Melhor máquina de solda inversora: As 10 melhores em 2026

Encontre as melhores máquinas de solda inversora para realizar reparos domésticos e serviços profissionais com precisão, leveza e eficiência energética garantida.

A tecnologia de soldagem passou por uma revolução silenciosa nos últimos anos, substituindo os pesados transformadores por inversoras compactas e inteligentes. Diferente das máquinas antigas que pesavam dezenas de quilos e consumiam muita energia, a máquina de solda inversora moderna cabe em uma maleta, estabiliza o arco elétrico eletronicamente e permite soldar com eletrodos variados com muito mais facilidade, mesmo para iniciantes.

Para selecionar o equipamento ideal, é crucial entender a amperagem necessária para o tipo de eletrodo que você pretende derreter e o ciclo de trabalho da máquina. O ciclo define quanto tempo o aparelho pode operar continuamente sem superaquecer, um fator determinante para a produtividade em oficinas. Além disso, recursos como Hot Start e Anti Stick tornaram o processo de abrir o arco e manter a poça de fusão muito mais intuitivo.

Nossa análise criteriosa avaliou os modelos mais vendidos do mercado brasileiro, considerando a robustez dos componentes internos, a estabilidade da corrente e a qualidade dos cabos e alicates inclusos. Priorizamos marcas que oferecem boa assistência técnica e equipamentos que entregam o que prometem na ficha técnica, resultando em um ranking confiável para equipar sua oficina ou garagem em 2026.

🏆 Lista das melhores máquinas de solda inversora em 2026

ProdutoAvaliaçãoDestaquePreço
Melhor Desempenho Geral

Solda qualquer tipo de eletrodo com reconhecimento automático de voltagem.

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Melhor Custo-Benefício

Funções inteligentes que facilitam o aprendizado para hobbistas exigentes.

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Melhor Preço Baixo

Opção extremamente acessível para pequenos reparos e soldas leves.

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Melhor Profissional

Potência bruta de 200A para derreter eletrodos grossos sem parar.

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Melhor Durabilidade

Qualidade lendária da ESAB em um formato moderno e compacto.

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Melhor Multiprocesso 3-em-1

Versatilidade total permitindo soldar MIG sem gás, TIG e eletrodo.

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Melhor Portabilidade

Design ultra compacto com painel digital para ajustes precisos.

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Melhor Opção Premium

Construção robusta e acabamento superior para usuários avançados.

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Melhor para Iniciantes em MIG

Facilita a entrada no mundo da solda MIG com preço acessível.

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10º Melhor Potência de Entrada

Promessa de alta amperagem por um investimento inicial muito baixo.

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Análise detalhada das melhores máquinas de solda inversora em 2026

1. Melhor Desempenho Geral: Boxer Flama 161A BV


Boxer Flama 161A BV

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A Boxer Flama 161A BV redefine o padrão de versatilidade para soldadores brasileiros com seu sistema bivolt automático, eliminando o medo de queimar o equipamento ao ligar na tomada errada. Seu design industrial robusto, com carcaça reforçada, transmite confiança imediata. O display digital facilita a visualização da amperagem exata, permitindo ajustes finos essenciais para soldas de qualidade.

O principal diferencial técnico deste modelo é a capacidade de derreter eletrodos E7018 de até 3,25mm continuamente, sem pausas forçadas para resfriamento. Isso a coloca muito à frente de concorrentes que superaquecem rapidamente. Além disso, ela solda materiais desafiadores como alumínio e inox com eletrodos específicos, oferecendo uma flexibilidade rara nessa faixa de preço.

Recursos eletrônicos inteligentes como Hot Start e Arc Force funcionam de maneira sublime, garantindo uma abertura de arco macia e estável. Mesmo se você não tiver mão firme, a máquina compensa pequenas variações na distância do eletrodo, evitando que ele grude na peça. É uma experiência de soldagem fluida e menos frustrante.

A portabilidade não foi sacrificada em nome da potência. A máquina é surpreendentemente leve para sua capacidade, e a alça tiracolo inclusa facilita o transporte para serviços em altura ou locais de difícil acesso. Os cabos de solda fornecidos são de boa bitola, não esquentando excessivamente durante o uso prolongado.

Considerando o conjunto de funcionalidades, durabilidade e o suporte pós-venda elogiado da Boxer, o preço é extremamente competitivo. Ela se posiciona como a escolha definitiva tanto para o serralheiro profissional que precisa de uma máquina de batalha quanto para o hobbista que deseja um equipamento que não precisará ser trocado tão cedo.

Ideal para: Serralheiros profissionais, montadores de estruturas metálicas e hobbistas avançados que precisam de uma máquina que aguente o tranco diário. Perfeita para quem trabalha em locais variados e precisa da segurança do bivolt automático.

Ficha técnica
VoltagemBivolt Automático (110/220V)
Amperagem Máxima160A
EletrodosAté 3.25mm (E7018)
DisplayDigital
Peso4.9 kg
TecnologiasHot Start, Arc Force, Anti Stick
Ciclo de Trabalho60% a 160A
ProcessosMMA (Eletrodo) e TIG (Raspagem)
Garantia15 meses (com cadastro)
AcessóriosCabos, Garra, Porta Eletrodo
Proteção TérmicaSim
MaterialMetal e Plástico Resistente

Prós e contras

Prós
  • Bivolt Automático: Segurança total em qualquer tomada.
  • Solda Sem Parar: Derrete 3.25mm continuamente.
  • Versatilidade: Aceita eletrodos de Inox, Ferro e Alumínio.
  • Garantia Estendida: Confiança da marca no produto.
  • Arco Estável: Tecnologia que facilita para iniciantes.
  • Display Digital: Precisão no ajuste de corrente.
Contras
  • Cabo de Energia: Poderia ser um pouco mais longo.
  • TIG: Tocha TIG vendida separadamente.
  • Preço: Mais caro que modelos de entrada básicos.

Perfil indicado: Usuários que não podem se dar ao luxo de ter o equipamento parado. Se você valoriza confiabilidade e precisa soldar em diferentes voltagens sem se preocupar, a Flama 161A é o investimento mais seguro do mercado atual.

