Melhor GPS para bike: Os 10 melhores em 2026

Descubra os melhores GPS para bike que transformam suas pedaladas com dados precisos de desempenho e navegação segura, elevando seu treino a um novo nível.

A evolução do ciclismo amador e profissional tornou o ciclocomputador com GPS um item indispensável para quem busca evoluir no esporte. Diferente dos antigos velocímetros com ímãs na roda, o GPS para bike moderno utiliza satélites para rastrear seu percurso com precisão milimétrica, além de se conectar a aplicativos populares como Strava e TrainingPeaks, permitindo o compartilhamento instantâneo de suas conquistas e rotas.

Para selecionar o equipamento ideal, é necessário avaliar critérios técnicos como a estabilidade do sinal de satélite, a duração da bateria em longas distâncias e a legibilidade da tela sob luz solar intensa. A conectividade com sensores externos, como monitores cardíacos e medidores de potência via ANT+ ou Bluetooth, também define se o aparelho servirá apenas para registro básico ou para treinos avançados de performance.

Nossa metodologia de análise cruzou dados de volume de vendas, índices de satisfação de usuários reais e especificações técnicas de hardware. Priorizamos modelos que oferecem resistência à água e poeira, construção robusta para enfrentar trilhas e estradas, e suporte de software confiável, resultando em um ranking equilibrado que atende desde o ciclista iniciante até o atleta que busca pódios em competições.

🏆 Lista dos melhores GPS para bike em 2026

ProdutoAvaliaçãoDestaquePreço
Melhor Desempenho Geral

Tela colorida com mapas offline e navegação precisa por um preço acessível.

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Melhor Preço Baixo

O modelo de entrada mais popular do mercado com conectividade para sensores.

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Melhor Opção Profissional

Tecnologia de ponta da líder mundial com métricas avançadas de ciclismo.

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Melhor Custo-Benefício

Bateria de longa duração e design fino ideal para quem foca em dados.

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Melhor Tela e Tecnologia

Experiência visual superior com tela tátil de alta resolução estilo smartphone.

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Melhor Navegação de Entrada

Oferece função de seguir rotas e trilhas por um valor extremamente competitivo.

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Melhor Durabilidade

Construção robusta e confiabilidade da marca Polar para treinos sérios.

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Melhor Visibilidade

Tela grande de 2.9 polegadas que facilita a leitura rápida durante o pedal.

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Melhor Simplicidade

Operação intuitiva e sincronização estável, perfeito para iniciantes.

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10º Melhor Opção Minimalista

Versão simplificada focada apenas no registro de GPS sem sensores extras.

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Análise detalhada dos melhores GPS para bike em 2026

1. Melhor Desempenho Geral: Igpsport BSC300


Igpsport BSC300

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O Igpsport BSC300 redefiniu o mercado de intermediários ao trazer uma tela colorida vibrante e construção premium. Seu design é moderno e fino, com botões laterais de fácil acesso mesmo com luvas, e a tela de 2.4 polegadas oferece excelente contraste sob sol forte. O acabamento passa uma sensação de robustez superior aos modelos de entrada.

A funcionalidade de navegação é o grande trunfo deste modelo, suportando mapas offline coloridos que facilitam muito a orientação em trilhas desconhecidas. Ele capta sinal de cinco sistemas de satélites diferentes, garantindo uma conexão rápida e estável mesmo em áreas de mata fechada. A precisão dos dados registrados é comparável a equipamentos que custam o dobro.

Em termos de recursos técnicos, ele é completo, oferecendo compatibilidade total com sensores ANT+ e Bluetooth, incluindo medidores de potência e câmbios eletrônicos. A interface do usuário é colorida e intuitiva, permitindo personalizar os campos de dados diretamente pelo aplicativo no celular. As notificações inteligentes de chamadas e mensagens funcionam de maneira fluida.

A experiência de uso é muito satisfatória, com uma bateria que dura cerca de 20 horas reais de uso, suficiente para várias sessões de treino sem recarregar. A sincronização com o Strava é automática e rápida assim que o treino é finalizado. O suporte para treinamento indoor também está presente, controlando rolos smart.

O custo-benefício é excepcional, pois entrega recursos antes exclusivos de linhas premium por um valor muito mais acessível. Ele se posiciona como a escolha inteligente para o ciclista entusiasta que quer evoluir e explorar novas rotas sem precisar investir uma fortuna em equipamentos de topo de linha.

Ideal para: Ciclistas de mountain bike e estrada que necessitam de navegação por mapas coloridos e desejam registrar dados avançados de treino. Perfeito para quem explora novas rotas frequentemente e busca um aparelho completo que não exija um investimento financeiro proibitivo.

Ficha técnica
Tela2.4″ Colorida
NavegaçãoMapas Offline
Bateria20 Horas
SatélitesGPS+Glonass+BeiDou+Galileo+QZSS
ConectividadeBLE 5.0 / ANT+
À Prova d’águaIPX7
CarregamentoUSB-C
Peso67g
Armazenamento8GB
NotificaçõesSim
AltímetroBarométrico
AppiGPSPORT Ride

Prós e contras

Prós
  • Mapas coloridos: Navegação visual excelente.
  • Custo-benefício: Recursos premium por preço justo.
  • Conexão rápida: Capta satélites em segundos.
  • USB-C: Padrão moderno de carregamento.
  • Personalização: Campos de dados configuráveis pelo app.
  • Compatibilidade: Aceita rolos smart e câmbios.
Contras
  • Botões: Podem ser um pouco rígidos no início.
  • Touchscreen: Não possui tela tátil.
  • Mapas: Atualização de mapas exige paciência.

Perfil indicado: Ciclistas intermediários e avançados que valorizam dados e navegação. Se você gosta de planejar rotas no computador e segui-las no fim de semana, ou se treina com planilha e sensores de potência, este GPS entrega tudo o que você precisa.

