Melhor óleo para motor de moto: Os 10 melhores em 2026

Garanta a longevidade e o desempenho máximo da sua motocicleta escolhendo os melhores óleos para motor, essenciais para lubrificação eficiente e proteção contra desgaste em altas rotações.

A escolha do lubrificante correto é a decisão de manutenção mais crítica para qualquer motociclista, pois os motores de moto operam em regimes de rotação e temperatura muito superiores aos dos carros. Diferente dos automóveis, a maioria das motos compartilha o óleo do motor com o câmbio e a embreagem, exigindo aditivos específicos que evitem o deslizamento dos discos e garantam trocas de marcha precisas.

Para definir nossa lista, avaliamos critérios técnicos rigorosos como a viscosidade, a base do óleo (mineral, semissintético ou sintético) e as normas JASO e API. A viscosidade correta garante que o filme lubrificante se mantenha estável tanto na partida a frio quanto no pico de calor do meio-dia, enquanto a base determina a durabilidade do fluido e sua resistência à oxidação em longos intervalos.

Nossa metodologia incluiu a análise das especificações das principais montadoras, como Honda e Yamaha, cruzando com a reputação das marcas de lubrificantes no mercado brasileiro. Priorizamos produtos que oferecem proteção superior contra a borra, estabilidade térmica e que atendem às exigências de motocicletas urbanas, estradeiras e esportivas, resultando em um guia confiável para manter sua máquina rodando suavemente em 2026.

🏆 Lista dos melhores óleos para motor de moto em 2026

ProdutoAvaliaçãoDestaquePreço
4,8
Melhor Desempenho Geral

Tecnologia Éster que garante trocas de marcha suaves e proteção superior.

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4,7
Melhor Custo-Benefício

O óleo mais confiável e vendido para motos urbanas de baixa cilindrada.

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4,5
Melhor Opção Premium

Fórmula 100% sintética de cor vermelha para motos de alta performance.

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5,0
Melhor Preço Baixo

Opção econômica da Petrobras que atende perfeitamente o uso diário.

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4,4
Melhor para Honda

Especificação exata recomendada para a maioria das motos Honda modernas.

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4,8
Melhor Original Yamaha

Formulado especificamente para garantir a durabilidade dos motores Yamaha.

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4,6
Melhor Durabilidade

Tecnologia que adere às partes do motor garantindo proteção contínua.

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4,7
Melhor Intermediário

Qualidade Motul com tecnologia HC-Tech por um preço mais acessível.

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5,0
Melhor Semissintético Econômico

Alternativa acessível para motores que exigem viscosidade 10W30.

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10º
5,0
Melhor para 2 Tempos

Lubrificante específico de queima limpa para motores 2 tempos.

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Análise detalhada dos melhores óleos para motor de moto em 2026

1. Melhor Desempenho Geral: Motul 5100 4T 10W40 Technosynthese


Motul 5100 4T 10W40 Technosynthese

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O Motul 5100 4T 10W40 Technosynthese é amplamente reconhecido como a referência em lubrificantes semissintéticos de alta performance. Sua embalagem icônica traz a tecnologia exclusiva Technosynthese reforçada com Éster, um aditivo que cria uma película magnética nas peças metálicas. Isso garante proteção instantânea na partida, reduzindo drasticamente o atrito inicial onde ocorre a maior parte do desgaste.

Sua formulação é projetada para resistir a temperaturas extremas, mantendo a viscosidade estável mesmo em congestionamentos urbanos ou viagens longas. O pacote de aditivos anti-desgaste prolonga a vida útil do motor e das engrenagens do câmbio, resultando em um funcionamento mais silencioso e suave. A cor âmbar translúcida facilita a verificação do nível e da condição do óleo.

O grande diferencial técnico deste produto é a melhoria sensível no acionamento da embreagem. Motociclistas relatam que as trocas de marcha se tornam mais precisas e o neutro é encontrado com mais facilidade. Além disso, ele atende às normas JASO MA2, garantindo o atrito ideal para evitar o deslizamento dos discos de embreagem.

A usabilidade é favorecida pela embalagem ergonômica com bico extensor, que facilita o despejo no cárter sem a necessidade de funis, evitando sujeira. É compatível com uma vasta gama de motocicletas modernas, incluindo modelos da Yamaha, Kawasaki e Suzuki que exigem a viscosidade 10W40.

Embora tenha um preço superior aos minerais comuns, o custo-benefício se justifica pela proteção estendida e pela performance superior. É um investimento na saúde do motor a longo prazo, sendo a escolha ideal para quem não abre mão de qualidade e quer sentir a moto respondendo melhor a cada aceleração.

Ideal para: Motociclistas exigentes com motos de média e alta cilindrada, ou proprietários de motos urbanas que rodam muito e desejam suavidade nas trocas de marcha. Perfeito para quem busca proteção superior à dos óleos minerais básicos.

Ficha técnica
Viscosidade10W40
BaseSemissintético (Technosynthese)
NormasAPI SM / SL / SJ / SH / SG
HomologaçãoJASO MA2
TecnologiaReforçado com Éster
Volume1 Litro
AplicaçãoMotor 4 Tempos
OrigemFrança / Importado
ProteçãoAlta resistência térmica
IndicaçãoUso urbano e estrada
CorÂmbar
EmbalagemCom bico aplicador

Prós e contras

Prós
  • Tecnologia Éster: Maior aderência e proteção.
  • Trocas suaves: Melhora o câmbio sensivelmente.
  • Estabilidade: Resiste bem ao calor intenso.
  • Versatilidade: Atende diversas marcas e modelos.
  • JASO MA2: Perfeito para embreagem banhada.
  • Marca líder: Confiança e tradição Motul.
Contras
  • Preço: Mais caro que concorrentes nacionais.
  • Disponibilidade: Pode faltar em oficinas pequenas.
  • Falsificação: Exige cuidado na compra (verificar lacre).

Perfil indicado: Proprietários de motos que valorizam a performance e a durabilidade acima da economia imediata. Se você sente o câmbio duro ou o motor áspero com outros óleos, o Motul 5100 é a solução técnica recomendada para resolver esses desconfortos.