Nossa opinião

A Boxer Flama 161A BV é a “rainha” das inversoras compactas no Brasil por um motivo simples: ela não te deixa na mão. O bivolt automático é um salvador de vidas em obras onde a elétrica é incerta. A capacidade de queimar eletrodo 3.25mm sem descanso a coloca em um patamar quase industrial. – Sofia Ribeiro

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2. Melhor Custo-Benefício: Boxer Touch 150 BV


Boxer Touch 150 BV

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A Boxer Touch 150 BV é a irmã “inteligente” da linha, projetada para democratizar a soldagem de qualidade. Seu visual moderno e compacto esconde uma eletrônica refinada, focada em entregar resultados profissionais mesmo nas mãos de quem está começando. A proposta aqui é facilitar ao máximo o processo, reduzindo a curva de aprendizado.

Com 140A de potência real, ela não tem a mesma força bruta da Flama 161, mas é perfeitamente dimensionada para a grande maioria dos serviços residenciais e leves. Ela opera eletrodos de 2.5mm sem esforço durante o dia todo e consegue trabalhar com 3.25mm em ciclos menores. O recurso “Smart” ajusta automaticamente a máquina, evitando configurações complexas.

A tecnologia interna é o grande trunfo. O sistema Arc Force é calibrado para evitar que o eletrodo apague quando você o aproxima demais da peça, um erro comum de iniciantes. O Hot Start dá um pico de energia no início para garantir que o arco abra na primeira tentativa, sem ficar “picapau” na peça.

A usabilidade é excelente, com um painel simplificado e intuitivo. A máquina é bivolt, o que aumenta sua versatilidade para uso em diferentes locais. O peso reduzido permite que você a carregue como uma bolsa, tornando-a ideal para manutenções rápidas em portões, grades e estruturas leves.

O preço é significativamente menor que o da linha Flama, tornando-a o melhor custo-benefício para quem não vai soldar estruturas pesadas o dia todo. Ela entrega a qualidade construtiva da Boxer, com componentes duráveis, por um valor acessível ao hobbista.

Ideal para: Hobbistas, iniciantes na soldagem e profissionais que fazem reparos rápidos. É a máquina perfeita para ter em casa para consertar o portão, fazer uma prateleira ou aprender a arte da solda com um equipamento que ajuda, não atrapalha.

Ficha técnica
VoltagemBivolt (110/220V)
Amperagem140A
Eletrodo Ideal2.5mm (Uso contínuo)
DisplayDigital
Peso3.0 kg
FunçõesArc Force, Hot Start
Ciclo de TrabalhoIntermitente em 3.25mm
Garantia15 meses (com cadastro)
AcessóriosAlça, Cabos, Picadeira
UsoHobby e Manutenção Leve
ProcessoMMA (Eletrodo Revestido)
MarcaBoxer

Prós e contras

Prós
  • Custo acessível: Qualidade Boxer com preço baixo.
  • Fácil de usar: Funções automáticas ajudam muito.
  • Leveza: Extremamente portátil (3kg).
  • Bivolt: Funciona em qualquer tomada comum.
  • Acabamento: Construção sólida e durável.
  • Garantia: Suporte pós-venda confiável.
Contras
  • Potência limitada: Não indicada para uso industrial pesado.
  • Ciclo curto: Precisa de pausas com eletrodos grossos.
  • Cabos curtos: Pode exigir extensão em locais altos.

Perfil indicado: O “faz-tudo” residencial ou o aprendiz de soldador. Se você quer uma máquina honesta, que não vai queimar na primeira semana e que facilita sua vida na hora de abrir o arco, a Touch 150 é a escolha racional.

Nossa opinião

A Boxer Touch 150 BV é a porta de entrada perfeita. Ela tira o medo da solda. Diferente das máquinas chinesas genéricas que frustram o iniciante porque o eletrodo vive grudando, a Touch 150 “ajuda” você a soldar bem. Pelo preço, é imbatível para ter na garagem. – Sofia Ribeiro

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3. Melhor Preço Baixo: Black Arc Start 120A


Black Arc Start 120A

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A Black Arc Start 120A surpreende por entregar uma solução funcional de soldagem por um preço que muitas vezes é inferior ao de uma furadeira simples. Ela representa o básico bem feito: uma máquina extremamente compacta, focada em atender demandas pontuais de quem não quer investir pesado em equipamento industrial.

Com corrente máxima de 120A, ela é projetada especificamente para eletrodos mais finos, como o E6013 de 2.0mm e 2.5mm. É suficiente para soldar chapas finas, fazer pequenos reparos em grades, consertar cadeiras de metal ou criar artesanato. Não espere derreter eletrodos grossos de 3.25mm continuamente, pois não é sua proposta.

A construção é simples, priorizando a redução de custos e peso. Ela é minúscula, cabendo em qualquer prateleira ou caixa de ferramentas. O sistema de refrigeração é eficiente para o tamanho, mantendo a máquina operante dentro de seu ciclo de trabalho modesto. A conexão 220V garante um pouco mais de estabilidade na corrente.

A usabilidade é direta: ligou, ajustou o botão analógico, soldou. Não há displays digitais complexos ou muitas configurações. Os cabos inclusos são curtos e simples, adequados para bancada, mas podem exigir que você mova a máquina com frequência se a peça for grande.

O valor é indiscutivelmente seu maior atrativo. É a opção ideal para quem precisa fazer um único serviço em casa e percebe que comprar a máquina sai mais barato que contratar um serralheiro. Ela se paga no primeiro uso.

Ideal para: Pequenos reparos domésticos, artesanato leve e uso esporádico. Indicada para quem vai usar a máquina algumas vezes por ano para soldar coisas simples e não precisa de performance profissional.

Ficha técnica
Voltagem220V (Monofásico)
Amperagem120A
Eletrodo Ideal2.0mm e 2.5mm (E6013)
PesoUltra leve
DisplayNão possui
UsoHobby e Esporádico
AcessóriosCabos básicos
RefrigeraçãoVentilação forçada
PortabilidadeMáxima
CustoBaixíssimo
ProcessoMMA
MarcaStart

Prós e contras

Prós
  • Preço imbatível: A mais barata funcional.
  • Tamanho mini: Cabe em qualquer lugar.
  • Eficiente: Cumpre o que promete em 2.5mm.
  • Simples: Sem configurações complicadas.
  • Leve: Transporte sem esforço.
  • Econômica: Baixo consumo de energia.
Contras
  • Baixa potência: Sofre com eletrodos grossos.
  • Cabos curtos: Limita a movimentação.
  • Acabamento: Carcaça de plástico simples.