Nossa opinião

O Igpsport BSC300 é, sem dúvida, o “matador de gigantes” atual. Ele oferece 90% das funções de um GPS topo de linha custando metade do preço. A tela colorida faz toda a diferença na navegação, e a estabilidade do sistema nos impressionou muito durante os testes. É a compra mais racional do momento. – Sofia Ribeiro

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2. Melhor Preço Baixo: Xoss G+ Gen2


Xoss G+ Gen2

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O Xoss G+ Gen2 é o rei indiscutível da categoria de entrada, conhecido por democratizar o acesso ao GPS para ciclistas. Com um design compacto e ovalado, ele é extremamente discreto no guidão. A construção é simples, mas eficiente, com resistência IPX7 que aguenta chuvas fortes sem problemas.

A principal funcionalidade deste modelo é a capacidade de se conectar a sensores externos via ANT+, algo raro nessa faixa de preço. Isso permite que você monitore sua frequência cardíaca e cadência, transformando-o em uma ferramenta de treino real, e não apenas um velocímetro de luxo. A captação de GPS é rápida e estável para o uso em estradas abertas.

A tela LCD monocromática é básica, mas cumpre bem o papel, com retroiluminação automática que se acende conforme o fuso horário e o pôr do sol. Ele exibe os dados essenciais como velocidade, distância, tempo e inclinação de forma clara, divididos em três páginas de dados fixas.

A usabilidade é focada na simplicidade: dois botões operam tudo. O upload para o Strava é feito via aplicativo Xoss no celular e funciona bem, embora a sincronização possa demorar alguns segundos. A bateria dura cerca de 25 horas, o que é excelente para quem treina diariamente e não quer carregar o aparelho toda hora.

O custo-benefício é imbatível para iniciantes. Ele custa uma fração do preço de marcas grandes e entrega o essencial com competência. É a porta de entrada perfeita para quem quer sair dos aplicativos de celular e ter um aparelho dedicado no guidão.

Ideal para: Ciclistas iniciantes e amadores que desejam registrar seus pedais no Strava com precisão, monitorar batimentos cardíacos e cadência, mas não querem gastar muito. Excelente opção para quem está montando seu primeiro kit de equipamentos.

Ficha técnica
Tela1.8″ LCD
ConectividadeBluetooth 5.0 / ANT+
BateriaAté 25 Horas
SatélitesGPS+Glonass+Galileo+BeiDou
À Prova d’águaIPX7
Peso52g
SensoresSuporta Cadência/Cardíaco
AppXOSS
Luz de FundoAutomática
NavegaçãoNão possui mapas
CarregamentoUSB-C (Versão Gen2)
Exibição3 Páginas de dados

Prós e contras

Prós
  • Preço acessível: O mais barato com ANT+.
  • Compacto: Muito leve e pequeno.
  • Bateria longa: Dura semanas de uso moderado.
  • Conectividade: Aceita cintas cardíacas.
  • Resistente: Aguenta chuva e lama.
  • USB-C: Atualização bem-vinda na Gen2.
Contras
  • Sem navegação: Não segue rotas ou mapas.
  • Tela pequena: Pode ser difícil ler dados múltiplos.
  • App instável: Sincronização falha às vezes.

Perfil indicado: Quem busca o “básico bem feito”. Se o seu objetivo é apenas saber a velocidade, distância e jogar o treino no Strava automaticamente, sem firulas de mapas ou telas coloridas, o Xoss G+ é a escolha certa.

Nossa opinião

O Xoss G+ Gen2 é o “Fusca” dos GPS: barato, funcional e todo mundo tem ou já teve um. Ele faz o trabalho sujo de registrar o treino sem reclamar. A adição da entrada USB-C na nova versão resolveu a única queixa antiga sobre o cabo. É impossível errar com ele como primeiro GPS. – Sofia Ribeiro

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3. Melhor Opção Profissional: Garmin Edge 540


Garmin Edge 540

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O Garmin Edge 540 representa o padrão ouro em tecnologia para ciclismo. Com um design aerodinâmico e botões físicos laterais (preferidos por profissionais para evitar toques acidentais em dias de chuva), ele é construído para a performance pura. A tela colorida é extremamente nítida e ajustável para qualquer condição de luz.

A profundidade de dados oferecida é incomparável. Além da navegação precisa com recálculo de rota, ele oferece a função ClimbPro, que mostra o perfil de elevação e o quanto falta para terminar uma subida em tempo real. A tecnologia GNSS multibanda garante a melhor precisão de localização do mercado, mesmo em cânions urbanos ou sob árvores densas.

O ecossistema Garmin é um diferencial à parte. Ele sugere treinos diários baseados na sua carga de treino atual, monitora sua resistência (stamina) em tempo real e se conecta perfeitamente a toda linha de sensores Garmin, incluindo radares Varia e medidores de potência Vector. É como ter um treinador no guidão.

A usabilidade é complexa devido à quantidade de funções, exigindo uma curva de aprendizado, mas extremamente recompensadora. A bateria é robusta, durando até 26 horas em uso intenso ou mais de 40 horas no modo economia. A sincronização é instantânea e a estabilidade do sistema é absoluta.

O preço é alto, refletindo seu status profissional. É um investimento para quem leva o ciclismo muito a sério, compete ou simplesmente quer ter a melhor tecnologia disponível, sem compromissos. A durabilidade e o valor de revenda dos produtos Garmin também são pontos fortes.

Ideal para: Atletas profissionais, competidores amadores e ciclistas obcecados por métricas de performance. Se você quer saber sua potência normalizada, VO2 Max e precisa de navegação infalível para provas longas, este é o equipamento definitivo.

Ficha técnica
Tela2.6″ Colorida
NavegaçãoMapas Completos / ClimbPro
BateriaAté 26 Horas (42h Eco)
SatélitesGNSS Multibanda
RecursosStamina, Coaching, Dinâmica
ConectividadeANT+ / Bluetooth / Wi-Fi
SegurançaDetecção de Incidente
Peso80g
ControleBotões Físicos
À Prova d’águaIPX7
Memória16GB
MarcaGarmin

Prós e contras

Prós
  • Precisão absoluta: Multibanda é infalível.
  • ClimbPro: Muda a estratégia em subidas.
  • Ecossistema: Integração total com Garmin.
  • Bateria: Duração excepcional.
  • Treino adaptativo: Sugestões inteligentes.
  • Durabilidade: Feito para durar anos.
Contras
  • Preço elevado: Investimento alto.
  • Interface: Menus complexos para iniciantes.
  • Sem touch: Navegar no mapa com botões é lento.