Nossa opinião

O Motul 5100 10W40 transforma a experiência de pilotagem. Não é apenas marketing: você realmente sente o câmbio mais macio e o motor trabalhando “redondo”. A tecnologia Éster faz diferença na partida a frio, protegendo o motor naquele momento crítico onde o óleo ainda não circulou totalmente. Vale cada centavo extra. – Sofia Ribeiro

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2. Melhor Custo-Benefício: Mobil Super Moto 20W50 Mineral


Mobil Super Moto 20W50 Mineral

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O Mobil Super Moto 20W50 Mineral é o cavalo de batalha do mercado brasileiro, conhecido por ser a escolha padrão para milhões de motos urbanas e de trabalho. Sua base mineral é robusta e formulada para lidar com as condições severas de uso diário, como o “anda e para” do trânsito, onde o motor aquece muito sem ventilação adequada.

A viscosidade 20W50 é ideal para motores com mais quilometragem ou projetos mais antigos que exigem um óleo mais “grosso” para preencher as folgas e manter a compressão. Ele oferece uma vedação eficiente dos anéis do pistão, o que pode ajudar a reduzir o consumo de óleo em motores que já rodaram bastante.

A proteção contra o desgaste é garantida pelo pacote de aditivos que atende à norma API SL. Embora não seja a mais recente, é perfeitamente adequada para a proposta de motos street de 125cc a 300cc. A fórmula também foca na limpeza, ajudando a evitar a formação de borras e depósitos de carbono nas válvulas e pistões.

Sua facilidade de uso está na disponibilidade: é um óleo encontrado em qualquer lugar, facilitando trocas de emergência ou completagem de nível. A compatibilidade com a embreagem úmida é total, seguindo a norma JASO MA, garantindo que a moto não patine nas arrancadas.

O custo-benefício é imbatível. Ele entrega exatamente o que promete por um preço muito acessível. Para motoboys e quem usa a moto como ferramenta de trabalho, a economia nas trocas frequentes (a cada 1.000 ou 1.500 km) faz uma diferença enorme no orçamento mensal.

Ideal para: Motos de baixa cilindrada (Titan, Fan, YBR) e motores mais rodados que consomem um pouco de óleo. Recomendado para uso urbano intenso e para quem busca uma manutenção econômica sem arriscar a integridade do motor com marcas desconhecidas.

Ficha técnica
Viscosidade20W50
BaseMineral
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA2
AplicaçãoMotor, embreagem e câmbio
Volume1 Litro
FocoLimpeza e Proteção
ResistênciaOxidação e calor
IndicaçãoMotos Street / Trail
MarcaMobil
PopularidadeLíder de vendas
UsoDiário / Trabalho

Prós e contras

Prós
  • Preço acessível: Excelente para trocas frequentes.
  • Confiabilidade: Marca tradicional e provada.
  • Viscosidade alta: Bom para motores cansados.
  • JASO MA2: Evita patinação da embreagem.
  • Limpeza: Aditivos detergentes eficientes.
  • Disponibilidade: Fácil de achar em todo lugar.
Contras
  • Base Mineral: Menor durabilidade que sintéticos.
  • Troca curta: Exige substituição mais frequente.
  • Partida a frio: Mais viscoso no inverno.

Perfil indicado: Trabalhadores autônomos e proprietários de motos utilitárias que rodam muito e precisam manter o custo de manutenção baixo. Se sua moto pede óleo mineral no manual ou já tem alta quilometragem, este é o produto certo.

Nossa opinião

O Mobil Super Moto 20W50 é o “arroz com feijão” bem feito. Não tem tecnologias espaciais, mas cumpre sua função com honestidade. É o óleo que mantém o Brasil rodando sobre duas rodas. Para quem faz a troca religiosamente a cada mil quilômetros, ele oferece proteção mais do que suficiente para o motor durar anos. – Sofia Ribeiro

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3. Melhor Opção Premium: Motul 7100 4T 10W40 100% Sintético


Motul 7100 4T 10W40 100% Sintético

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O Motul 7100 4T 10W40 100% Sintético é a joia da coroa para motocicletas de alta cilindrada e esportivas. Sua coloração vermelha é inconfundível e indica uma formulação 100% sintética baseada em Éster de última geração. Este óleo foi desenvolvido para suportar rotações extremas e temperaturas onde óleos convencionais falhariam catastróficamente.

A estabilidade ao cisalhamento (quebra da molécula do óleo) é excepcional. Isso significa que mesmo após milhares de quilômetros de uso intenso, a viscosidade permanece constante, garantindo pressão de óleo ideal em todas as partes do motor. Para motos que operam em track days ou viagens de longa distância em alta velocidade, essa característica é vital.

A tecnologia Éster oferece um coeficiente de tração muito baixo, liberando potência extra do motor ao reduzir o atrito interno. Simultaneamente, ela garante uma aderência molecular nas peças metálicas que protege o motor mesmo quando desligado por longos períodos. O pacote de aditivos SN é o mais moderno disponível, garantindo limpeza absoluta.

A experiência sensorial também é aprimorada: o 7100 é conhecido por eliminar ruídos mecânicos e tornar o engate das marchas “manteiga”, suave e preciso. Ele é totalmente compatível com conversores catalíticos modernos, ajudando a manter as emissões dentro dos padrões ambientais.

O preço é alto, refletindo a qualidade dos componentes importados. Porém, para quem tem uma moto de 4 cilindros, big trail ou naked de alta performance, usar um óleo inferior é uma economia que não vale o risco. O 7100 oferece a tranquilidade de saber que o motor está blindado.

Ideal para: Motos esportivas, superbikes, naked de alta cilindrada e motos de turismo que exigem o máximo de proteção. Indispensável para quem pratica pilotagem esportiva ou quer extrair cada cavalo de potência do motor.