Perfil indicado: O proprietário de casa que quer ter uma máquina de solda “só por garantia” ou para consertar aquele portão que soltou uma dobradiça. Não é para profissionais, mas resolve o problema do usuário comum com louvor.

Nossa opinião

A Black Arc Start 120A é honesta. Ela não promete milagres, mas solda. Pelo preço de um jantar, você leva uma máquina que pode salvar o dia em um reparo de emergência. Se você respeitar o limite do eletrodo de 2.5mm, ela vai durar bastante. – Sofia Ribeiro

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4. Melhor Profissional: Boxer Flama 221 200A


Boxer Flama 221 200A

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A Boxer Flama 221 200A é a máquina de escolha para quem precisa de força bruta e ciclo de trabalho prolongado. Diferente dos modelos de entrada, ela foi projetada para operar em 220V com estabilidade total, entregando 200 Amperes reais. Isso permite derreter eletrodos de 4.0mm e até 5.0mm, cobrindo demandas de estruturas pesadas.

Sua construção interna é superdimensionada, com dissipadores de calor maiores que garantem que a máquina não “abra o bico” no meio do serviço. Ela consegue soldar eletrodos E7018 de 3.25mm o dia inteiro sem parar (ciclo de 100% nessa amperagem), o que é um diferencial gigantesco para produtividade em serralherias comerciais.

Apesar da potência, ela mantém a finesse eletrônica da linha Flama, com display digital preciso e funções automáticas que estabilizam o arco. Isso significa que mesmo soldando chapas grossas, o acabamento fica limpo e uniforme. Ela também é excelente para TIG de raspagem em tubulações mais robustas.

A durabilidade é o foco aqui. A carcaça é resistente a impactos comuns em obras e os componentes eletrônicos são protegidos contra poeira metálica. Os engates dos cabos são de 13mm (grandes), garantindo melhor transmissão de corrente e menor aquecimento nas conexões.

O investimento é mais alto, mas se justifica plenamente para quem fatura com solda. Ela substitui com vantagem os antigos transformadores “balde de óleo”, economizando energia elétrica e espaço, sem perder nada em capacidade de penetração e fusão.

Ideal para: Serralherias de médio e grande porte, soldadores de tubulação, reparo de máquinas agrícolas e estruturas metálicas pesadas. É para quem precisa de uma máquina que aguente 8 horas de trabalho diário.

Ficha técnica
Voltagem220V (Monofásico)
Amperagem Máxima200A
Ciclo de Trabalho100% a 120A (Eletrodo 3.25mm)
EletrodosAté 5.0mm
Conectores13mm (Robustos)
Peso6.0 kg
DisplayDigital
ProcessosMMA e TIG Raspagem
Garantia15 meses
UsoProfissional / Industrial
AcessóriosCabos reforçados
MarcaBoxer

Prós e contras

Prós
  • Alta Potência: 200A reais para serviços pesados.
  • Ciclo Alto: Não para de soldar com eletrodo 3.25mm.
  • Robustez: Componentes internos reforçados.
  • Conexões: Engates grandes que não esquentam.
  • Versátil: Solda desde chapas finas até vigas.
  • Estabilidade: Arco elétrico perfeito.
Contras
  • Apenas 220V: Não funciona em 110V.
  • Preço: Investimento considerável.
  • Peso: Um pouco mais pesada que as compactas.

Perfil indicado: O profissional que ganha a vida soldando. Se parar para a máquina esfriar significa perder dinheiro, a Flama 221 é a ferramenta que vai garantir seu fluxo de trabalho contínuo e lucros no final do mês.

Nossa opinião

A Boxer Flama 221 é um trator. Enquanto as máquinas pequenas pedem “arrego” depois de meia dúzia de eletrodos, ela continua fria e estável. É a substituta definitiva para aquelas máquinas antigas gigantescas, entregando a mesma força em uma caixinha que você leva no ombro. – Sofia Ribeiro

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5. Melhor Durabilidade: Esab Bantam 3.2


Esab Bantam 3.2

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A Esab Bantam 3.2 carrega um dos nomes mais respeitados da soldagem mundial. Diferente das antigas “Bantam” que eram transformadores pesadíssimos, esta versão inversora modernizou o clássico, mantendo a robustez característica da marca. É uma máquina construída para durar, com plásticos de engenharia de alta resistência e acabamento impecável.

Projetada para eletrodos de até 3.25mm, ela oferece uma corrente extremamente “lisa”, característica das máquinas premium da Esab. Isso resulta em um cordão de solda mais bonito, com menos respingos e escória mais fácil de remover. A estabilidade do arco é notável mesmo em redes elétricas com pequenas oscilações.

A portabilidade é um ponto forte, com um design ergonômico e alça firme. O painel é simples e direto, sem firulas, focado na durabilidade em campo. Os componentes internos são protegidos e dimensionados para suportar o ambiente hostil de oficinas e obras, resistindo melhor a poeira e umidade que modelos genéricos.

A usabilidade agrada tanto veteranos quanto novatos. Para quem aprendeu a soldar nas antigas Esab, a sensação de controle é familiar, mas com a leveza da tecnologia inversora. O sistema de ventilação é eficiente, garantindo que a máquina opere fria por mais tempo dentro de seu ciclo de trabalho.

O preço reflete a marca e a qualidade construtiva. Você paga um pouco mais não apenas pela etiqueta amarela, mas pela certeza de ter peças de reposição e assistência técnica em qualquer lugar do Brasil, além de um equipamento que não vai te deixar na mão em seis meses.

Ideal para: Profissionais que valorizam marca e durabilidade, e empresas que precisam de equipamentos confiáveis para suas equipes de manutenção. É a escolha de quem busca “comprar uma vez só”.

