Melhor câmera mirrorless de entrada: As 10 melhores em 2026

Descubra as melhores câmeras mirrorless de entrada para elevar o nível da sua fotografia e vídeo, garantindo qualidade profissional com equipamentos leves e fáceis de usar.
A transição do smartphone ou de uma DSLR antiga para o sistema mirrorless representa um salto tecnológico significativo. As câmeras sem espelho oferecem um sistema de foco automático muito mais inteligente, capaz de rastrear olhos e rostos com precisão cirúrgica, além de serem fisicamente menores e mais leves. Elas eliminam o mecanismo de espelho reflex, permitindo que você veja a exposição real da imagem diretamente na tela ou no visor eletrônico antes do clique.
Para quem está começando, o mercado oferece opções que equilibram recursos manuais avançados com modos automáticos intuitivos. Critérios como a resolução do sensor, a disponibilidade de lentes no ecossistema da marca e as capacidades de vídeo em 4K são fundamentais. Além disso, a conectividade Wi-Fi e Bluetooth tornou-se padrão, facilitando a transferência imediata de imagens para redes sociais, uma demanda essencial para criadores de conteúdo modernos.
Nossa seleção priorizou modelos que oferecem a melhor porta de entrada para esse universo, analisando o custo-benefício, a facilidade de aprendizado e a qualidade de imagem bruta. Filtramos equipamentos que entregam resultados superiores sem exigir um investimento inicial de nível profissional, focando em corpos de câmera que podem acompanhar seu crescimento técnico por muitos anos, seja para fotografia de viagens, retratos ou produção de vídeos para a internet.
🏆 Lista das melhores câmeras mirrorless de entrada em 2026
| Produto | Avaliação | Destaque | Preço |
|---|---|---|---|
| 1º | Autofoco inteligente e recursos modernos em um corpo ultracompacto. | Ver Preço na Amazon | |
| 2º | A opção mais acessível para entrar no sistema mirrorless Canon RF. | Ver Preço na Amazon | |
| 3º | Focada em vídeo com tela articulada e microfone direcional de qualidade. | Ver Preço na Amazon | |
| 4º | O sensor Full-Frame mais barato do mercado, excelente para desfoque. | Ver Preço na Amazon | |
| 5º | Rastreamento em tempo real lendário da Sony em um corpo acessível. | Ver Preço na Amazon | |
| 6º | Design robusto com pegada confortável ideal para criadores Nikon. | Ver Preço na Amazon | |
| 7º | Sistema Micro 4/3 leve com áudio OZO Nokia integrado. | Ver Preço na Amazon | |
| 8º | Estilo vintage clássico com a tecnologia moderna da série Z. | Ver Preço na Amazon | |
| 9º | Velocidade de disparo superior e controles manuais mais completos. | Ver Preço na Amazon | |
| 10º | Corpo em liga de magnésio selado contra poeira e umidade. | Ver Preço na Amazon |
Índice
Análise detalhada das melhores câmeras mirrorless de entrada em 2026
1. Melhor Desempenho Geral: Canon EOS R50
A Canon EOS R50 Kit 18-45mm é a verdadeira sucessora espiritual da linha Rebel, trazendo a facilidade de uso para a era mirrorless moderna. Seu corpo é incrivelmente leve e compacto, desenhado para quem vem do smartphone e busca portabilidade sem sacrificar a ergonomia. O acabamento é simples, mas funcional, com uma empunhadura confortável para o tamanho reduzido, ideal para passeios longos.
Equipada com um sensor APS-C de 24.2 MP, ela entrega imagens nítidas com cores vibrantes típicas da Canon. O grande trunfo é o processador DIGIC X, o mesmo usado em modelos profissionais, que permite um foco automático surpreendente. A câmera reconhece pessoas, animais e veículos com facilidade, mantendo o foco cravado mesmo em situações de movimento rápido, algo raro nesta faixa de preço.
Para vídeo, a R50 brilha com gravação em 4K 30p sem cortes, utilizando todo a largura do sensor, o que resulta em filmagens de altíssima qualidade. Ela também oferece modos verticais nativos para redes sociais e funciona como uma webcam de alta definição via USB. A tela articulada sensível ao toque facilita selfies e vlogs, tornando a operação muito intuitiva.