Ficha técnica
Viscosidade10W40
Base100% Sintético
NormasAPI SN / SM / SL
HomologaçãoJASO MA2
CorVermelho
TecnologiaÉster Core®
AplicaçãoAlta Performance
Volume1 Litro
OrigemFrança
ResistênciaExtrema ao cisalhamento
DiferencialLiberação de potência
UsoEstrada / Pista

Prós e contras

Prós
  • 100% Sintético: Máxima durabilidade e estabilidade.
  • Proteção Extrema: Ideal para altas rotações.
  • Éster Core: Película lubrificante inquebrável.
  • Cor Vermelha: Fácil identificação visual.
  • API SN: Padrão mais moderno de aditivos.
  • Potência: Reduz atrito interno liberando força.
Contras
  • Custo Elevado: Investimento alto por litro.
  • Excesso: Desnecessário para motos utilitárias básicas.

Perfil indicado: Donos de motos premium (BMW, Ducati, Triumph, Kawasaki, Honda de alta cc) que seguem o manual rigorosamente e buscam o melhor fluido disponível no mercado. É o óleo para quem trata a moto como um bem precioso.

Nossa opinião

O Motul 7100 é mais que um óleo, é um seguro de vida para o motor. A cor vermelha e o cheiro característico já avisam que é um produto diferenciado. Em testes de longa duração, ele sai do motor quase com a mesma viscosidade que entrou. Se você acelera forte, esse é o seu óleo. – Sofia Ribeiro

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4. Melhor Preço Baixo: Lubrax Essencial 4T 20W50


Lubrax Essencial 4T 20W50

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O Lubrax Essencial 4T 20W50 é a prova de que qualidade não precisa custar caro. Produzido pela Petrobras, este óleo mineral é desenvolvido pensando nas condições climáticas e de combustível do Brasil. Ele é extremamente popular entre frotistas e entregadores devido ao seu preço competitivo e eficácia comprovada.

Sua formulação balanceada oferece proteção contra o desgaste das peças móveis e corrosão, além de controlar a formação de espuma em altas rotações, o que é crucial para manter a pressão do sistema de lubrificação. A viscosidade 20W50 é estável e adequada para a grande maioria das motos refrigeradas a ar em circulação no país.

Este óleo atende à especificação API SL, garantindo um nível de aditivação moderno para limpeza do motor. A compatibilidade com embreagens úmidas é certificada pela JASO MA, assegurando que a moto transmita a potência para a roda sem “patinar”, mesmo em subidas íngremes ou com carga.

A usabilidade é direta: é um produto simples e honesto. Não possui os aditivos sofisticados dos sintéticos, mas para motores de baixa complexidade, ele faz exatamente o que é necessário. A troca recomendada é a cada 1.000 km, e seu baixo custo torna essa manutenção preventiva leve no bolso.

O valor é seu grande trunfo. Em tempos de orçamento apertado, poder comprar um óleo de marca confiável (Petrobras) pelo preço de marcas genéricas é uma vantagem competitiva enorme. Ele garante que você não precise negligenciar a manutenção básica da sua moto.

Ideal para: Motocicletas utilitárias, motofretistas e qualquer pessoa que busque a opção mais econômica sem abrir mão da segurança de uma marca renomada. Excelente para motos mais antigas que já consomem óleo e exigem reposição frequente.

Ficha técnica
Viscosidade20W50
BaseMineral
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA
FabricantePetrobras
AplicaçãoMotos 4 Tempos
Volume1 Litro
FocoCusto baixo
CorÂmbar escuro
UsoUrbano severo
ProteçãoAnti-desgaste básico
DisponibilidadePostos e oficinas

Prós e contras

Prós
  • Preço imbatível: O mais barato da lista confiável.
  • Marca nacional: Produto adaptado ao nosso clima.
  • Proteção SL: Aditivação moderna para minerais.
  • JASO MA: Seguro para embreagens.
  • Fácil acesso: Vende em qualquer posto BR.
Contras
  • Durabilidade: Degrada mais rápido que sintéticos.
  • Simples: Sem aditivos de alta performance.

Perfil indicado: Motociclistas práticos e econômicos. Se a sua moto é usada para batalha diária e você faz as trocas religiosamente no prazo curto, o Lubrax Essencial vai manter seu motor protegido gastando o mínimo possível.

Nossa opinião

O Lubrax Essencial 4T é a escolha racional. Ele não tem o glamour das marcas importadas, mas tem a solidez da Petrobras por trás. Para uma CG 150 ou YBR usada no dia a dia, ele é perfeito. Cumpre a função, protege o motor e sobra dinheiro para a gasolina. – Sofia Ribeiro

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5. Melhor para Honda: Mobil Super Moto 10W30 Semissintético


Mobil Super Moto 10W30 Semissintético

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O Mobil Super Moto 10W30 Semissintético foi desenvolvido para atender especificamente à demanda de motos modernas, em especial a linha Honda fabricada após 2026, que passou a exigir viscosidade mais baixa. Sua fórmula semissintética combina a resistência térmica dos óleos sintéticos com a economia dos minerais, oferecendo o melhor dos dois mundos.

A viscosidade 10W30 proporciona uma partida a frio muito mais rápida, garantindo lubrificação imediata no comando de válvulas, uma área crítica em motos como a CB 300 e XRE 300. Além disso, por ser menos viscoso, ele oferece menor resistência ao movimento do pistão, o que se traduz em uma leve economia de combustível e motor trabalhando mais livre.

A tecnologia empregada foca na proteção contra o desgaste prematuro e na durabilidade. Diferente dos óleos minerais puros, este semissintético mantém suas propriedades por mais tempo, permitindo intervalos de troca seguros conforme o manual do proprietário, sem degradação excessiva.

A usabilidade é perfeita para quem segue o manual à risca. Se a tampa de óleo da sua moto diz “10W30”, este é o produto certo. Ele evita a formação de borra e verniz, mantendo o interior do motor limpo, o que é essencial para a longevidade dos componentes.

O preço é ligeiramente superior ao dos minerais 20W50, mas compensa pela proteção superior e pela economia de combustível. É um investimento inteligente para preservar o valor de revenda da sua moto, mantendo o motor com especificações originais de fábrica.