Perfil indicado: O ciclista que respira performance. Se o seu vocabulário inclui termos como TSS, FTP e IF, e você passa o fim de semana competindo ou fazendo treinos estruturados, o Edge 540 é a ferramenta de trabalho que você precisa.

Nossa opinião

O Garmin Edge 540 é a referência por um motivo: ele simplesmente não falha. A função ClimbPro é viciante para quem gosta de subir serras, pois ajuda a dosar a energia perfeitamente. É caro, mas a quantidade de dados que ele gera sobre sua performance vale cada centavo para quem busca evoluir. – Sofia Ribeiro

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4. Melhor Custo-Benefício: Igpsport BSC100S


Igpsport BSC100S

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O Igpsport BSC100S é o sucessor espiritual dos clássicos modelos de entrada, mas com esteroides. Ele mantém a tela monocromática para economizar bateria e custo, mas possui um design ultra fino e moderno, com uma tela de 2.6 polegadas que aproveita muito bem a área frontal. É elegante e extremamente leve.

O grande atrativo aqui é a bateria de 40 horas, uma das maiores da categoria. Isso significa que você pode passar semanas treinando sem precisar plugar o cabo. A funcionalidade é focada em dados: ele exibe até 6 dados por página e se conecta a todos os sensores possíveis via ANT+ e Bluetooth, incluindo medidores de potência.

Apesar de não ter mapas ou navegação de rota, ele é perfeito para quem conhece seus caminhos e quer focar apenas nos números do treino. A interface é limpa e os dados são grandes e fáceis de ler. A sincronização com o app da Igpsport é rápida e permite customizar as telas facilmente pelo celular.

A usabilidade é descomplicada, com botões táteis que respondem bem. A carcaça é resistente e o conector USB-C facilita a vida de quem já usa cabos modernos. Ele oferece notificações inteligentes básicas, avisando sobre chamadas recebidas, o que é útil para não precisar parar a bike à toa.

O custo-benefício é seu ponto forte, oferecendo suporte a potência e bateria gigante por um preço de modelo de entrada. É a escolha ideal para o ciclista pragmático que quer função pura, sem pagar a mais por telas coloridas ou mapas que não vai usar.

Ideal para: Ciclistas de estrada (road) e treinos focados em potência que buscam um aparelho leve, barato e que a bateria nunca acaba. Ótimo também como aparelho de backup ou para competições longas onde a autonomia é crucial.

Ficha técnica
Tela2.6″ Monocromática
Bateria40 Horas
ConectividadeANT+ / Bluetooth 5.0
SatélitesGPS+BeiDou+Glonass+Galileo+QZSS
Peso67g
Espessura13.5mm (Ultra fino)
À Prova d’águaIPX7
CarregamentoUSB-C
NavegaçãoNão possui
DadosSuporta Potência/Cadência
AppiGPSPORT Ride
Memória250 Horas de dados

Prós e contras

Prós
  • Bateria insana: 40 horas de duração.
  • Preço excelente: Muito barato pelo que oferece.
  • Design slim: Moderno e leve.
  • Conectividade total: Aceita todos os sensores.
  • Tela grande: Ótima leitura de dados.
  • USB-C: Carregamento prático.
Contras
  • Sem navegação: Não segue trilhas.
  • Tela simples: Sem cores ou gráficos avançados.
  • Notificações: Básicas, apenas ícones.

Perfil indicado: O ciclista de “longão” ou audax que precisa de confiabilidade e bateria eterna. Se você não precisa de mapas e quer apenas um painel de dados preciso e legível que aguente o fim de semana inteiro ligado, vá de BSC100S.

Nossa opinião

O Igpsport BSC100S é a prova de que menos é mais. Tiraram tudo o que encarece o produto (tela colorida, mapas) e deixaram o que importa: bateria gigante e conexão com sensores. É o melhor custo-benefício para quem treina sério e não quer gastar uma fortuna. – Sofia Ribeiro

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5. Melhor Tela e Tecnologia: Sram Hammerhead Karoo


Sram Hammerhead Karoo

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O Sram Hammerhead Karoo é o GPS que parece um smartphone de última geração. Com uma tela de alta resolução e cores vibrantes que rivalizam com as melhores telas de celular, ele oferece a melhor experiência visual do mercado. A interface baseada em Android é fluida, responsiva e permite uma customização visual que nenhum outro concorrente oferece.

A funcionalidade de navegação é simplesmente linda. Os mapas são detalhados, coloridos e fáceis de interpretar, com recálculo de rota instantâneo. A função “Climber” detecta subidas automaticamente sem necessidade de pré-carregar rotas, mostrando o perfil de elevação de forma intuitiva e visualmente impressionante. É como ter um copiloto digital.

A conectividade com o ecossistema SRAM AXS é profunda, permitindo controlar câmbios e ver baterias de componentes com facilidade. Ele recebe atualizações de software constantes via Wi-Fi, melhorando funcionalidades a cada mês. A tela tátil funciona bem mesmo com chuva, e os botões físicos laterais garantem controle total em qualquer situação.

A usabilidade é premium em todos os aspectos, desde o suporte de montagem robusto até a resposta tátil da tela. A bateria dura cerca de 12-14 horas, o que é menos que os concorrentes, mas o carregamento é rápido. É um trade-off pela qualidade incrível da tela.

O custo é altíssimo, posicionado no topo da pirâmide. É um produto de luxo tecnológico para quem valoriza a experiência do usuário acima de tudo e quer a tela mais bonita e responsiva que o dinheiro pode comprar em um ciclocomputador.

Ideal para: Tech-heads e ciclistas que amam tecnologia e design. Se você se importa com a qualidade da tela, fluidez da interface e quer algo diferente do visual utilitário dos GPS tradicionais, o Karoo é a escolha certa.

