptível e são melhores para beber sozinhos ou com sobremesas.

Verifique o rótulo ou a ficha técnica. Termos como “Dry”, “Seco” indicam ausência de açúcar perceptível. “Demi-sec”, “Meio Seco” ou “Suave” indicam doçura. O estilo “frisante” (com gás leve), como o Casal Garcia, adiciona uma camada extra de frescor, mas pode não agradar quem busca um vinho tranquilo clássico.

Lembre-se que a cor nem sempre indica doçura. Rosés pálidos podem ser super secos, e rosés escuros também. O visual hoje em dia é mais uma escolha estilística do enólogo do que um indicador de sabor, embora os mais claros tendam a ser mais delicados e os mais escuros mais encorpados.

2. Regiões e uvas: O que esperar de cada uma

A origem do vinho diz muito sobre seu perfil. A região de Provence, na França, é a referência mundial para rosés pálidos, elegantes, secos e minerais. Já Portugal, com seus Vinhos Verdes, produz rosés jovens, ácidos e levemente frisantes. O Novo Mundo (Chile e Argentina) tende a fazer vinhos com sabor de fruta mais madura e intensa.

As uvas também influenciam. Grenache e Cinsault (França) geram vinhos florais e delicados. Malbec (Argentina) e Syrah (Chile) produzem rosés com mais corpo, cor e notas de frutas vermelhas como morango e cereja. Cabernet Sauvignon costuma gerar rosés mais estruturados e herbáceos.

Não se prenda a regras rígidas, mas use a região como guia. Se quer elegância, busque França. Se quer frescor vibrante, Portugal. Se quer custo-benefício e fruta, Chile e Argentina são imbatíveis.

  • França (Provence): Pálido, seco, elegante, mineral.
  • Portugal (Vinho Verde): Jovem, ácido, frisante.
  • Chile/Argentina: Frutado, cor mais viva, bom preço.
  • Malbec Rosé: Notas de violeta e cereja, corpo médio.
  • Syrah Rosé: Especiarias, cor intensa, gastronômico.

3. Temperatura de serviço correta

O vinho rosé deve ser servido gelado, mas não congelante. A temperatura ideal varia entre 8°C e 10°C para a maioria dos rosés secos. Se estiver muito gelado (abaixo de 6°C), você perde os aromas; se estiver quente (acima de 12°C), o álcool se sobressai e o vinho parece pesado.

Para vinhos do estilo “Ice” (como o Rosé Piscine), a regra muda: eles são feitos para serem bebidos entre 4°C e 6°C, com pedras de gelo na taça. O gelo ajuda a diluir a doçura concentrada e manter a temperatura baixa sob o sol forte.

Use um balde com água e gelo para resfriar a garrafa rapidamente (cerca de 20 minutos). Na geladeira, deixe por pelo menos 2 horas antes de servir. Nunca coloque o vinho no freezer para “agilizar” se puder evitar, pois o choque térmico pode alterar o sabor.

Estilo de VinhoTemperatura Ideal
Rosé Leve / Vinho Verde6°C a 8°C
Rosé Encorpado / Seco8°C a 10°C
Rosé Espumante6°C a 8°C
Rosé Ice (com gelo)4°C a 6°C
Rosé Suave / Doce6°C a 8°C

4. Harmonização com alimentos

O rosé é o rei da versatilidade na mesa. Ele fica no meio termo entre o branco e o tinto, combinando a acidez de um com a estrutura de fruta do outro. Isso o torna perfeito para pratos difíceis de harmonizar, como paella, comida tailandesa, sushis e charcutaria.

Rosés mais leves (estilo Provence ou Vinho Verde) vão bem com saladas, queijo de cabra, frutos do mar e peixes grelhados. Rosés mais estruturados (Malbec, Syrah) aguentam carnes brancas, lombo suíno, pizzas e massas com molho de tomate.

A regra de ouro é: pratos leves pedem vinhos leves; pratos condimentados ou gordurosos pedem vinhos com mais acidez e corpo para “limpar” o paladar. O rosé também é fantástico com churrasco, especialmente para acompanhar linguiças e frango antes da carne vermelha pesada.

5. Fechamento: Rolha ou Screw Cap?

Esqueça o mito de que vinho bom tem que ter rolha de cortiça. Para vinhos rosés, que devem ser consumidos jovens (em até 2 ou 3 anos após a colheita) para preservar o frescor, a tampa de rosca (screw cap) é tecnicamente superior. Ela veda completamente, impedindo a entrada de oxigênio que oxidaria o vinho.

A rolha de cortiça é importante para vinhos de guarda que precisam “respirar” e evoluir por anos na garrafa, o que não é o caso de 99% dos rosés. Além disso, a screw cap é extremamente prática para abrir em piqueniques ou na praia, sem precisar de saca-rolhas.