Ideal para: Proprietários de motos Honda (CG Fan, Titan, Bros, Biz, CB Twister, XRE) fabricadas a partir de 2026. Indispensável para quem quer seguir rigorosamente a recomendação do fabricante para garantir a vida útil do motor.

Ficha técnica
Viscosidade10W30
BaseSemissintético
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA2
FocoEconomia de combustível
PartidaRápida a frio
Volume1 Litro
IndicaçãoMotos Honda Pós-2026
ProteçãoMédia/Alta
MarcaMobil
UsoUrbano e Estrada

Prós e contras

Prós
  • Específico: Viscosidade correta para Honda.
  • Semissintético: Maior durabilidade que minerais.
  • Partida rápida: Lubrificação instantânea.
  • Economia: Reduz atrito e consumo de gasolina.
  • Limpeza: Evita formação de borras.
Contras
  • Preço: Mais caro que o 20W50 comum.
  • Específico: Não serve para motos antigas (que usam 20W50).

Perfil indicado: Donos de Honda moderna que não querem arriscar colocando óleo grosso em motor justo. Se você tem uma Titan 160 ou uma Twister nova, este óleo respeita as folgas do seu motor e garante o desempenho original.

Nossa opinião

O Mobil Super Moto 10W30 é a escolha técnica correta para a frota moderna. Muita gente erra colocando 20W50 em moto nova “por hábito”, o que força o motor. Usar este 10W30 garante que sua moto funcione leve, econômica e com a lubrificação chegando rápido onde precisa. – Sofia Ribeiro

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6. Melhor Original Yamaha: Yamalube 4T 20W50 Mineral


Yamalube 4T 20W50 Mineral

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O Yamalube 4T 20W50 Mineral é praticamente uma religião para os proprietários de Yamaha. Desenvolvido pela própria montadora, ele traz a fórmula exata exigida pelos motores da Fazer, Factor, Lander e Ténéré. É um dos poucos casos onde o produto “de fábrica” é amplamente considerado o melhor para a marca, superando opções genéricas.

Sua composição mineral de alta pureza inclui aditivos de fricção otimizados para as caixas de câmbio da Yamaha, conhecidas por serem robustas mas exigentes. O uso deste óleo é famoso por tornar o engate das marchas menos ruidoso (“clunky”) e mais suave, resolvendo uma queixa comum dos proprietários da marca.

A proteção térmica é elevada, projetada para motores que trabalham em altas temperaturas, como os refrigerados a ar e óleo da linha 250cc. Ele cria um filme resistente que previne o desgaste do comando e do pistão mesmo em uso severo. A norma API SL garante limpeza eficiente.

A usabilidade é garantida pela confiança: ao usar Yamalube, você sabe que está colocando exatamente o fluido para o qual o motor foi projetado, eliminando riscos de incompatibilidade. A embalagem é prática e o produto é facilmente encontrado em concessionárias e lojas especializadas.

O preço é um pouco acima dos minerais genéricos, mas a tranquilidade de usar o produto original compensa. Para manter a garantia de fábrica e a performance original da sua Yamaha, não há substituto à altura.

Ideal para: Exclusivamente para proprietários de motocicletas Yamaha (YBR, Factor, Fazer 150/250, Lander, Ténéré 250). É a escolha segura para quem quer manter a moto 100% original e funcionando como nova.

Ficha técnica
Viscosidade20W50
BaseMineral
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA2
MarcaYamalube (Yamaha)
FocoPerformance Original
Volume1 Litro
AplicaçãoMotos Yamaha
ProteçãoCâmbio e Motor
DiferencialEngate suave
CorEscura

Prós e contras

Prós
  • Original: Fórmula exata da Yamaha.
  • Câmbio: Melhora muito as trocas de marcha.
  • Proteção: Ideal para motores Yamaha refrigerados a ar.
  • Confiança: Mantém especificações de fábrica.
  • JASO MA2: Perfeito para embreagem da marca.
Contras
  • Preço: Mais caro que concorrentes minerais.
  • Específico: Focado apenas em Yamaha.

Perfil indicado: O “yamahista” fiel. Se você tem uma Yamaha na garagem, o Yamalube é quase obrigatório. Ele foi feito sob medida para as folgas e materiais do seu motor, garantindo uma durabilidade que óleos genéricos podem não oferecer.

Nossa opinião

O Yamalube 20W50 tem uma legião de fãs por um motivo: ele funciona. Em motos Yamaha, a diferença no câmbio é notável em comparação com óleos de posto. As marchas entram mais fácil e o motor parece mais “solto”. É um pequeno luxo que sua moto merece. – Sofia Ribeiro

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7. Melhor Durabilidade: Castrol Actevo Essential 20W50


Castrol Actevo Essential 20W50

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O Castrol Actevo Essential 20W50 traz a reputação lendária da Castrol para o segmento de óleos minerais. Seu grande trunfo é a tecnologia de moléculas “Actibond”, que se agarram às partes críticas do motor mesmo quando ele está desligado. Isso combate o desgaste da partida a frio, que é o maior vilão da durabilidade em óleos minerais comuns.

A formulação é robusta e projetada para oferecer proteção contínua em altas temperaturas, evitando que o óleo afine demais e perca pressão. Isso é essencial para motos refrigeradas a ar que enfrentam trânsito pesado sob sol forte. Ele mantém a viscosidade estável por mais tempo, garantindo proteção até o final do intervalo de troca.

A limpeza do motor é outro ponto forte, com aditivos que combatem ativamente a formação de depósitos de carbono. Isso ajuda a manter a compressão do motor e a eficiência da queima de combustível ao longo dos anos. A compatibilidade com embreagem úmida é total (JASO MA).

O uso é indicado para motos que já saíram da garantia e precisam de uma proteção extra contra o desgaste natural. A cor do óleo é característica e a embalagem robusta transmite a qualidade do produto. É uma opção que oferece um “algo a mais” em relação aos minerais básicos.

O preço é competitivo, situando-se ligeiramente acima dos óleos de entrada, mas oferecendo tecnologia de proteção ativa. Para quem quer estender a vida útil de um motor já rodado, o Actevo é um investimento inteligente.