Ficha técnica
Tela3.2″ Alta Resolução
SistemaAndroid Customizado
NavegaçãoMapas Premium / Climber
ConectividadeANT+ / Bluetooth / Wi-Fi
Bateria~12 Horas
Armazenamento32GB
IntegraçãoSRAM AXS Otimizado
TouchscreenSim (Responsivo)
Peso118g
CarregamentoUSB-C Rápido
À Prova d’águaIP67
MarcaHammerhead (SRAM)

Prós e contras

Prós
  • Tela incrível: A melhor resolução do mercado.
  • Interface fluida: Rápida como um celular.
  • Climber: Detecção de subidas sem rota.
  • Atualizações: Melhorias constantes via Wi-Fi.
  • Mapas: Visualização rica e detalhada.
  • Design: Moderno e robusto.
Contras
  • Bateria: Duração menor que concorrentes.
  • Preço: Muito caro.
  • Tamanho: Um pouco volumoso no guidão.

Perfil indicado: O ciclista que não abre mão da melhor tecnologia. Se você usa o celular topo de linha e espera a mesma responsividade do seu GPS, o Karoo é o único que não vai te frustrar com telas lentas ou pixeladas.

Nossa opinião

O Hammerhead Karoo é deslumbrante. A tela dele faz os outros parecerem calculadoras antigas. A navegação é tão intuitiva que você quase esquece que está num aparelho de bike. A bateria dura menos? Sim, mas a experiência de uso é tão superior que a gente perdoa. – Sofia Ribeiro

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6. Melhor Navegação de Entrada: Igpsport BSC200


Igpsport BSC200

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O Igpsport BSC200 democratizou a navegação de rota “breadcrumb” (trilha de migalhas). Diferente do BSC100S, este modelo permite carregar arquivos GPX e seguir um traçado na tela, com alertas de curvas e direção. Embora não tenha mapa de fundo detalhado, o traço é claro e suficiente para não se perder em trilhas.

A tela de 2.5 polegadas é monocromática, o que favorece muito a duração da bateria, chegando a 30 horas de uso contínuo. O design é robusto e compacto, com proteção IPX7. Ele preenche a lacuna entre os modelos básicos que só mostram números e os avançados com mapas coloridos, sendo o ponto de equilíbrio perfeito.

Funcionalmente, ele oferece tudo o que se espera de um GPS moderno: conexão ANT+/Bluetooth com sensores, notificações de celular, upload automático para Strava e TrainingPeaks. A precisão do GPS é excelente, utilizando múltiplos sistemas de satélites para garantir o traçado correto.

A experiência de uso é fluida, com menus intuitivos em português. A função de “voltar ao início” é um recurso de segurança valioso para quem explora novos caminhos. A construção sente-se durável e os botões têm bom clique.

O valor é extremamente competitivo para um aparelho com navegação. É a melhor opção para ciclistas de MTB e gravel que precisam seguir rotas baixadas da internet, mas não querem pagar o preço de um aparelho com tela colorida e mapas completos.

Ideal para: Ciclistas de aventura e mountain bikers com orçamento limitado que precisam de orientação em trilhas. Se você baixa rotas do Wikiloc ou Strava e precisa de uma linha guia para seguir, o BSC200 entrega isso com maestria.

Ficha técnica
Tela2.5″ Monocromática
NavegaçãoTrilha (Breadcrumb)
Bateria30 Horas
ConectividadeANT+ / Bluetooth
SatélitesMulti-GNSS
Peso67g
À Prova d’águaIPX7
CarregamentoUSB-C
NotificaçõesSim
AppiGPSPORT Ride
Volta ao InícioSim
Memória400 Horas

Prós e contras

Prós
  • Navegação acessível: Segue rotas por preço baixo.
  • Bateria longa: 30 horas de autonomia.
  • Tela clara: Boa leitura sob o sol.
  • Conectividade: Suporta todos os sensores.
  • Compacto: Tamanho ideal para MTB.
  • USB-C: Padrão moderno.
Contras
  • Sem mapa de fundo: Apenas a linha do trajeto.
  • Monocromático: Menos visual que telas coloridas.
  • Memória: Limitada para muitas rotas salvas.

Perfil indicado: O explorador econômico. Se a sua prioridade é não se perder na trilha seguindo um arquivo GPX, e você não se importa em não ver o desenho das ruas ou rios no fundo da tela, este GPS oferece a melhor relação custo-benefício de navegação.

Nossa opinião

O Igpsport BSC200 ocupa um nicho importante: navegação barata. Ele faz o que modelos que custam o dobro fazem, que é te guiar. A falta de mapa colorido é compensada pela bateria excelente e pelo preço. É a ferramenta perfeita para quem quer começar a explorar rotas novas sem medo. – Sofia Ribeiro

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7. Melhor Durabilidade: Polar M460


Polar M460

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O Polar M460 é um clássico que resiste ao tempo graças à sua construção indestrutível. A Polar é famosa por sua precisão no monitoramento cardíaco, e este GPS integra-se perfeitamente a esse ecossistema. O design é compacto, com botões texturizados fáceis de operar e acabamento simulando fibra de carbono.

Seu grande diferencial é o suporte nativo aos Segmentos Strava Live, alertando em tempo real quando você entra em um segmento para competir pelo KOM. Ele também oferece testes ortostáticos e de condicionamento físico exclusivos da Polar, focando muito mais na fisiologia do atleta do que apenas na navegação.

Apesar de ser um modelo mais antigo, a precisão do GPS e do altímetro barométrico continua excelente. A tela monocromática é pequena mas muito nítida. Ele é compatível com medidores de potência Bluetooth Smart e oferece métricas avançadas de pedalada, como equilíbrio esquerda/direita.

A bateria dura cerca de 16 horas, o que é razoável. A sincronização com o Polar Flow é uma das melhores plataformas de análise de treino do mundo. O ponto de atenção é que ele usa conexão Bluetooth para sensores, não suportando ANT+, o que pode limitar a compatibilidade com alguns acessórios antigos.

O preço é competitivo para a marca. É a escolha certa para quem treina com base em frequência cardíaca e quer um aparelho que aguente sol, chuva e quedas sem falhar, apoiado por uma das melhores plataformas de análise fisiológica do mercado.