A usabilidade é focada no iniciante, com modos automáticos que explicam o efeito de cada configuração na tela. O modo “Assistente Criativo” permite ajustar o desfoque de fundo e o brilho com linguagem simples, sem termos técnicos complicados. A transferência de fotos para o celular é rápida e estável, garantindo que você possa postar suas criações minutos após o clique.
O custo-benefício é excelente para quem busca uma câmera híbrida moderna. Ela oferece tecnologias de foco e processamento muito acima da sua categoria, sendo um investimento seguro para quem está aprendendo. É o equilíbrio perfeito entre preço, tecnologia e facilidade de uso no mercado atual.
Ideal para: Criadores de conteúdo iniciantes, viajantes e famílias que desejam qualidade profissional sem carregar peso. Perfeita para quem quer sair do automático do celular e aprender fotografia com um equipamento que ajuda ativamente no processo.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 24.2MP APS-C CMOS |
| Processador | DIGIC X |
| Vídeo | 4K 30p (sem corte) |
| Autofoco | Dual Pixel CMOS AF II |
| Tela | Articulada Touchscreen |
| Visor (EVF) | OLED 2.36m pontos |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth, USB-C |
| Disparo Contínuo | Até 12 fps (mecânico) |
| Peso | 375g (com bateria) |
| Lente do Kit | RF-S 18-45mm IS STM |
| Estabilização | Digital (no corpo) + Lente |
| Bateria | LP-E17 |
Prós e contras
- Foco incrível: Rastreamento de olhos e veículos preciso.
- Vídeo 4K: Qualidade excelente sem cortes na imagem.
- Leveza: Extremamente portátil para levar a qualquer lugar.
- Interface amigável: Menus guiados para iniciantes.
- Tela articulada: Perfeita para vlogs e selfies.
- Webcam nativa: Plug-and-play via USB para streaming.
- Lentes limitadas: Sistema RF-S ainda tem poucas opções nativas.
- Sem fone: Não possui saída para monitoramento de áudio.
- Bateria: Autonomia apenas mediana em uso intenso.
Perfil indicado: O fotógrafo entusiasta que valoriza tecnologia recente. Se você quer a inteligência artificial ajudando no foco e uma câmera que se conecta facilmente ao seu mundo digital, a R50 é a escolha mais moderna e lógica.
Nossa opinião
A Canon EOS R50 é, sem dúvida, a melhor porta de entrada hoje. Ela pega o “cérebro” das câmeras caríssimas da Canon e coloca num corpo acessível. O foco automático é quase “mágico” para iniciantes, garantindo que você não perca o momento. É uma câmera que faz você parecer um fotógrafo melhor do que realmente é. – Sofia Ribeiro
2. Melhor Preço Baixo: Canon EOS R100
A Canon EOS R100 foi lançada com uma missão clara: ser a mirrorless mais barata do mercado e a porta de entrada definitiva para o sistema RF. Seu design é minimalista e ultra compacto, sendo ainda menor que a R50. É uma câmera que cabe em pequenas bolsas, feita para quem quer algo melhor que o celular sem carregar um “trambolho”.
Apesar do preço reduzido, ela mantém o sensor APS-C de 24.1 MP, garantindo a mesma qualidade de imagem estática de modelos mais caros. A qualidade em fotografia é excelente, com boa faixa dinâmica e detalhes nítidos. O foco automático conta com detecção de olhos, o que ajuda muito em retratos, embora seja uma versão mais simples que a da R50.
Em termos de recursos, ela é mais básica. A tela é fixa (não articula) e não é sensível ao toque, o que pode estranhar quem vem do smartphone. O vídeo em 4K existe, mas com um corte (crop) significativo e foco por contraste, sendo mais indicada para clipes curtos estáticos do que para vlogging dinâmico ou ação.
A experiência de uso é voltada para a simplicidade. Os menus são diretos e os botões físicos são bem posicionados para operações essenciais. Ela possui visor eletrônico (EVF), um diferencial importante para fotografar sob sol forte, algo que muitas câmeras de entrada concorrentes ou smartphones não oferecem.