Ideal para: Motos de uso diário, estradeiras de baixa cilindrada e modelos mais antigos que precisam de cuidado extra na partida. Excelente para quem deixa a moto parada por alguns dias, pois a proteção permanece aderida às peças.

Ficha técnica
Viscosidade20W50
BaseMineral
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA2
TecnologiaActibond (Aderência)
Volume1 Litro
MarcaCastrol
FocoProteção na partida
UsoUrbano intenso
ProteçãoContínua
CorÂmbar

Prós e contras

Prós
  • Proteção Ativa: Moléculas aderem ao metal.
  • Partida segura: Reduz desgaste inicial.
  • Marca global: Qualidade Castrol comprovada.
  • Estabilidade: Aguenta bem o calor.
  • Limpeza: Combate borra eficientemente.
Contras
  • Base Mineral: Menor vida útil que sintéticos.
  • Preço: Um pouco acima dos minerais comuns.

Perfil indicado: Motociclistas que se preocupam com a longevidade mecânica e entendem que o desgaste acontece principalmente na hora de ligar a moto. Se você quer proteger seu motor antigo com tecnologia moderna, o Actevo é a escolha certa.

Nossa opinião

O Castrol Actevo entrega o que promete: proteção que “gruda”. É reconfortante saber que, ao ligar a moto de manhã, já existe uma camada de proteção nas peças. Para motores minerais, é uma das opções mais tecnológicas disponíveis no mercado. – Sofia Ribeiro

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8. Melhor Intermediário: Motul 5000 4T 10W40 HC-Tech


Motul 5000 4T 10W40 HC-Tech

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O Motul 5000 4T 10W40 HC-Tech é a porta de entrada para o mundo Motul. Ele utiliza a tecnologia HC-Tech (Hydrocracked), que é um processo de refino avançado do óleo mineral, aproximando-o das características de um semissintético superior. É o equilíbrio ideal entre custo e a qualidade renomada da marca francesa.

Sua formulação é mais robusta que os óleos minerais comuns, oferecendo maior resistência à oxidação e volatilidade. Isso significa que ele “baixa” menos que os concorrentes, exigindo menos completagens. A viscosidade 10W40 atende perfeitamente motos modernas que não exigem especificações de corrida, mas pedem um óleo fluido.

O pacote de aditivos JASO MA2 garante excelente fricção para a embreagem, evitando deslizamentos indesejados. O motor trabalha mais silencioso e limpo graças aos detergentes dispersantes eficientes. A proteção em altas temperaturas é superior à média da categoria de entrada.

A usabilidade agrada quem quer sair das marcas comuns de posto de gasolina e experimentar um produto de grife sem pagar o preço da linha 5100 ou 7100. É um óleo honesto, que entrega performance acima da média para o uso cotidiano.

O custo-benefício é atraente para quem roda muito. Ele oferece a confiabilidade Motul por um preço que cabe no orçamento de manutenção de motos de baixa e média cilindrada, sendo uma excelente opção de “upgrade” em relação aos minerais básicos.

Ideal para: Motocicletas de uso diário (150cc a 300cc) cujos donos desejam a qualidade Motul mas não precisam da performance extrema (e preço) da linha com Éster. Ótima opção para quem busca um meio-termo de qualidade.

Ficha técnica
Viscosidade10W40
BaseSemissintético (HC-Tech)
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA2
TecnologiaHydrocracked
Volume1 Litro
MarcaMotul
FocoCusto-benefício Premium
ProteçãoIntermediária/Alta
UsoUrbano diário

Prós e contras

Prós
  • Qualidade Motul: Tecnologia confiável.
  • HC-Tech: Superior a minerais comuns.
  • Preço: Acessível para a marca.
  • Consumo: Baixa volatilidade.
  • JASO MA2: Bom para embreagem.
Contras
  • Sem Éster: Performance inferior ao 5100.
  • Básico: Não indicado para alta performance.

Perfil indicado: Motociclistas que querem “subir de nível” na manutenção. Se você usa óleos genéricos e quer testar se a Motul é tudo isso mesmo sem gastar muito, o 5000 é a introdução perfeita à marca.

Nossa opinião

O Motul 5000 é o segredo mais bem guardado da linha. Ele oferece 80% da experiência Motul por um preço bem mais amigável que o 5100. Para o uso urbano em motos de média cilindrada, ele é mais do que suficiente e protege muito bem. – Sofia Ribeiro

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9. Melhor Semissintético Econômico: Lubrax Profissional 10W30


Lubrax Profissional 10W30

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O Lubrax Profissional 10W30 é a resposta da Petrobras para o mercado crescente de motos que exigem óleos de baixa viscosidade. Diferente da linha Essencial, este produto traz uma base semissintética que oferece maior estabilidade química e térmica, sendo uma alternativa direta e mais em conta aos produtos da Mobil e Motul.

Sua tecnologia Titanium adiciona uma camada extra de proteção antidesgaste, ideal para motores que rodam em altas rotações por longos períodos, como em entregas expressas. A viscosidade 10W30 garante a economia de combustível desejada e a lubrificação rápida na partida a frio.

Ele atende à norma API SL e JASO MA, garantindo funcionamento suave da embreagem e limpeza do motor. A formulação foi testada exaustivamente para suportar o combustível brasileiro (com alto teor de etanol), protegendo o motor contra a corrosão causada por subprodutos da queima.

A usabilidade é focada no profissional: é um óleo feito para aguentar o tranco. Ele mantém suas propriedades por mais tempo que os minerais puros, permitindo que o motociclista chegue ao intervalo de troca com o óleo ainda em condições razoáveis de proteção.

O custo-benefício é excelente para quem precisa de um 10W30 semissintético mas quer economizar em relação às marcas estrangeiras. É a escolha inteligente para frotas e motoboys que rodam com motos modernas.

Ideal para: Motos Honda e Yamaha recentes utilizadas profissionalmente. Se você trabalha com entrega e sua moto exige 10W30, este óleo oferece a proteção semissintética necessária com um preço que ajuda a fechar a conta no fim do mês.