Ideal para: Ciclistas de estrada e atletas focados em treino fisiológico que já usam ou admiram o ecossistema Polar. Se você valoriza dados de recuperação e carga de treino mais do que mapas coloridos, o M460 é uma ferramenta de trabalho robusta.

Ficha técnica
TelaMonocromática Alta Resolução
ConectividadeBluetooth Smart (BLE)
Bateria16 Horas
RecursosStrava Live Segments
AltímetroBarométrico
Peso50g
À Prova d’águaIPX7
Led FrontalLuz de Segurança
EcossistemaPolar Flow
SensoresPotência/Cardíaco (BLE)
GPSAlta Precisão
MarcaPolar

Prós e contras

Prós
  • Durabilidade: Construção muito resistente.
  • Polar Flow: Plataforma de análise superior.
  • Strava Live: Integração excelente com segmentos.
  • Precisão: Ótimo GPS e altímetro.
  • Luz LED: Segurança extra na frente.
  • Leve: Apenas 50g.
Contras
  • Sem ANT+: Só aceita sensores Bluetooth.
  • Design antigo: Bordas de tela grandes.
  • Sem navegação: Não segue rotas.

Perfil indicado: O atleta “raiz” que quer dados confiáveis e durabilidade. Se você já tem uma cinta cardíaca Polar H10 e quer um ciclocomputador que converse perfeitamente com ela, o M460 é a extensão natural do seu treino.

Nossa opinião

O Polar M460 é um tanque de guerra. Pode não ter a tela colorida dos modelos novos, mas em termos de precisão de treino e durabilidade, ele ainda dá aula. A plataforma Polar Flow é fantástica para quem gosta de analisar gráficos de performance pós-treino. – Sofia Ribeiro

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8. Melhor Visibilidade: Cycplus M1


Cycplus M1

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O Cycplus M1 se destaca imediatamente pelo tamanho de sua tela: são 2.9 polegadas de display LCD, um dos maiores da categoria de entrada. Isso facilita enormemente a leitura dos dados para quem tem dificuldade de visão ou simplesmente prefere números grandes e claros sem precisar apertar os olhos durante o pedal.

A carcaça redonda com capa de silicone (geralmente inclusa ou fácil de achar) dá a ele um visual único e proteção extra contra impactos. Ele suporta conexão ANT+ e Bluetooth para sensores de velocidade, cadência e frequência cardíaca, tornando-se uma central de dados completa.

A funcionalidade “Active Backlight” garante que a tela esteja sempre legível. O GPS conecta-se rapidamente e mostra dados precisos de altimetria e temperatura. O design dos dados na tela é fixo, mas bem organizado, mostrando as métricas mais importantes simultaneamente.

A bateria dura cerca de 30 horas, competindo com os melhores do mercado. A sincronização com o aplicativo Xoss (o mesmo usado por outras marcas) permite o upload fácil para o Strava. O suporte de montagem incluso é robusto e seguro.

O custo-benefício é excelente para quem prioriza tamanho de tela. É uma ótima alternativa aos modelos menores da Xoss ou Igpsport se você acha que 1.8 ou 2.0 polegadas é pouco para visualizar seus dados em movimento.

Ideal para: Ciclistas que priorizam legibilidade. Se você usa óculos de grau ou simplesmente gosta de ver sua velocidade e distância em números garrafais, o M1 é o GPS mais confortável visualmente nessa faixa de preço.

Ficha técnica
Tela2.9″ LCD Grande
Bateria30 Horas
ConectividadeANT+ / Bluetooth 4.0
À Prova d’águaIPX6
DesignCircular
CarregamentoMicro-USB
Peso77g
SatélitesGPS+Glonass+Galileo
AppXOSS
SensoresSuporte Completo
Memória150 Horas
DisplayDados Grandes

Prós e contras

Prós
  • Tela gigante: 2.9 polegadas facilita leitura.
  • Bateria longa: 30 horas de autonomia.
  • Preço bom: Competitivo na entrada.
  • Conectividade: Aceita sensores externos.
  • Retroiluminação: Clara e eficiente.
  • Design único: Formato circular diferenciado.
Contras
  • Tamanho: Ocupa bastante espaço no guidão.
  • USB Antigo: Ainda usa Micro-USB.
  • Interface fixa: Não personaliza campos.

Perfil indicado: Ciclistas de estrada ou turismo que querem conforto visual. Se você acha as telinhas dos outros GPS muito apertadas e cheias de informação pequena, o Cycplus M1 vai te dar o alívio visual que você procura.

Nossa opinião

O Cycplus M1 ganha pontos pela honestidade e tamanho. Ele é grande, bruto e funciona. A tela é realmente um diferencial para quem não enxerga bem de perto ou pedala em terrenos muito irregulares onde focar em números pequenos é difícil. Uma escolha sólida e robusta. – Sofia Ribeiro

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9. Melhor Simplicidade: Coospo BC26


Coospo BC26

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O Coospo BC26 é a resposta para quem busca uma alternativa confiável e simples aos líderes de mercado. Com uma tela quadrada de 2.3 polegadas, ele oferece um layout limpo que lembra modelos clássicos da Garmin. A construção é leve e o encaixe é padrão, facilitando a troca de suportes.

A funcionalidade é direta: ligou, pegou satélite, saiu pedalando. Ele suporta conexão com sensores ANT+ e Bluetooth, permitindo expandir o monitoramento conforme você evolui no esporte. O aplicativo da Coospo é elogiado por ser estável e simples de usar, facilitando a configuração inicial e o upload de treinos.

A bateria dura cerca de 20 horas, o que atende perfeitamente a semana de treinos da maioria dos ciclistas. O GPS é preciso e a retroiluminação automática funciona bem em túneis ou ao anoitecer. Ele não tem navegação de mapa, focando 100% na exibição de dados de performance.

A usabilidade é garantida por botões grandes na parte inferior, fáceis de pressionar. A resistência à água IPX7 garante tranquilidade em dias de chuva. É um aparelho sem frescuras que cumpre o que promete.