Ficha técnica
VoltagemBivolt (110/220V)
EletrodoAté 3.25mm
MarcaESAB (Líder mundial)
PesoCompacta
TecnologiaInversora Moderna
CorrenteEstável e sem respingos
UsoProfissional e Industrial Leve
GarantiaAssistência Nacional
AcabamentoPremium
ProcessoMMA
DiferencialDurabilidade Extrema
DesignClássico Amarelo

Prós e contras

Prós
  • Marca renomada: Sinônimo de solda no Brasil.
  • Qualidade do arco: Solda macia e limpa.
  • Construção: Feita para aguentar o tranco.
  • Bivolt: Versatilidade de conexão.
  • Assistência: Peças fáceis de achar.
  • Compacta: A evolução da lenda Bantam.
Contras
  • Preço: Mais cara que concorrentes diretos.
  • Recursos: Menos funções digitais que a Boxer.
  • Cabo: Poderia ser mais longo pelo preço.

Perfil indicado: O profissional tradicionalista ou o gestor de manutenção que não quer arriscar com marcas novas. Se você cresceu ouvindo que “solda é Esab”, esta máquina confirma a tradição com tecnologia atualizada.

Nossa opinião

A Esab Bantam 3.2 é um tanque de guerra moderno. Ela não tem tantos “botões e luzes” quanto outras, mas tem o que importa: qualidade de arco superior. Soldar com uma Esab é diferente, parece que o eletrodo obedece mais. É um investimento em paz de espírito. – Sofia Ribeiro

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6. Melhor Multiprocesso 3-em-1: Start EasyMig 160A


Start EasyMig 160A

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A Start EasyMig 160A abre as portas para a soldagem multiprocesso com um custo acessível. Ela permite soldar com arame MIG (sem uso de gás externo, usando arame autoprotegido), eletrodo revestido (MMA) e TIG Lift. Essa versatilidade é um sonho para quem gosta de experimentar diferentes técnicas em sua oficina.

O processo MIG sem gás é o grande destaque, pois permite soldar chapas muito mais finas do que o eletrodo comum conseguiria, sem furar o material. É ideal para funilaria automotiva leve e reparos em chapas galvanizadas. A alimentação do arame é automática, tornando o processo muito mais simples de aprender do que o controle manual do eletrodo.

Apesar de ser uma máquina de entrada para MIG, ela não decepciona na potência, entregando até 160A. O painel facilita a troca entre os modos de operação. No modo eletrodo, ela se comporta como uma inversora competente, e no modo TIG oferece uma opção de acabamento refinado (embora exija gás argônio e tocha específica não inclusa).

A construção é decente, com espaço interno para rolos de arame pequenos (1kg), o que mantém o conjunto compacto e leve. A Start tem ganhado mercado por oferecer equipamentos funcionais que entregam o que prometem, preenchendo a lacuna entre as máquinas profissionais caríssimas e as genéricas descartáveis.

O custo-benefício é excelente se você considerar que está comprando três máquinas em uma. Para o hobbista que quer evoluir do eletrodo para o MIG sem ter que comprar cilindros de gás caros e pesados, a EasyMig é a solução perfeita.

Ideal para: Restauradores de carros antigos, hobbistas avançados e quem precisa soldar chapas finas (calhas, portões leves) onde o eletrodo revestido é muito agressivo. A porta de entrada para o mundo da solda MIG.

Ficha técnica
Voltagem220V
ProcessosMIG (Sem Gás), MMA, TIG Lift
Amperagem160A
ArameAutoprotegido (Uso sem gás)
RoloSuporta rolos de 1kg
Chapas FinasExcelente desempenho
PesoLeve para uma MIG
GarantiaPadrão do fabricante
AcessóriosTocha MIG embutida
UsoHobby Avançado
DisplayIndicadores LED
MarcaStart

Prós e contras

Prós
  • 3 em 1: Versatilidade máxima.
  • MIG sem Gás: Solda chapas finas fácil.
  • Economia: Dispensa aluguel de cilindro.
  • Fácil de usar: Arame automático ajuda muito.
  • Compacta: Tudo em um único gabinete.
  • Preço: Muito barato para uma MIG.
Contras
  • Acabamento MIG: Gera mais respingo que MIG com gás.
  • Tocha TIG: Não inclusa no kit básico.
  • Rolo Pequeno: Limitada a rolos de 1kg.

Perfil indicado: O entusiasta que quer ir além do eletrodo. Se você sempre quis soldar com aquela “pistola que sai arame” mas achava caro e complicado lidar com cilindros de gás, esta máquina foi feita para realizar seu desejo de forma prática.

Nossa opinião

A Start EasyMig 160A é a liberdade de soldar chapas finas sem furar tudo. O MIG sem gás não tem o acabamento perfeito do MIG com gás, mas é infinitamente mais fácil que o eletrodo para latarias. Ter as três funções na mesma máquina por esse preço é um negócio da China. – Sofia Ribeiro

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7. Melhor Portabilidade: Sparkbr AMG-W01 120A


Sparkbr AMG-W01 120A

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A Sparkbr AMG-W01 120A aposta na modernidade com um design ultra compacto e painel digital, sendo uma das máquinas mais portáteis da categoria. Bivolt, ela é pensada para o profissional autônomo que precisa subir em escadas, entrar em forros ou levar a máquina no baú da moto sem se incomodar com peso.

Apesar do tamanho diminuto, ela entrega 120A, suficientes para eletrodos de 2.5mm em uso contínuo e 3.2mm pontuais. O diferencial do painel digital é permitir que você saiba exatamente a amperagem configurada, evitando o “chute” dos botões analógicos comuns nessa faixa de preço.

O kit é bem completo, incluindo máscara de solda simples, escova de aço e cabos, o que a torna uma opção “pronta para uso” assim que sai da caixa. A construção é leve, abusando de plásticos resistentes para manter o peso baixo, mas com uma alça de transporte firme.

A estabilidade do arco é surpreendente para uma máquina tão pequena. Ela conta com sistemas básicos de proteção contra superaquecimento, o que é vital para equipamentos compactos que tendem a esquentar mais rápido devido à menor área de dissipação.

O custo é competitivo, oferecendo a vantagem do bivolt e do display digital por um valor próximo às máquinas analógicas básicas. É uma excelente segunda máquina para profissionais ou a principal para quem tem pouco espaço em casa.