Ficha técnica
Viscosidade10W30
BaseSemissintético
NormasAPI SL
HomologaçãoJASO MA
TecnologiaTitanium
FabricantePetrobras
FocoUso Profissional
Volume1 Litro
EconomiaCombustível e Troca
UsoIntenso

Prós e contras

Prós
  • Semissintético: Melhor que mineral.
  • Preço: Muito competitivo.
  • Tecnologia Titanium: Proteção extra.
  • Específico: 10W30 para motos novas.
  • Nacional: Adaptado ao nosso combustível.
Contras
  • Marca: Menos prestígio que importadas.
  • API SL: Poderia ser SM ou SN.

Perfil indicado: Motofretistas e profissionais que rodam muito com motos novas (pós-2026). É a opção para quem precisa da viscosidade correta (10W30) e base semissintética sem pagar o “imposto de grife” das marcas globais.

Nossa opinião

O Lubrax Profissional é uma grata surpresa. A Petrobras acertou ao criar um semissintético acessível para a massa de motos Honda que roda no país. Ele oferece a proteção necessária para quem exige tudo do motor o dia inteiro. É robusto e confiável. – Sofia Ribeiro

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10. Melhor para 2 Tempos: Castrol 2T JASO FB


Castrol 2T JASO FB

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O Castrol 2T JASO FB é a referência para os amantes dos motores 2 tempos, como as clássicas DT 200, RD 135 e scooters antigas. Diferente dos óleos 4 tempos, este fluido é misturado ao combustível para ser queimado na câmara de combustão, exigindo uma formulação muito específica para não carbonizar o motor.

Sua fórmula de baixa cinza (Low Ash) é fundamental para evitar o travamento dos anéis e o entupimento da vela de ignição, problemas comuns em motores 2T. Ele proporciona uma queima limpa, reduzindo a fumaça excessiva no escapamento, o que é uma cortesia tanto para o motor quanto para quem vem atrás.

O poder de limpeza e lubrificação é balanceado para proteger o cilindro e o pistão das altas rotações típicas desses motores. Ele se mistura facilmente com a gasolina, garantindo uma solução homogênea no tanque. A cor do óleo ajuda a identificar se a mistura já foi feita no combustível.

A usabilidade é simples: basta seguir a proporção recomendada pela moto. A embalagem de 500ml é prática para transportar, ideal para quem precisa abastecer e misturar o óleo no posto. A norma JASO FB atesta sua qualidade de lubrificação e limpeza.

O custo-benefício é ótimo, considerando que motores 2T são raros e exigem cuidado especial. Usar um óleo de qualidade inferior pode levar à fundição do motor rapidamente, então investir no Castrol é uma economia real em retíficas.

Ideal para: Motocicletas clássicas 2 tempos (Yamaha RD, DT), scooters antigos (Jog, Vespa) e também motosserras ou roçadeiras que exigem mistura. Indispensável para quem quer manter a fumaça controlada e o motor limpo.

Ficha técnica
Tipo2 Tempos (2T)
BaseMineral
NormasJASO FB
TecnologiaBaixa Cinza (Low Ash)
Volume500 ml
AplicaçãoMistura no combustível
FocoQueima limpa
ProteçãoAnti-carbonização
MarcaCastrol
IndicaçãoMotos clássicas e Scooters

Prós e contras

Prós
  • Específico 2T: Fórmula correta para queima.
  • Baixa Fumaça: Reduz poluição visual.
  • Limpeza: Evita carbonização da vela e escape.
  • Proteção: Lubrifica bem em alta rotação.
  • Prático: Embalagem de 500ml fácil de levar.
Contras
  • Volume: Vem apenas 500ml (meio litro).
  • Nicho: Inútil para motos 4 tempos modernas.

Perfil indicado: Restauradores e proprietários de relíquias 2 tempos que sabem que o segredo para esses motores durarem é a qualidade do óleo da mistura. Também serve perfeitamente para ferramentas de jardim a gasolina.

Nossa opinião

O Castrol 2T é o salvador das clássicas. Quem tem motor 2 tempos sabe o pesadelo que é descarbonizar escape e limpar vela toda semana. Esse óleo minimiza esses problemas drasticamente. É o companheiro fiel da fumaça azul, garantindo que ela saia limpa e o motor gire livre. – Sofia Ribeiro

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Guia de compra: Como escolher o melhor óleo para moto?

1. Entendendo a viscosidade (SAE)

A viscosidade é o critério mais importante na escolha do óleo e deve seguir estritamente o manual da sua moto. Ela é representada por dois números (ex: 20W50, 10W30). O primeiro número seguido de “W” (Winter) indica a fluidez do óleo na partida a frio; quanto menor, mais rápido o óleo sobe para lubrificar o motor ao ligar.

O segundo número indica a viscosidade em alta temperatura (100°C), quando o motor está em pleno funcionamento. Um óleo 50 é mais “grosso” e protege melhor em folgas maiores (comum em motores antigos ou refrigerados a ar), enquanto um 30 é mais “fino”, gerando menos atrito e economizando combustível em motores modernos e justos.

Usar a viscosidade errada pode causar danos sérios. Um óleo muito fino em um motor antigo pode baixar o nível rapidamente e perder pressão. Um óleo muito grosso em um motor novo pode não circular adequadamente na partida, causando desgaste prematuro no comando de válvulas.

2. Tipos de base: Mineral, Semissintético e Sintético

O óleo mineral é obtido diretamente do refino do petróleo. É mais barato e atende bem motores simples de baixa cilindrada, mas se degrada mais rápido com o calor, exigindo trocas frequentes (geralmente a cada 1.000 a 1.500 km). É a escolha padrão para motos de trabalho.

O óleo sintético é criado em laboratório, com moléculas uniformes e aditivos avançados. Ele resiste muito mais à oxidação e ao calor extremo, mantendo suas propriedades por milhares de quilômetros. É ideal para motos de alta performance que operam em rotações elevadas.