O custo-benefício é muito bom, competindo diretamente com o Xoss G+. A escolha entre eles muitas vezes se resume à preferência estética ou ao formato da tela (quadrada no Coospo vs oval no Xoss).

Ideal para: Ciclistas que preferem uma tela quadrada e um visual mais tradicional. Se você quer um GPS que simplesmente funcione, conecte seus sensores e envie o treino para o Strava sem complicações, o BC26 é uma aposta segura.

Ficha técnica
Tela2.3″ LCD Quadrada
Bateria20 Horas
ConectividadeANT+ / Bluetooth
SatélitesGPS+Glonass+BeiDou
AppCoospoRide
À Prova d’águaIPX7
Peso54g
CarregamentoMicro-USB
Luz de FundoAutomática
SincronizaçãoStrava Rápida
DesignClássico
SensoresCompatível

Prós e contras

Prós
  • App estável: CoospoRide funciona bem.
  • Design limpo: Tela quadrada fácil de ler.
  • Preço justo: Boa alternativa de entrada.
  • Conectividade: Suporta todos sensores básicos.
  • Leve: Quase imperceptível no guidão.
  • Simples: Curva de aprendizado zero.
Contras
  • Sem navegação: Apenas dados.
  • Micro-USB: Conector antigo.
  • Personalização: Limitada.

Perfil indicado: O ciclista prático que quer fugir das marcas mais comuns. Se você busca um aparelho que faça o “arroz com feijão” da telemetria com competência e um design sóbrio, o Coospo é uma excelente pedida.

Nossa opinião

O Coospo BC26 é o “trabalhador silencioso”. Ele não tem o marketing agressivo de outras marcas, mas entrega um produto muito sólido. O aplicativo deles é surpreendentemente bom e a conexão com o Strava raramente falha. É uma opção segura e eficiente. – Sofia Ribeiro

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10. Melhor Opção Minimalista: Xoss G Gen2


Xoss G Gen2

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O Xoss G Gen2 é a versão simplificada do G+, destinada a quem quer apenas o registro de GPS sem a necessidade de conectar sensores. Ele possui o mesmo design físico, a mesma tela e a mesma qualidade de construção do irmão mais completo, mas com um preço ainda mais agressivo.

A funcionalidade se resume a registrar velocidade, distância, tempo e elevação usando o sistema de satélites quádruplo. Não há suporte para ANT+, o que significa que ele não lê cintas cardíacas ou sensores de cadência. Ele é um “velocímetro com GPS inteligente”.

A usabilidade é idêntica à do G+: dois botões, menus simples e sincronização com o app Xoss. A vantagem é que, por não ter o chip ANT+ ativado, a bateria pode render um pouco mais em teoria, embora a especificação seja a mesma. A porta USB-C na Gen2 modernizou o carregamento.

A experiência de uso é perfeita para o ciclista casual, o commuter urbano ou crianças. Você coloca na bike, liga e sai. Chegando em casa, sincroniza e vê o mapa do seu trajeto no Strava. Sem configurações complexas de sensores, sem pareamentos falhos.

O custo é o menor possível para um dispositivo com GPS real. Se você tem certeza absoluta de que nunca vai querer usar uma cinta cardíaca ou sensor de cadência, o modelo G economiza alguns reais em relação ao G+. Caso contrário, o G+ é mais versátil.

Ideal para: Ciclistas urbanos, passeios casuais e crianças. Se o objetivo é apenas saber “quanto eu andei” e “por onde passei” sem nenhum interesse em métricas de treino avançadas, este é o aparelho mais direto ao ponto.

Ficha técnica
Tela1.8″ LCD
ConectividadeApenas Bluetooth (App)
BateriaAté 25 Horas
ANT+NÃO POSSUI
SatélitesGPS+Glonass+Galileo+BeiDou
À Prova d’águaIPX7
CarregamentoUSB-C
Peso52g
SensoresNÃO SUPORTA
AppXOSS
FunçãoRegistro de GPS Básico
Luz de FundoAutomática

Prós e contras

Prós
  • Preço mínimo: O mais barato de todos.
  • Simplicidade: Só ligar e usar.
  • GPS Preciso: Mesma qualidade do G+.
  • Bateria boa: Dura muito tempo.
  • Compacto: Discreto e leve.
  • USB-C: Carregamento fácil.
Contras
  • Sem ANT+: Não evolui com você.
  • Sem sensores: Limitado a velocidade/distância GPS.
  • Sem navegação: Apenas registro.

Perfil indicado: O minimalista absoluto. Se você acha que batimento cardíaco e cadência são “coisa de profissional” e só quer registrar o passeio de domingo no Strava, economize comprando a versão G em vez da G+.

Nossa opinião

O Xoss G Gen2 cumpre um papel específico: ser o primeiro passo. Ele é perfeito para quem está saindo do aplicativo de celular (que gasta bateria e é perigoso no guidão) para um aparelho dedicado. É simples, honesto e funciona. Só tenha certeza de que não vai querer sensores no futuro. – Sofia Ribeiro

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Guia de compra: Como escolher o melhor GPS para bike?

1. Tipo de GPS: Registro vs Navegação

A primeira decisão é definir o que você espera do aparelho. Se você quer apenas registrar onde foi, a velocidade média e subir o treino para o Strava, modelos de entrada (registro) como o Xoss G+ são suficientes e baratos. Eles mostram dados em tempo real, mas não te dizem para onde ir.

Se você gosta de explorar trilhas novas, viajar de bicicleta ou pedalar em cidades desconhecidas, precisa de um GPS com Navegação. Modelos intermediários oferecem navegação “breadcrumb” (uma linha numa tela branca), enquanto modelos avançados têm mapas coloridos detalhados com nomes de ruas e pontos de interesse, essenciais para aventuras complexas.

Considere seu perfil de ciclista: você pedala sempre nos mesmos lugares conhecidos ou vive buscando novos caminhos? A diferença de preço entre um modelo de registro e um de navegação é significativa, então invista na funcionalidade que você realmente vai usar na prática.