O valor é seu maior argumento. É a maneira mais econômica de acessar as lentes modernas da Canon e aprender os fundamentos da exposição (ISO, abertura, velocidade) em uma câmera real. Para estudantes de fotografia ou hobistas com orçamento apertado, ela entrega o essencial com competência.
Ideal para: Estudantes de fotografia e iniciantes com orçamento restrito. É perfeita para quem prioriza fotografia estática (retratos, paisagens, viagens) e quer entrar no sistema de lentes Canon sem gastar muito inicialmente.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 24.1MP APS-C CMOS |
| Processador | DIGIC 8 |
| Vídeo | 4K (com corte/crop) |
| Autofoco | Dual Pixel (FHD) / Contraste (4K) |
| Tela | Fixa (não touch) |
| Visor (EVF) | OLED Integrado |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth |
| Disparo | Até 6.5 fps |
| Peso | 356g (leve) |
| Flash | Pop-up integrado |
| Lente | RF-S 18-45mm |
| Preço | Acessível |
Prós e contras
- Preço imbatível: A mirrorless mais barata.
- Qualidade de foto: Sensor APS-C excelente.
- Compacta: Muito leve para transportar.
- Visor EVF: Permite fotografar no olho.
- Ecossistema RF: Compatível com lentes novas.
- Flash embutido: Útil para preenchimento.
- Tela fixa: Não vira para selfies e não é touch.
- Vídeo 4K limitado: Corte grande na imagem.
- Processador antigo: Foco menos ágil que a R50.
Perfil indicado: Quem quer aprender fotografia “raiz” sem gastar muito. Se o seu foco é tirar fotos bonitas de viagens e família e o vídeo é secundário, a R100 oferece a melhor qualidade de imagem por real investido.
Nossa opinião
A Canon EOS R100 é a câmera honesta. Ela corta luxos como tela touch e vídeo avançado para entregar o que importa: um sensor grande e acesso a lentes boas por um preço que cabe no bolso. É a melhor câmera para dar de presente a quem está começando o hobby. – Sofia Ribeiro
3. Melhor para Vlogging: Sony ZV-E10
A Sony ZV-E10 mudou o mercado ao focar 100% nas necessidades dos vloggers e youtubers. Seu design dispensa o visor eletrônico para ser mais compacta e prioriza uma tela totalmente articulada que gira para frente. O corpo possui um botão de gravação grande e uma luz de “tally” (luz vermelha) frontal, garantindo que você saiba quando está gravando.
O foco automático da Sony é lendário, e aqui ele brilha com o modo “Product Showcase”. Essa função alterna o foco instantaneamente entre o rosto do apresentador e um objeto mostrado à câmera, sem precisar colocar a mão atrás do produto. É o recurso dos sonhos para quem faz reviews e tutoriais de maquiagem ou tecnologia.
O áudio também recebeu atenção especial. Ela possui um microfone direcional de 3 cápsulas embutido no topo, que capta a voz com clareza surpreendente, e acompanha um protetor de vento (deadcat) na caixa. Além disso, tem entrada para microfone externo e saída para fones de ouvido, o pacote completo para vídeo.
A usabilidade é simplificada com o botão “Background Defocus”, que permite desfocar o fundo com um único clique, sem precisar entender de abertura de diafragma. O sensor APS-C de 24MP garante qualidade de imagem profissional, muito superior a qualquer webcam ou celular, mesmo em baixa luz.
O valor é extremamente competitivo para o que oferece em vídeo. Embora não seja a melhor para fotografia purista (pela falta de visor), ela domina o segmento de criação de conteúdo. O acesso à vasta gama de lentes E-mount da Sony é outro ponto forte imbatível.