Ideal para: Instaladores de câmeras, técnicos de manutenção predial e hobbistas com pouco espaço. Se você precisa de uma máquina que caiba na mochila junto com as ferramentas, esta é a campeã.

Ficha técnica
VoltagemBivolt
Amperagem120A
DisplayDigital
PortabilidadeUltra Compacta
AcessóriosMáscara e Escova inclusas
Eletrodo2.0mm a 3.2mm (Pontual)
PesoLeve
UsoManutenção e Reparos
TecnologiaInverter IGBT
GarantiaPadrão
ProcessoMMA
MarcaSparkbr

Prós e contras

Prós
  • Ultra Portátil: Muito pequena e leve.
  • Display Digital: Precisão no ajuste.
  • Bivolt: Versátil para qualquer obra.
  • Kit Completo: Vem com o básico para começar.
  • Design Moderno: Aparência profissional.
  • Preço Justo: Boas funções pelo valor.
Contras
  • Potência Limitada: 120A não é para estruturas pesadas.
  • Ciclo Curto: Aquece rápido em alta potência.
  • Máscara Simples: Acessório incluso é básico demais.

Perfil indicado: O técnico volante que precisa soldar um suporte de ar condicionado hoje e uma grade amanhã em locais diferentes. A portabilidade e o bivolt são os grandes trunfos aqui.

Nossa opinião

A Sparkbr AMG-W01 impressiona pelo tamanho. Você olha e não acredita que ela solda, mas solda. O display digital em uma máquina desse tamanho e preço é um luxo muito bem-vindo, ajudando a acertar a corrente sem ficar adivinhando. – Sofia Ribeiro

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8. Melhor Opção Premium: Super Tork Multiprocesso


Super Tork Multiprocesso

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A Super Tork Multiprocesso representa o topo de linha para quem busca não apenas funcionalidade, mas também robustez e desempenho superior. Ela é uma verdadeira “central de soldagem”, capaz de realizar processos MIG sem gás, TIG e Eletrodo com uma estabilidade de arco que justifica seu preço mais elevado.

A qualidade construtiva da Super Tork é evidente. Carcaça reforçada, componentes eletrônicos de primeira linha e um sistema de refrigeração otimizado garantem que a máquina suporte ciclos de trabalho mais longos sem oscilação. É um equipamento que passa a sensação de ferramenta profissional, não de brinquedo.

A versatilidade é seu ponto forte. No modo MIG sem gás, o alimentador de arame é preciso e constante, evitando os “engasgos” comuns em máquinas baratas que arruínam o cordão de solda. No modo Eletrodo, ela queima varetas de difícil fusão com facilidade, mantendo o arco aceso mesmo em posições desconfortáveis.

O painel é completo, permitindo ajustes finos de voltagem e velocidade do arame, essenciais para quem busca a solda perfeita em diferentes espessuras de chapa. A máquina é bivolt, o que adiciona uma camada extra de utilidade para quem trabalha em locais variados.

Embora seja mais cara, ela entrega um acabamento e uma confiabilidade que atendem aos usuários mais exigentes. É a máquina para quem já sabe soldar e quer um equipamento que não limite sua habilidade, ou para o iniciante que quer começar com o pé direito.

Ideal para: Profissionais experientes, oficinas de customização e hobbistas “premium” que não se importam em pagar mais por qualidade e durabilidade superiores.

Ficha técnica
VoltagemBivolt
ProcessosMIG (S/ Gás), TIG, MMA
ConstruçãoIndustrial Reforçada
AlimentadorPreciso e Constante
AcabamentoPremium
PesoMédio
Ciclo de TrabalhoAlto Desempenho
GarantiaEstendida (Verificar)
MarcaSuper Tork
UsoProfissional
AjustesFinos e Precisos
TecnologiaInversora Avançada

Prós e contras

Prós
  • Qualidade superior: Componentes de primeira linha.
  • Estabilidade: Arco perfeito e alimentação suave.
  • Multiprocesso: Faz tudo com competência.
  • Bivolt: Funciona em qualquer rede.
  • Durabilidade: Construção para durar anos.
  • Precisão: Ajustes finos reais.
Contras
  • Preço alto: Investimento significativo.
  • Peso: Mais pesada que as básicas.
  • Complexidade: Mais botões para aprender.

Perfil indicado: Quem busca a “Ferrari” das compactas multiprocesso. Se você quer soldas bonitas, com pouco respingo e uma máquina que transmite solidez ao toque, a Super Tork é a escolha certa.

Nossa opinião

A Super Tork Multiprocesso é para quem leva solda a sério. A diferença na estabilidade do arame MIG em comparação com modelos de entrada é notável. Você paga mais, mas economiza em dor de cabeça e tempo de lixamento pós-solda. – Sofia Ribeiro

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9. Melhor para Iniciantes em MIG: Joyfox MIG-150D 3 em 1


Joyfox MIG-150D 3 em 1

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A Joyfox MIG-150D tem ganhado espaço por ser uma porta de entrada descomplicada e azul vibrante para a soldagem. Ela é vendida como uma solução “tudo em um” para quem quer aprender, oferecendo modos MIG (sem gás), MMA e TIG Lift em um pacote visualmente atraente e com controles digitais simplificados.

A interface do usuário é um dos seus pontos fortes. O painel digital mostra claramente a função selecionada e a amperagem, eliminando a confusão de múltiplos botões analógicos. Ela foi desenhada pensando em quem nunca tocou em uma máquina de solda, com ajustes sinérgicos que ajudam a encontrar o ponto ideal.

No modo MIG sem gás, ela utiliza arame fluxado, permitindo soldas ao ar livre mesmo com vento, algo que o MIG com gás não permite. A tocha já vem conectada, simplificando a montagem. O desempenho é honesto para a faixa de preço, adequado para chapas finas e reparos de hobby.

A construção é leve e utiliza tecnologia IGBT, padrão da indústria para eficiência energética e redução de tamanho. A máquina vem preparada para rolos de arame de 1kg, o padrão mais comum e barato para uso doméstico.