2. Conectividade e Sensores

Um bom GPS deve ser o cérebro da sua bicicleta. Verifique se o modelo possui conectividade ANT+ e Bluetooth. O ANT+ é o padrão ouro para conectar sensores de cadência, velocidade, cinta cardíaca e medidores de potência de forma estável e com baixo consumo de energia.

O Bluetooth é essencial para a conexão com o smartphone, permitindo configurar o aparelho, receber notificações de chamadas e sincronizar os treinos com a nuvem sem precisar de cabos. Alguns modelos modernos também controlam rolos de treino smart e câmbios eletrônicos.

Evite modelos que não aceitam sensores externos (como o Xoss G básico) se você tem a mínima pretensão de treinar sério no futuro. Ter a possibilidade de evoluir seu monitoramento comprando sensores depois é uma vantagem enorme dos modelos intermediários.

  • ANT+: Conexão estável com sensores.
  • Bluetooth: Sincronização com celular.
  • Sensores Básicos: Cadência, Velocidade, Cardíaco.
  • Sensores Avançados: Potência, Radar, Câmbio.
  • Smart Trainer: Controle de rolo indoor.

3. Duração da Bateria

A autonomia é crítica, especialmente para quem faz pedais longos (longões) ou participa de eventos como Audax. Modelos com telas monocromáticas simples costumam ter baterias que duram entre 25 e 40 horas, sendo campeões de eficiência energética.

Modelos com telas coloridas, touch e mapas detalhados consomem muito mais energia, geralmente durando entre 15 e 20 horas. Verifique se a duração prometida atende à sua necessidade. Nada é pior do que o GPS desligar no meio de uma trilha desconhecida ou nos últimos quilômetros de uma prova.

Considere também o tipo de carregamento. O padrão USB-C está se tornando comum e facilita muito, pois usa o mesmo cabo do celular. Modelos mais antigos ainda usam Micro-USB, o que obriga a carregar um cabo extra em viagens.

Tipo de GPSMédia de Bateria
Monocromático Básico25 a 30 horas
Monocromático Avançado35 a 45 horas
Colorido com Mapas15 a 24 horas
Tela Touch Alta Resolução10 a 15 horas
Solar (Garmin)40+ horas

4. Tela e Visibilidade

O tamanho e a tecnologia da tela afetam diretamente a experiência. Telas maiores (acima de 2.4 polegadas) permitem ver mais campos de dados simultaneamente (até 8 ou 10), o que é ótimo para quem treina com potência e frequência cardíaca ao mesmo tempo.

A legibilidade sob o sol é fundamental. Telas monocromáticas de alto contraste costumam ser as melhores para leitura rápida sob luz forte. Telas coloridas precisam ter brilho alto e tecnologia transflectiva para não “desaparecerem” no sol do meio-dia.

Telas sensíveis ao toque (touchscreen) são ótimas para navegar em mapas, mas podem ser difíceis de operar com luvas grossas ou quando molhadas de chuva ou suor. Botões físicos ainda são preferidos por muitos ciclistas de MTB pela certeza do comando.

5. Precisão do GPS (Satélites)

Não basta ter GPS; ele precisa ser preciso e rápido. Procure modelos que suportem múltiplos sistemas de satélites (GNSS): GPS (EUA), GLONASS (Rússia), Galileo (Europa) e BeiDou (China). Quanto mais sistemas, mais rápida a conexão inicial e menor a chance de perder sinal em matas fechadas.

A tecnologia “Multibanda” ou “Dual Frequency” é a novidade nos modelos topo de linha (como Garmin 540/840). Ela corrige erros de sinal causados por reflexos em prédios ou montanhas, oferecendo uma precisão absurda, essencial para segmentos Strava em trilhas sinuosas.

O altímetro barométrico é um recurso importante para quem gosta de subir. Diferente da altitude por GPS (que tem erro grande), o barômetro mede a pressão atmosférica para calcular a inclinação e a altimetria acumulada com precisão real.

6. Recursos de Treino

Se seu foco é performance, verifique as métricas oferecidas. Modelos básicos mostram apenas o que acontece no momento. Modelos avançados calculam TSS (Stress Score), IF (Intensity Factor), VO2 Max e tempo de recuperação, funcionando como um treinador digital.

A integração com plataformas de treino estruturado (como TrainingPeaks) é vital para quem segue planilhas. O GPS baixa o treino do dia e te guia passo a passo (ex: “5 min a 200W”). Isso elimina a necessidade de decorar o treino ou colar papel no quadro da bike.

Segmentos Strava Live são um recurso divertido e motivador presente em modelos intermediários e avançados, avisando quando um segmento começa e mostrando em tempo real se você está na frente ou atrás do seu recorde pessoal (PR) ou do KOM.

RecursoPara quem é
Treino EstruturadoQuem segue planilha de treinador.
Strava Live SegmentsCaçadores de KOM/QOM.
Métricas FisiológicasFocados em recuperação/carga.
ClimbPro / ClimberEscaladores de montanha.
Alertas de NutriçãoProvas de longa duração.

7. Resistência e Construção

O GPS vive num ambiente hostil: vibração, sol, chuva, lama e eventuais quedas. A certificação IPX7 é o padrão mínimo aceitável, garantindo que o aparelho suporte imersão temporária em água (ou seja, aguenta qualquer chuva torrencial).

O sistema de fixação (mount) é crucial. O padrão “quart de volta” (estilo Garmin) é universal e permite usar centenas de opções de suportes avançados, aerodinâmicos ou integrados ao guidão. Evite sistemas proprietários estranhos que dificultam a reposição ou upgrade do suporte.

Avalie a robustez da carcaça e a proteção da tela. Alguns ciclistas de MTB preferem usar capinhas de silicone e películas de vidro para proteger o investimento contra pedras e galhos. Verifique se existem acessórios de proteção disponíveis para o modelo escolhido.

8. Navegação e Mapas

Para quem precisa de navegação, existem níveis diferentes. A navegação por trilha (breadcrumb) mostra apenas uma linha num fundo vazio. É útil, mas se houver uma bifurcação complexa, você pode errar. O alerta de “fora de rota” é essencial nesses casos.