O semissintético é uma mistura dos dois, buscando equilibrar custo e benefício. Ele oferece proteção superior ao mineral e preço menor que o sintético. É a recomendação atual da maioria das montadoras para motos de média cilindrada e uso urbano intenso.

  • Mineral: Econômico, trocas curtas, ideal para motos simples.
  • Semissintético: Equilíbrio, boa durabilidade, ideal para dia a dia.
  • Sintético: Alta performance, trocas longas, ideal para esportivas.
  • Technosynthese: Nome comercial da Motul para seus semissintéticos premium.
  • Mistura: Nunca misture tipos diferentes se puder evitar.

3. Normas JASO MA e MA2: A embreagem agradece

Diferente dos carros, a maioria das motos possui “embreagem úmida”, ou seja, os discos de embreagem ficam mergulhados no óleo do motor. Por isso, o óleo de moto precisa ter aditivos de fricção específicos para evitar que a embreagem deslize (patine) quando você acelera.

A norma japonesa JASO (Japanese Automotive Standards Organization) classifica esses óleos. JASO MA é o padrão básico para motos 4 tempos. JASO MA2 é uma evolução que oferece maior coeficiente de atrito, garantindo trocas de marcha mais precisas e evitando deslizamento em motos de alto torque.

Nunca use óleo de carro em moto. Óleos automotivos modernos têm aditivos redutores de atrito que são ótimos para o motor, mas fatais para a embreagem da moto, fazendo-a patinar e queimar prematuramente. Procure sempre o selo JASO na embalagem.

NormaAplicação
JASO MAMotos 4T com embreagem úmida (Padrão).
JASO MA2Maior atrito, ideal para alto torque.
JASO MBApenas para Scooters (embreagem seca).
API SL/SM/SNNormas de proteção do motor.
Óleo de CarroPROIBIDO (Causa patinação).

4. Classificação API: O nível de proteção

A sigla API (American Petroleum Institute) define o nível de tecnologia e aditivação do óleo. Para motores a gasolina, ela começa com “S” seguido de outra letra (ex: SL, SM, SN). Quanto mais longe a segunda letra estiver no alfabeto, mais moderno e superior é o óleo.

Atualmente, o padrão básico de mercado é o API SL. Óleos API SM e SN oferecem melhor proteção contra oxidação, maior limpeza dos pistões e menor consumo de combustível. Porém, cuidado com óleos muito modernos (SP) destinados a carros, pois podem ter modificadores de atrito excessivos.

Verifique o manual da moto para saber o API mínimo exigido. Você pode usar um óleo superior (ex: usar SL onde se pede SG), mas nunca um inferior. Óleos sintéticos geralmente possuem classificação API mais alta (SN), enquanto minerais ficam no SL.

5. Intervalo de troca: Quando substituir?

O intervalo de troca depende do tipo de óleo, do uso da moto e da recomendação do fabricante. Em uso severo (trânsito urbano, motoboys, poeira), o óleo degrada muito mais rápido. Óleos minerais em motos refrigeradas a ar (como CG 125/150) geralmente pedem troca a cada 1.000 km ou 1.500 km.

Motos com refrigeração líquida e óleos sintéticos podem estender esse prazo para 3.000 km, 5.000 km ou até mais, dependendo do manual. Porém, no Brasil, devido à qualidade do combustível e calor, é prudente antecipar a troca. O óleo é o “sangue” do motor e trocá-lo é a manutenção mais barata que existe.

Sempre troque o filtro de óleo junto com o óleo, ou pelo menos a cada duas trocas. Deixar o filtro velho contamina o óleo novo imediatamente com as impurezas retidas, reduzindo drasticamente a vida útil do fluido que você acabou de comprar.

  • Uso Severo: Troque na metade do tempo do manual.
  • Mineral: Troca frequente (1.000 – 1.500 km).
  • Sintético: Suporta intervalos maiores.
  • Filtro: Troque regularmente para não sujar o óleo novo.
  • Nível: Verifique semanalmente e complete se necessário.

6. Aditivos e tecnologias extras

Além da base e viscosidade, as marcas adicionam tecnologias proprietárias. A Motul usa o “Éster”, que cria uma atração magnética com o metal. A Castrol tem o “Actibond” e “Actevo”, focados em proteção na partida. A Mobil foca em limpeza e durabilidade.

Esses aditivos realmente fazem diferença, especialmente na partida a frio (onde ocorre 75% do desgaste do motor) e em altas temperaturas. Óleos premium mantêm a viscosidade estável por mais tempo, evitando que o óleo “vire água” quando o motor superaquece no trânsito.

Cuidado com aditivos extras vendidos separadamente (frascos pequenos). Bons óleos já vêm com o pacote químico balanceado. Adicionar produtos extras pode desestabilizar a fórmula química do óleo e prejudicar a embreagem, causando espuma ou borra.

TecnologiaMarca
ÉsterMotul (Alta performance e adesão).
ActibondCastrol (Proteção contínua).
TitaniumLubrax (Proteção anti-desgaste).
HC-TechMotul (Mineral melhorado).
DetergenteTodas (Limpeza do motor).

7. Motores 2 Tempos vs 4 Tempos

Atenção absoluta aqui: Óleos 2T e 4T não são intercambiáveis. Motos 4 Tempos (a vasta maioria hoje) têm óleo no cárter que circula e volta. Motos 2 Tempos queimam o óleo junto com a gasolina. Colocar óleo 4T em moto 2T vai carbonizar tudo. Colocar óleo 2T em moto 4T vai fundir o motor.

Para motores 2 Tempos (DT 200, RD 135, motosserras), procure a norma JASO FB, FC ou FD. A norma FD é a mais moderna, garantindo queima com pouquíssima fumaça e resíduo. Óleos “Low Ash” (baixa cinza) são essenciais para evitar travamento da janela de escape.

Se você tem uma scooter antiga ou uma moto clássica fumacenta, use sempre óleo específico 2T de boa qualidade. A economia aqui não vale a pena, pois a descarbonização do motor é um serviço trabalhoso e caro.