Portanto, não julgue a qualidade pela tampa. Muitos dos melhores rosés do Novo Mundo (e até da França) já adotaram a rosca. Escolha pela praticidade e pela garantia de que o vinho estará fresco ao abrir.

  • Screw Cap (Rosca): Ideal para rosés jovens. Prático e seguro.
  • Rolha de Cortiça: Tradicional, mas com risco de “bouchonné”.
  • Rolha Sintética: Veda bem, difícil de recorkar.
  • Vinho Jovem: Rosé deve ser bebido em 1-2 anos.
  • Oxidação: Inimiga do frescor do rosé.

6. Ocasião de consumo

Pense onde e com quem você vai beber. Para uma festa na piscina ou praia, vinhos descomplicados, frisantes ou do estilo “Ice” são os melhores, pois focam na refrescância. Garrafas bonitas e rótulos modernos também ajudam a compor o clima festivo.

Para um jantar romântico ou uma refeição especial, invista em um rosé mais gastronômico e seco, com maior complexidade aromática, como um francês de Provence ou um reserva argentino. A elegância do vinho deve acompanhar a sofisticação do prato.

Para o dia a dia, “vinhos de combate” com bom custo-benefício (chilenos de entrada) são ideais. Eles entregam sabor honesto sem pesar no bolso, permitindo que você tenha sempre uma garrafa na geladeira para abrir no jantar de terça-feira.

OcasiãoRecomendação
Piscina / PraiaRosé Piscine, Casal Garcia
Jantar RomânticoTrivento, Claude Val
ChurrascoSanta Helena, Chac Chac
Festa / BaladaJP Chenet Ice, Mateus
Dia a DiaCasillero, Reservado

7. Teor alcoólico e corpo

O teor alcoólico influencia a sensação de “peso” e calor do vinho. Rosés mais leves, como os Vinhos Verdes, têm cerca de 9% a 10% de álcool, sendo perfeitos para beber em maior quantidade no calor sem embriagar rapidamente. São vinhos “de sede”.

Rosés secos tradicionais variam entre 12% e 13,5%. Eles têm mais corpo e estrutura, comportando-se mais como vinhos sérios à mesa. Quanto maior o álcool, mais “quente” o vinho parece na boca, o que pode ser desagradável em dias de calor extremo se o vinho não estiver bem gelado.

Verifique o rótulo. Se busca leveza absoluta, fique abaixo dos 11%. Se quer um vinho que substitua um tinto leve no jantar, opções entre 12,5% e 13,5% entregarão a estrutura necessária para enfrentar a comida.

8. Visual e cor do vinho

A cor do rosé vem do tempo de contato da casca da uva tinta com o suco. Rosés pálidos (casca de cebola) tiveram contato brevíssimo. Rosés escuros (cereja) tiveram contato maior. Hoje, a tendência mundial é de rosés pálidos, associados à elegância e ao estilo Provence.

No entanto, cor escura não significa má qualidade. Muitas vezes indica um vinho com mais corpo, mais tanino e sabores de frutas mais maduras, comum em rosés de Malbec ou Syrah do Novo Mundo. Não tenha preconceito com rosés mais corados; eles podem ser deliciosamente frutados.

Cuidado apenas com vinhos que pareçam alaranjados ou marrons (se não for o estilo da uva), pois isso pode indicar oxidação e que o vinho já passou do seu tempo ideal de consumo. O rosé deve ser brilhante e vivo.

  • Rosa Pálido: Estilo Provence, delicado, floral.
  • Rosa Salmão: Clássico, equilíbrio entre fruta e acidez.
  • Rosa Cereja: Novo Mundo, mais corpo, fruta madura.
  • Rosa Choque: Geralmente vinhos doces ou muito concentrados.
  • Alaranjado: Pode indicar vinho velho/oxidado (cuidado).

9. Safra: Beba jovem

Ao contrário dos grandes tintos que melhoram com décadas, o vinho rosé é feito para ser bebido jovem. A graça dele está no frescor, na acidez vibrante e nos aromas primários de fruta e flor. Com o tempo, ele perde essa vivacidade e fica “chato”.

Procure comprar sempre a safra mais recente disponível no mercado. Um rosé com mais de 3 ou 4 anos já pode estar em declínio (salvo raras exceções de rosés de guarda ultra premium). Verifique o ano na garrafa: em 2026, procure safras de [year-1] ou [year-2].

Vinhos sem safra declarada (comuns em frisantes ou vinhos de mesa básicos) devem ter giro rápido na prateleira. Compre em lojas com boa rotatividade para garantir que não está levando uma garrafa que ficou “cozinhando” no estoque por anos.

10. Custo-benefício e preço

O mercado de rosés oferece tesouros em todas as faixas de preço. Não é preciso gastar uma fortuna para beber bem. Excelentes rosés chilenos e portugueses estão na faixa de entrada e entregam muita qualidade. O preço sobe quando falamos de regiões famosas (Provence) ou métodos de produção específicos.