A navegação com mapas completos (Routable Maps) é superior. Ela mostra o contexto (ruas laterais, rios) e permite recalcular a rota se você errar o caminho, igual ao GPS do carro. Isso exige processadores mais potentes, presentes apenas nos modelos mais caros.

A facilidade de enviar rotas para o aparelho também conta. Apps modernos permitem criar a rota no celular e enviar via Bluetooth em segundos. Modelos antigos exigiam conectar no computador via cabo USB, o que é inconveniente hoje em dia.

  • Breadcrumb: Linha simples, sem mapa de fundo.
  • Mapa Offline: Imagem do mapa, sem inteligência.
  • Routable Map: Mapa inteligente, recalcula rotas.
  • POI (Pontos de Interesse): Mostra postos, água, etc.
  • Volta ao Início: Te guia de volta se perder.

9. Integração com Smartphone

O aplicativo companheiro é metade da experiência do GPS. Marcas como Garmin, Igpsport e Xoss têm apps dedicados. Um bom app permite configurar as telas de dados pelo celular (muito mais fácil que apertar botões no GPS), analisar o treino e atualizar o firmware.

As notificações inteligentes são úteis para ver quem está ligando ou ler mensagens de WhatsApp sem tirar o celular do bolso. Isso aumenta a segurança e a conveniência. Verifique se o modelo suporta notificações do seu sistema (Android ou iOS).

O Live Tracking é um recurso de segurança importante oferecido por alguns apps, permitindo que familiares acompanhem sua localização em tempo real através do sinal do celular conectado ao GPS. Essencial para quem pedala sozinho em locais ermos.

10. Preço e Valor de Revenda

O mercado de GPS é vasto, variando de R$ 200 a R$ 4.000. Defina seu orçamento com realismo. Um modelo de entrada (R$ 200-400) atende 80% dos ciclistas. Um intermediário (R$ 600-1200) traz navegação e tela colorida. O topo de linha (R$ 2000+) é para quem quer o máximo de tecnologia.

Considere o valor de revenda. Aparelhos da Garmin, por exemplo, mantêm o preço muito bem no mercado de usados, o que facilita o upgrade futuro. Marcas chinesas desvalorizam mais rápido, mas têm custo inicial muito menor, permitindo entrar no esporte gastando pouco.

Lembre-se que o GPS é um investimento durável. Um bom aparelho pode durar 5 anos ou mais trocando apenas a bateria interna eventualmente. Vale a pena gastar um pouco mais agora para ter recursos que você vai querer usar daqui a um ano, como suporte a medidor de potência.

Perguntas frequentes sobre os melhores GPS para bike em 2026

1. Preciso de internet para o GPS funcionar?

Não. O GPS da bicicleta usa uma rede de satélites (como GPS, GLONASS) que é gratuita e funciona em qualquer lugar do mundo, sem necessidade de sinal de celular ou internet. A internet só é necessária no smartphone depois do pedal, para sincronizar os dados com o aplicativo e enviar para o Strava.

2. Qual a diferença entre GPS e usar o celular?

O GPS dedicado é superior em vários aspectos: a bateria dura muito mais (20h+ contra 3-4h do celular com tela ligada), é à prova d’água, mais resistente a quedas, mais visível sob o sol e protege a bateria e a câmera do seu smartphone (que pode estragar com a vibração do guidão).

3. O GPS marca a velocidade sem sensor?

Sim. O GPS calcula a velocidade baseada no deslocamento via satélite. No entanto, em locais com túneis, árvores densas ou prédios altos, o sinal pode oscilar. Um sensor de velocidade no cubo da roda é recomendado para quem quer precisão absoluta e velocidade instantânea sem atrasos.

4. Todos os GPS sincronizam com o Strava?

Sim, praticamente todos os modelos modernos (Xoss, Igpsport, Garmin, etc.) sincronizam automaticamente com o Strava. O processo é feito através do aplicativo da marca no celular: assim que o GPS passa o treino para o app, ele envia para o Strava se as contas estiverem vinculadas.

5. O que é sensor de cadência e preciso dele?

O sensor de cadência mede quantas pedaladas você dá por minuto (RPM). É uma métrica importante para treinar a eficiência e evitar lesões nos joelhos (pedalar muito pesado). Não é obrigatório para o funcionamento do GPS, mas é um dado valioso para quem quer evoluir no ciclismo.

6. GPS com mapa colorido gasta mais bateria?

Sim, telas coloridas e processadores gráficos para renderizar mapas consomem mais energia. Enquanto um GPS monocromático simples pode durar 40 horas, um modelo colorido com mapa ligado o tempo todo dura entre 15 e 20 horas. O brilho da tela é o maior vilão do consumo.

7. Posso carregar rotas do Wikiloc no GPS?

Sim, se o GPS tiver função de navegação. Você baixa o arquivo da rota (formato .GPX ou .FIT) do Wikiloc ou Strava, envia para o aplicativo do GPS e sincroniza com o aparelho. O GPS então desenhará a linha do caminho para você seguir durante a pedalada.

8. O suporte do GPS é universal?

A maioria das marcas chinesas (Xoss, Igpsport, Cycplus, Coospo) usa o padrão de encaixe da Garmin (quarto de volta), o que é ótimo pois existem muitos suportes compatíveis no mercado. Marcas como Wahoo e Bryton podem ter encaixes ligeiramente diferentes ou proprietários, exigindo atenção na compra.

9. Vale a pena comprar GPS usado?

Pode valer a pena se for um modelo robusto (como Garmin) e a bateria ainda estiver boa. O maior risco em GPS usado é a degradação da bateria de lítio, que perde capacidade com os anos, e possíveis danos na vedação contra água ou na tela (riscos profundos).

10. O que é altímetro barométrico?

É um sensor interno que mede a pressão do ar para determinar a altitude. Ele é muito mais preciso para calcular o ganho de elevação (acumulado de subida) do que o sistema de GPS puro, que tem margem de erro vertical grande. Para quem gosta de subir montanhas, é um recurso essencial.

Sofia Ribeiro