Ideal para: Youtubers, streamers e influenciadores digitais. Se o seu foco principal é gravar a si mesmo falando para a câmera, fazer reviews de produtos ou vlogs de viagem, esta câmera foi desenhada especificamente para facilitar sua vida.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 24.2MP APS-C Exmor |
| Foco Vídeo | Rastreamento em tempo real |
| Vídeo | 4K 30p / FHD 120p |
| Microfone | 3 Cápsulas Direcional |
| Tela | Articulada Vari-angle |
| Estabilização | Digital (Active Mode) |
| Lentes | Sony E-mount |
| Peso | 343g |
| Conectividade | Streaming USB |
| Recurso Extra | Product Showcase |
| Entradas | Mic e Fone |
| Visor | Não possui |
Prós e contras
- Foco para produtos: Transição suave e rápida.
- Áudio superior: Microfone embutido de qualidade.
- Ecosistema Sony: Centenas de lentes disponíveis.
- Tela giratória: Essencial para se auto-gravar.
- Botão desfoque: Bokeh fácil com um clique.
- Streaming USB: Funciona como webcam premium.
- Sem visor: Ruim para fotos sob sol forte.
- Rolling shutter: Efeito gelatina em movimentos rápidos 4K.
- Menu antigo: Interface da Sony pode ser confusa.
Perfil indicado: O criador de conteúdo que quer profissionalizar seu canal. Se você cansou da qualidade do celular e quer aquele visual de “fundo desfocado” com foco perfeito nos seus produtos, a ZV-E10 é a ferramenta padrão da indústria.
Nossa opinião
A Sony ZV-E10 é a queridinha dos youtubers por um motivo: ela resolve problemas. O foco que não erra e o áudio que já vem bom da caixa poupam horas de edição. É uma máquina de fazer conteúdo pronta para usar. – Sofia Ribeiro
4. Melhor Entrada Full-Frame: Canon EOS RP Full-Frame
A Canon EOS RP democratizou o acesso ao sensor Full-Frame (quadro cheio), que antes era exclusivo de profissionais. Mesmo sendo uma câmera de entrada nesse segmento, seu sensor maior capta muito mais luz e proporciona aquele desfoque de fundo cremoso e profissional que sensores menores têm dificuldade de replicar. O corpo é surpreendentemente leve e compacto para uma Full-Frame.
A qualidade de imagem é o grande destaque. Com 26.2 MP, ela oferece um desempenho superior em baixa luz, com menos ruído em ISOs altos. A ergonomia é excelente, com uma empunhadura profunda que passa segurança. A tela é totalmente articulada e touch, facilitando ângulos criativos e vlogs, embora o vídeo tenha algumas limitações de corte em 4K.
O foco automático Dual Pixel da Canon funciona de maneira exemplar em Full HD e fotos, rastreando olhos com precisão. É uma câmera que convida o usuário a explorar a fotografia de retrato e paisagem com mais profundidade. Ela é compatível com todas as lentes RF, que são conhecidas pela qualidade óptica excepcional.
A usabilidade é amigável, servindo como uma ponte perfeita para quem quer sair do APS-C e entrar no “mundo adulto” da fotografia. Ela possui recursos como Focus Peaking para lentes manuais e um visor eletrônico confortável.
O custo-benefício é único: é frequentemente a câmera Full-Frame mais barata do mercado novo. Ela permite que você invista o dinheiro economizado em lentes de alta qualidade, que é onde a mágica realmente acontece no sistema Full-Frame.
Ideal para: Fotógrafos que priorizam qualidade de imagem acima de tudo e desejam o “look” Full-Frame com desfoque intenso. Excelente para retratos, casamentos (como segunda câmera) e fotografia noturna urbana.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 26.2MP Full-Frame CMOS |
| Processador | DIGIC 8 |
| Montagem | Canon RF |
| Autofoco | Dual Pixel CMOS AF |
| Tela | Articulada Touchscreen |
| Vídeo | 4K (crop) / FHD (sem crop) |
| Peso | 485g (Corpo) |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth |
| Visor | EVF OLED |
| Estabilização | Digital (Corpo) |
| Bateria | LP-E17 |
| Preço | Melhor Full-Frame Custo-Benefício |
Prós e contras
- Sensor Full-Frame: Qualidade de imagem superior.
- Desempenho ISO: Ótima em baixa luz.
- Preço acessível: Entrada barata no Full-Frame.