O preço é extremamente agressivo, posicionando-se como uma das opções multiprocesso mais baratas do mercado. É uma escolha lógica para quem tem curiosidade sobre solda MIG mas tem orçamento limitado.

Ideal para: Estudantes, iniciantes curiosos e hobbistas de fim de semana que querem uma máquina bonita, fácil de operar e que permita explorar diferentes tipos de solda sem gastar uma fortuna.

Ficha técnica
Voltagem220V
ProcessosMIG/MMA/TIG
DisplayDigital Intuitivo
CorAzul
TecnologiaIGBT
Fácil UsoAjustes Sinérgicos
ArameFluxado (Sem Gás)
PesoLeve
CustoAcessível
MarcaJoyfox
GarantiaPadrão
UsoHobby

Prós e contras

Prós
  • Fácil aprendizado: Painel ajuda o iniciante.
  • Multiprocesso: 3 funções em 1.
  • Preço baixo: Ótimo para começar.
  • Visual: Design moderno e limpo.
  • Leve: Fácil de guardar.
  • MIG sem Gás: Praticidade total.
Contras
  • Marca nova: Menos tradição que Boxer/Esab.
  • Peças: Reposição pode demorar mais.
  • Cabo fixo: Tocha MIG não é euro conector.

Perfil indicado: O iniciante visual que gosta de ferramentas modernas. Se você quer uma máquina que pareça um gadget atual e não uma ferramenta da revolução industrial, a Joyfox vai te agradar.

Nossa opinião

A Joyfox MIG-150D surpreende pela facilidade. O painel é muito didático. É a máquina perfeita para dar de presente para quem quer começar na solda ou para ter em casa e aprender no YouTube. Ela democratiza o acesso ao MIG. – Sofia Ribeiro

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10. Melhor Potência de Entrada: Nakasaki NK250A


Nakasaki NK250A

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A Nakasaki NK250A chama a atenção pelo número impressionante estampado na carcaça: 250A. Embora em máquinas dessa faixa de preço a amperagem real costuma ser menor que a nominal, ela oferece uma reserva de potência superior aos modelos de 120A, permitindo soldar eletrodos de 3.25mm com mais folga que as concorrentes de entrada.

Bivolt, ela se adapta bem a diferentes ambientes, sendo uma opção popular entre autônomos que buscam o máximo de “força” pelo menor preço possível. A cor amarela vibrante facilita a visualização em obras, e o display digital ajuda a manter o controle sobre a configuração escolhida.

A construção é robusta para o segmento de baixo custo, com ventilação adequada. Ela é vendida como uma máquina de batalha para quem não pode investir em marcas premium mas precisa de algo mais forte que as mini inversoras de bolso. O ciclo de trabalho é razoável para uso intermitente.

A simplicidade é a chave aqui. Sem muitos recursos eletrônicos avançados, ela entrega o básico: corrente contínua para derreter o eletrodo. Para muitos usuários rurais ou de manutenção geral, isso é exatamente o que se precisa: uma máquina que funcione quando ligada na tomada.

O preço é extremamente atraente para uma máquina bivolt com essa capacidade nominal. É uma aposta no custo-benefício bruto, sacrificando acabamento e precisão eletrônica em troca de amperagem teórica e funcionalidade.

Ideal para: Uso em sítios, chácaras e manutenções onde a exigência técnica não é crítica, mas a necessidade de soldar ferro um pouco mais grosso aparece de vez em quando.

Ficha técnica
VoltagemBivolt
Amperagem Nominal250A (Teórica)
DisplayDigital
CustoBaixo
UsoIntermitente
Eletrodo3.25mm (Uso moderado)
CorAmarelo
PesoLeve/Médio
MarcaNakasaki
AcessóriosBásicos
GarantiaVendedor
ProcessoMMA

Prós e contras

Prós
  • Preço/Potência: Relação agressiva.
  • Bivolt: Funciona em 110V e 220V.
  • Display: Visualização fácil.
  • Robustez: Aparência sólida.
  • Popularidade: Muitas vendas online.
  • Reserva: Mais forte que as de 100A.
Contras
  • Amperagem Real: Provavelmente menor que 250A.
  • Acabamento: Plásticos simples.
  • Cabos: Qualidade inferior às marcas top.

Perfil indicado: Quem precisa de “músculo” barato. Se você não se importa com a precisão absoluta da amperagem, mas quer uma máquina que empurre um eletrodo 3.25mm sem desligar a cada 2 minutos, esta é a opção econômica.

Nossa opinião

A Nakasaki NK250A é a máquina “bruta” do segmento de entrada. Ela promete muito. Mesmo que não entregue os 250A reais, ela entrega bem mais que as máquinas de 120A, e isso por um preço muito próximo. É a escolha de risco calculado para quem quer potência gastando pouco. – Sofia Ribeiro

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Guia de compra: Como escolher a melhor máquina de solda inversora?

1. Amperagem e tipo de eletrodo

A amperagem define a “força” da máquina. Para uso doméstico com eletrodos E6013 de 2.5mm, uma máquina de 120A a 140A é suficiente. Se você pretende usar eletrodos de 3.25mm (mais grossos) ou o E7018 (para estruturas que exigem maior resistência), procure máquinas com pelo menos 160A reais.

Lembre-se que máquinas mais potentes não servem apenas para eletrodos grossos; elas soldam eletrodos finos com muito mais facilidade e ciclo de trabalho maior (“folga”). Máquinas profissionais de 200A ou mais são indicadas para quem vai soldar o dia todo ou usar eletrodos de 4.0mm e 5.0mm em vigas pesadas.

Verifique sempre a especificação do fabricante sobre quais eletrodos a máquina aceita. Algumas inversoras baratas soldam apenas E6013, enquanto modelos melhores soldam E7018, Inox, Ferro Fundido e até Alumínio (com eletrodo específico), oferecendo muito mais versatilidade.

2. Ciclo de trabalho (Duty Cycle)

O ciclo de trabalho é crucial para a produtividade. Ele indica a porcentagem de tempo, dentro de um período de 10 minutos, que a máquina pode soldar na amperagem máxima antes de precisar esfriar. Por exemplo, 60% a 160A significa que ela solda 6 minutos e precisa descansar 4 minutos.