8. Marcas e confiança

No mercado de lubrificantes, marca importa. Empresas como Motul, Mobil, Castrol, Yamalube e Lubrax investem milhões em pesquisa e têm controle de qualidade rigoroso. Óleos de marcas desconhecidas ou “recondicionados” podem não atender às normas que estampam no rótulo.

A Motul é a preferida dos entusiastas e mecânicos de alta performance. A Mobil e a Yamalube são referências de confiabilidade original. A Lubrax oferece o melhor custo-benefício nacional. Escolher uma marca consolidada é garantia de que o produto dentro do frasco é o que diz ser.

Desconfie de preços muito abaixo do mercado. A falsificação de óleo é real. Compre em lojas confiáveis, verifique o lacre da tampa e, se possível, destrua a embalagem após o uso para evitar que ela seja reutilizada por falsificadores.

9. Verificação de nível e completagem

Motos, especialmente as refrigeradas a ar, tendem a baixar o nível de óleo naturalmente, pois trabalham muito quentes e uma parte do óleo evapora ou é queimada. Verificar o nível semanalmente é obrigação do motociclista.

Se o nível estiver baixo, complete com um óleo da mesma marca e viscosidade que já está no motor. Misturar marcas é aceitável em emergências, desde que as especificações (viscosidade e API) sejam iguais. Misturar mineral com sintético não é recomendado, pois desbalanceia a mistura.

Nunca ande com óleo abaixo do nível mínimo (risco de falta de lubrificação em curvas ou frenagens) nem acima do máximo (aumenta a pressão interna, podendo estourar retentores e jogar óleo no filtro de ar). Mantenha sempre entre as marcas da vareta ou visor.

10. O mito do “óleo para 1000 km”

Muitos motociclistas trocam o óleo religiosamente a cada 1.000 km, independentemente do que diz o manual ou a qualidade do óleo. Isso é uma herança das motos antigas e óleos minerais de baixa qualidade do passado.

Com óleos modernos (especialmente semissintéticos e sintéticos) e motos novas, é seguro seguir o intervalo do manual (muitas vezes 3.000 ou 5.000 km), desde que você verifique o nível constantemente. O óleo não “vence” com 1.000 km se for de boa qualidade.

Porém, em uso severo (motoboy que roda o dia todo no calor), antecipar a troca é uma medida de segurança válida. Avalie seu uso: se você roda pouco e suave, estenda a troca. Se roda muito e agressivo, antecipe. O bom senso e a vareta de óleo são seus melhores guias.

Perguntas frequentes sobre os melhores óleos para motor de moto em 2026

1. Posso usar óleo de carro na minha moto?

Não, nunca. Óleos de carro modernos possuem aditivos redutores de atrito que são excelentes para o motor, mas fazem a embreagem da moto (que é banhada no mesmo óleo) deslizar. Isso causa perda de potência e queima prematura dos discos de embreagem. Use sempre óleo com norma JASO MA/MA2.

2. Qual a diferença entre 10W30 e 20W50?

A diferença é a viscosidade (grossura). O 10W30 é mais fino, ideal para motores modernos com folgas justas (como Honda pós-2026), facilitando a partida e economizando combustível. O 20W50 é mais grosso, indicado para motores mais antigos, refrigerados a ar ou com alta quilometragem, pois preenche melhor as folgas maiores.

3. Misturar óleo mineral com sintético estraga o motor?

Não estraga imediatamente, mas não é recomendado. Ao misturar, você perde as propriedades superiores do sintético e fica com uma mistura de qualidade imprevisível. Em emergências para completar o nível, pode misturar, mas idealmente faça a troca completa e do filtro o quanto antes para voltar a ter um fluido homogêneo.

4. O óleo Motul vale o preço mais alto?

Para motos de média e alta cilindrada, ou para quem é exigente com a suavidade do câmbio, sim. A tecnologia Éster da Motul realmente melhora o engate das marchas e oferece proteção superior na partida. Para motos utilitárias de trabalho, óleos nacionais como Mobil ou Lubrax oferecem custo-benefício mais racional.

5. Quando devo trocar o filtro de óleo?

O ideal técnico é trocar o filtro sempre que trocar o óleo. O filtro retém partículas metálicas e sujeira. Se você não troca o filtro, o óleo novo limpo passa pelo filtro sujo e já se contamina imediatamente. Se quiser economizar, troque o filtro no máximo a cada duas trocas de óleo.

6. Óleo sintético dura mais quilometragem?

Sim. Óleos sintéticos têm moléculas mais estáveis que resistem melhor à oxidação e ao calor, mantendo a viscosidade por mais tempo que os minerais. Enquanto um mineral pode degradar com 1.500 km, um bom sintético pode passar de 3.000 km ou 5.000 km com segurança, dependendo do uso.

7. O que significa JASO MA2?

JASO é a norma japonesa para motores. MA2 é a classificação para óleos que oferecem alto coeficiente de atrito para a embreagem. Isso garante que a embreagem “agarre” bem, transmitindo toda a força do motor para a roda sem patinar, sendo ideal para motos de alto torque e performance.

8. Por que o óleo da moto baixa o nível?

É normal baixar um pouco, especialmente em motos refrigeradas a ar. O óleo também participa da refrigeração e, em altas temperaturas, uma pequena parte evapora ou passa pelos anéis e é queimada. Baixar até 200ml a cada 1.000 km pode ser normal em alguns modelos. Verifique o nível semanalmente.

9. Posso usar Yamalube em moto Honda?

Sim, pode, desde que a viscosidade (ex: 20W50 ou 10W40) e a classificação API atendam ao que pede o manual da sua Honda. O Yamalube é um óleo de excelente qualidade. A única restrição seria usar um 20W50 em uma Honda nova que pede estritamente 10W30.

10. O óleo vence por tempo se eu rodar pouco?

Sim. O óleo oxida em contato com o ar dentro do motor, mesmo parado. A recomendação geral é trocar a cada 6 meses, independentemente da quilometragem rodada. Óleo velho, mesmo com aspecto bom, pode ter perdido a capacidade de proteção contra corrosão e acidez.

Sofia Ribeiro