Defina seu orçamento. Para o dia a dia, vinhos até R$ 50,00 resolvem muito bem. Para ocasiões especiais, a faixa de R$ 80,00 a R$ 120,00 abre portas para vinhos mais complexos e refinados. Acima disso, você paga pela exclusividade e marcas de luxo.

Avalie o que o vinho oferece: se é apenas um “vinho de piscina”, não faz sentido pagar preço de vinho de guarda. O melhor custo-benefício é aquele que se adequa à proposta do momento. Às vezes, um Santa Helena de R$ 35,00 é a melhor compra para um churrasco informal.

Perguntas frequentes sobre os melhores vinhos rosé em 2026

1. Qual a diferença entre vinho rosé seco e suave?

A diferença está na quantidade de açúcar residual após a fermentação. O vinho rosé seco tem pouco açúcar (quase imperceptível), destacando a acidez e os sabores da fruta. O vinho suave (ou doce) mantém uma quantidade maior de açúcar, resultando em uma bebida adocicada, mais fácil de beber para iniciantes, mas menos gastronômica para harmonizar com pratos salgados.

2. Pode colocar gelo no vinho rosé?

Tradicionalmente, não se recomenda colocar gelo no vinho pois dilui o sabor e a estrutura. Porém, existem vinhos feitos especificamente para isso, como o Rosé Piscine e o JP Chenet Ice, que são mais concentrados. Se for um rosé comum barato e o dia estiver muito quente, colocar uma pedra de gelo não é pecado, desde que você goste. O importante é a sua satisfação.

3. Como é feito o vinho rosé? É mistura de tinto e branco?

Na maioria dos vinhos de qualidade, não é mistura. O método mais comum é a maceração curta: uvas tintas são esmagadas e as cascas ficam em contato com o suco por poucas horas (em vez de dias como no tinto), tingindo o líquido de rosa. Depois, as cascas são removidas e o vinho fermenta como um branco. A mistura de tinto e branco é permitida apenas em poucos casos, como no Champanhe Rosé.

4. Vinho rosé harmoniza com pizza?

Sim, é uma das melhores harmonizações! A acidez do rosé corta a gordura do queijo, enquanto o sabor frutado combina com o molho de tomate. Rosés mais encorpados e secos vão muito bem com pizzas de calabresa, marguerita ou frango com catupiry, sendo uma alternativa mais leve que o vinho tinto e mais interessante que a cerveja.

5. Quanto tempo dura uma garrafa de rosé aberta?

Depois de aberto, o vinho rosé começa a oxidar e perder seus aromas frescos. O ideal é consumir a garrafa no mesmo dia. Se sobrar, tampe bem (com a própria rolha ou tampa específica de vácuo) e guarde na geladeira por no máximo 2 a 3 dias. Depois disso, ele ainda pode ser bebido, mas estará com sabor “chato” e sem vida.

6. O que é um vinho rosé de Provence?

Provence é uma região no sul da França famosa por produzir os rosés mais icônicos do mundo. Eles são conhecidos pela cor rosa pálido (casca de cebola), aromas delicados de flores e frutas cítricas, e paladar seco e mineral. São vinhos elegantes, considerados a referência de qualidade para o estilo, mas costumam ser mais caros.

7. Qual a temperatura ideal para servir rosé?

A temperatura ideal fica entre 8°C e 10°C. Se estiver muito gelado (como cerveja), você não sentirá os aromas. Se estiver temperatura ambiente, parecerá alcoólico e pesado. Tire da geladeira uns 15 minutos antes de servir ou mantenha no balde com gelo e água para atingir o ponto perfeito de refrescância.

8. Rosé combina com churrasco?

Com certeza. O rosé é excelente para começar o churrasco, acompanhando linguiças, asinhas de frango, pão de alho e queijo coalho. Sua acidez limpa a gordura e o frescor combate o calor da churrasqueira. Para carnes vermelhas muito pesadas, um tinto pode ser melhor, mas um rosé encorpado de Malbec segura bem cortes suínos e carnes magras.

9. Vinho Verde é verde ou rosé?

Vinho Verde é o nome de uma região em Portugal, não da cor do vinho. Existem Vinhos Verdes brancos, tintos e rosés. O “Casal Garcia Rosé”, por exemplo, é um Vinho Verde Rosé. Eles são caracterizados pela acidez alta, juventude e leve gás (agulha), sendo extremamente frescos e ideais para o verão.

10. Rosé tem menos calorias que tinto ou branco?

Geralmente, as calorias são similares, girando em torno de 70-80 kcal por 100ml para vinhos secos. O que aumenta a caloria é o açúcar e o álcool. Vinhos suaves (doces) são mais calóricos. Rosés com menor teor alcoólico (como alguns Vinhos Verdes de 9,5%) tendem a ser ligeiramente menos calóricos que tintos potentes de 14%, mas a diferença não é drástica.

Sofia Ribeiro