Para hobbistas, um ciclo de 30% a 40% é aceitável, pois você naturalmente para para trocar o eletrodo, limpar a peça ou ajustar a posição. Já para uso profissional, procure máquinas com ciclo de 60% ou mais na amperagem que você mais usa, ou máquinas superdimensionadas (ex: usar uma de 200A para soldar a 120A garante ciclo de 100%).

Máquinas com ciclo baixo vão desligar frequentemente por proteção térmica se você tentar fazer cordões longos ou soldar muito rápido, o que pode ser frustrante e atrasar o serviço. O ciclo aumenta conforme você abaixa a amperagem usada.

  • Hobby: Ciclo de 30-40% é ok.
  • Profissional: Busque 60% ou mais.
  • Industrial: Busque 100% na amperagem de uso.
  • Superaquecimento: Máquina desliga sozinha.
  • Resfriamento: Ventoinha deve ficar ligada.

3. Voltagem e eficiência energética

Inversoras são muito mais econômicas que transformadores antigos, mas a voltagem de entrada importa. Máquinas 220V geralmente são mais eficientes, estáveis e permitem amperagens maiores com cabos de alimentação mais finos. Se você tem disponibilidade de 220V, prefira.

Se você trabalha em locais variados, uma máquina Bivolt Automático é o melhor investimento. Ela reconhece a tensão da tomada e se ajusta sozinha, evitando queima acidental. Máquinas apenas 110V sofrem limitações de potência (geralmente máx 120A-140A) devido à alta corrente puxada da rede.

Verifique também a qualidade do plugue. Máquinas potentes (acima de 160A) muitas vezes vêm sem plugue ou exigem tomadas industriais (20A ou tipo Steck) porque derreteriam uma tomada residencial comum de 10A.

VoltagemVantagem
110V (127V)Comum em residências, limita potência.
220VMaior eficiência e potência máxima.
Bivolt ManualVersátil, mas risco de esquecer chave.
Bivolt AutoMais segura e prática para volantes.
TrifásicoApenas industrial pesado.

4. Tipos de soldagem (MMA, TIG, MIG)

A maioria das inversoras básicas faz solda MMA (Eletrodo Revestido), que é o processo mais versátil e barato para manutenção, pois funciona ao ar livre e em metais sujos. É o “pau pra toda obra” da soldagem.

Muitas inversoras também oferecem função TIG Lift ou TIG de raspagem. Isso permite soldar com tocha TIG (vendida à parte) e gás argônio, ideal para acabamentos finos, inox e chapas delicadas onde o eletrodo furaria. TIG exige mais habilidade e limpeza do material.

Máquinas multiprocesso adicionam a função MIG/MAG, que usa um rolo de arame. A solda MIG é mais fácil de aprender, mais rápida (sem troca de eletrodo) e limpa (sem escória). Modelos “MIG sem gás” usam arame especial e são ótimos para iniciantes e serviços externos.

5. Tecnologias de auxílio (Hot Start, Arc Force, Anti Stick)

Recursos eletrônicos fazem toda a diferença, especialmente para iniciantes. O Hot Start dá um pico de voltagem extra no momento em que você toca o eletrodo na peça, facilitando a abertura do arco (evita que o eletrodo “fique picando” sem acender).

O Arc Force monitora a voltagem durante a solda. Se você aproxima demais o eletrodo (quase encostando), a máquina aumenta a corrente para evitar que ele apague ou grude, mantendo o arco estável. Isso corrige a “mão trêmula” do operador.

O Anti Stick corta a corrente quase instantaneamente se o eletrodo grudar na peça. Isso impede que o eletrodo superaqueça e estrague, e facilita muito desgrudá-lo para tentar de novo. Procure máquinas que listem explicitamente essas três funções.

  • Hot Start: Acendimento fácil.
  • Arc Force: Estabilidade do arco.
  • Anti Stick: Não deixa o eletrodo colar.
  • VRD: Reduz voltagem em vazio (segurança).
  • Synergic: Ajuste automático (em MIGs).

6. Inversora vs Transformador

A principal dúvida de quem está acostumado com as máquinas antigas. O transformador (“balde de óleo”) é pesado (20kg+), consome muita energia, tem arco instável e ciclo de trabalho baixo. Sua única vantagem é a robustez extrema contra abuso.

A inversora é leve (3kg-6kg), economiza até 50% de energia, tem arco macio e estável, e solda eletrodos especiais (como E7018) com facilidade, o que muitos transformadores não conseguem. Ela é eletrônica, então exige mais cuidado contra quedas e umidade.

Hoje em dia, não faz mais sentido comprar um transformador novo para uso geral. A inversora se pagará na conta de luz e na facilidade de transporte, além de permitir que você solde melhor com menos esforço.

CaracterísticaInversora
PesoLeve (3-8kg)
ConsumoBaixo (Eficiente)
ArcoEstável (CC)
EletrodosTodos os tipos
ManutençãoEletrônica (Cuidados)

7. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)

Nunca solde sem proteção adequada. A luz da solda (UV/IV) queima a retina e a pele em segundos. A máscara de solda é obrigatória. Prefira as máscaras de escurecimento automático, que ficam transparentes antes de soldar e escurecem sozinhas ao abrir o arco, deixando as mãos livres.

Use luvas de raspa de couro para proteger as mãos do calor e respingos de metal fundido. Um avental de raspa protege suas roupas e corpo contra fagulhas que podem causar queimaduras graves ou incêndios. Botas de segurança isolantes também são recomendadas.

A fumaça da solda é tóxica. Solde sempre em locais ventilados. Se for soldar em ambiente fechado, use máscaras respiratórias adequadas para fumos metálicos. Segurança não é acessório, é parte fundamental do processo.

8. Acessórios essenciais

Além da máquina, você precisará de consumíveis e ferramentas. Tenha um estoque de eletrodos (E6013 2.5mm é o mais comum para começar). Uma picadeira/escova de aço é essencial para remover a escória que cobre a solda e ver se o cordão ficou bom.

Uma esmerilhadeira é a “melhor amiga” do soldador, usada para limpar a peça antes de soldar (tirar ferrugem/tinta) e para dar acabamento depois. Grampos ou sargentos ajudam a fixar as peças na posição correta antes de soldar.

Esquadros magnéticos são baratos e extremamente úteis para montar estruturas em ângulos de 90 ou 45 graus sozinho, agindo como uma “terceira mão”. Verifique se a máquina já vem com cabos de boa qualidade; caso contrário, considere trocá-los.

  • Máscara Automática: Visão clara e proteção.
  • Eletrodos: E6013 (Geral) e E7018 (Resistência).
  • Esmerilhadeira: Limpeza e corte.
  • Esquadro Magnético: Montagem fácil.
  • Luvas de Raspa: Proteção térmica.

9. Manutenção e cuidados

Inversoras são equipamentos eletrônicos e odeiam pó metálico. O cooler da máquina puxa ar para refrigerar, mas também puxa a poeira da oficina, que é condutora e pode causar curtos na placa. Evite colocar a máquina no chão direto; use uma bancada ou carrinho.

Periodicamente (a cada 6 meses, dependendo do uso), abra a máquina (se fora da garantia) e limpe o interior com ar comprimido seco para remover o acúmulo de pó. Verifique sempre o estado dos cabos e conexões; cabos frouxos geram aquecimento e perda de potência.

Não desligue a máquina da tomada imediatamente após soldar muito. Deixe-a ligada por alguns minutos para que a ventoinha termine de resfriar os componentes internos. Isso prolonga muito a vida útil dos transistores.

AçãoFrequência
Limpar pó internoSemestral
Apertar conexõesMensal
Verificar cabosDiário
Resfriar pós-usoSempre
Trocar lente máscaraQuando riscar

10. Marcas e garantia no Brasil

O mercado brasileiro está cheio de marcas. Boxer se destaca pelo excelente pós-venda e máquinas adaptadas à realidade nacional (bivolt, robustas). ESAB é a líder premium global, com durabilidade incomparável. Vonder e Start oferecem bom meio-termo.

Marcas de entrada como Black Arc, Nakasaki e Titanium focam em preço. Elas funcionam bem para hobby, mas a assistência técnica pode ser limitada ou inexistente (máquinas descartáveis). Avalie se vale a pena economizar na compra e ficar sem suporte depois.

Verifique o tempo de garantia. Algumas marcas dão 12 a 15 meses (com cadastro no site), enquanto outras dão apenas os 3 meses legais. Para uso profissional, a garantia estendida e a facilidade de encontrar peças de reposição são fatores decisivos.

Perguntas frequentes sobre as melhores máquinas de solda inversora em 2026

1. Qual a diferença entre inversora e transformador?

A inversora utiliza circuitos eletrônicos para controlar a corrente, tornando-a muito mais leve (cerca de 4kg contra 20kg+), compacta e econômica em energia. O transformador é uma tecnologia antiga, pesada e de alto consumo, mas muito robusta. A inversora oferece um arco mais estável e fácil de controlar, sendo superior para a maioria dos usos modernos.

2. Máquina de 120A serve para portão e grade?

Sim, perfeitamente. A maioria dos serviços de serralheria leve, como portões, grades e corrimãos, utiliza eletrodos de 2.5mm, que requerem cerca de 70A a 90A. Uma máquina de 120A trabalha com folga nessa faixa. Amperagens maiores (160A+) são necessárias apenas para estruturas pesadas ou eletrodos mais grossos.

3. O que é ciclo de trabalho na solda?

Ciclo de trabalho é o tempo que a máquina pode soldar continuamente dentro de um intervalo de 10 minutos sem superaquecer. Se a máquina tem ciclo de 60% a 120A, ela solda 6 minutos e descansa 4. Se você ultrapassar esse limite, a proteção térmica desliga a máquina automaticamente até ela esfriar.

4. Posso ligar a inversora em extensão comum?

Evite extensões finas e longas, pois elas causam queda de tensão, fazendo a máquina perder força ou desligar. Se precisar usar extensão, utilize cabos de bitola adequada (geralmente 4mm² ou mais para extensões longas) e desenrole o cabo completamente para evitar efeito de bobina e aquecimento.

5. Inversora solda alumínio?

Soldar alumínio com eletrodo revestido em inversora comum é possível, mas muito difícil e o acabamento é ruim (muita fumaça e respingo). Para soldar alumínio com qualidade, o ideal é uma máquina TIG AC/DC (muito mais cara) ou uma MIG com arame de alumínio e gás argônio puro.

6. Preciso de gás para usar a inversora?

Para o processo MMA (eletrodo revestido), não precisa de gás. Para o processo TIG, você precisará de um cilindro de Argônio. Para máquinas MIG, existe a opção de usar arame “flux core” (sem gás) ou arame sólido com mistura de gás (Argônio/CO2) para melhor acabamento.

7. O que significa eletrodo E6013 e E7018?

E6013 é o eletrodo de “uso geral”, fácil de abrir arco, bom acabamento e baixa penetração, ideal para serralheria leve. E7018 é o eletrodo “básico” de alta resistência, usado em estruturas que sofrem carga, vasos de pressão e indústria. Exige máquinas com corrente contínua (inversoras) e mais amperagem.

8. Qual a melhor voltagem: 110V ou 220V?

220V é sempre preferível para solda. A corrente flui com mais eficiência, aquecendo menos a fiação da rede e permitindo que a máquina entregue sua potência máxima. Em 110V, muitas máquinas limitam a amperagem de saída (ex: máx 120A) para não desarmar o disjuntor da casa.

9. Máquina de solda queima aparelhos eletrônicos?

Inversoras modernas geram menos ruído na rede que transformadores antigos, mas ainda podem causar interferência. O ideal é não ligar a solda na mesma fase de equipamentos sensíveis (computadores, TVs). O risco maior é soldar na estrutura de um carro sem desconectar a bateria, o que queima o módulo do veículo.

10. Vale a pena comprar máquina 3 em 1?

Se você é um hobbista que gosta de experimentar ou um profissional que precisa de versatilidade em campo, sim. O custo é ótimo. Porém, máquinas dedicadas (só TIG ou só MIG) profissionais costumam ter desempenho superior em seus processos específicos. Para reparos gerais, a 3 em 1 é imbatível.

Sofia Ribeiro