- Compacta: Muito leve para a categoria.
- Tela articulada: Versatilidade para vídeo e foto.
- Ergonomia: Pegada confortável e segura.
- Vídeo 4K: Corte excessivo e sem Dual Pixel.
- Bateria: Duração curta para sensor grande.
- Disparo lento: Apenas 5 fps, ruim para esportes.
Perfil indicado: O purista da imagem estática. Se você sonha com o desfoque amanteigado e a nitidez do Full-Frame, mas não tem orçamento para modelos profissionais, a EOS RP é a realização desse sonho.
Nossa opinião
A Canon EOS RP é um “unicórnio” no mercado. Ter um sensor Full-Frame por esse preço parecia impossível há alguns anos. Ela não é rápida para esportes nem perfeita para vídeo 4K, mas para retratos e paisagens, a qualidade da imagem destrói qualquer concorrente APS-C desta lista. – Sofia Ribeiro
5. Melhor Foco Automático: Sony Alpha A6100
A Sony Alpha A6100 é a câmera que traz o famoso sistema de “Real-time Tracking” (rastreamento em tempo real) da Sony para o segmento de entrada. Se o seu objetivo é fotografar crianças correndo, animais de estimação ou esportes, o sistema de foco desta câmera é imbatível na sua faixa de preço, grudando no sujeito e não soltando mais.
O sensor de 24MP entrega imagens ricas em detalhes e a câmera grava 4K com leitura completa de pixels, resultando em vídeos muito nítidos. O design é o clássico estilo “rangefinder” da Sony, com o visor deslocado para a esquerda, o que muitos fotógrafos de rua preferem. A tela inclina para cima (180 graus), permitindo selfies.
O grande diferencial em relação à concorrência é o ecossistema de lentes E-mount. A Sony tem, de longe, a maior variedade de lentes disponíveis, desde opções baratas de terceiros (como Sigma e Tamron) até as premium G Master. Isso garante que a câmera possa crescer com você infinitamente.
A usabilidade pode ser um pouco complexa devido aos menus densos da Sony, mas a personalização dos botões é excelente. A bateria tem uma duração decente e o corpo é leve, embora feito de policarbonato (plástico) de alta resistência, diferente dos modelos superiores em magnésio.
O custo-benefício está na longevidade. Você compra uma câmera de entrada com um motor de foco de nível superior e acesso às melhores lentes do mundo. É um equipamento que dificilmente ficará obsoleto em termos de capacidade de captura.
Ideal para: Fotógrafos de ação, pais de crianças ativas e donos de pets. Quem precisa de foco rápido e confiável acima de tudo e planeja investir em lentes diversificadas no futuro vai amar a A6100.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 24.2MP APS-C Exmor |
| Foco | 425 pontos Híbrido |
| Rastreamento | Real-time Tracking / Eye AF |
| Vídeo | 4K 30p / FHD 120p |
| Tela | Tilt 180° Touch |
| Disparo | 11 fps |
| Visor | EVF OLED |
| Conectividade | Wi-Fi, NFC, Bluetooth |
| Bateria | NP-FW50 |
| Entrada Mic | Sim |
| Lentes | E-mount (Vasta opção) |
| Peso | 396g |
Prós e contras
- Autofoco líder: Melhor rastreamento da categoria.
- Ecossistema: Maior variedade de lentes do mercado.
- Vídeo 4K nítido: Downsampling de 6K.
- Velocidade: 11 fotos por segundo é muito rápido.
- Tela selfie: Vira para frente para vlogs.
- Entrada de mic: Boa para vídeo.
- Menus confusos: Curva de aprendizado íngreme.
- Tela antiga: Resolução baixa e brilho médio.
- Rolling shutter: Notável em 4K.
Perfil indicado: Quem prioriza acertar o foco sempre. Se você perde muitas fotos porque a câmera demorou para focar ou errou o sujeito, a A6100 resolve esse problema definitivamente com sua tecnologia de rastreamento.
Nossa opinião
A Sony A6100 pode não ter o corpo mais bonito ou a tela mais moderna, mas tem o “olho” mais rápido. O sistema de foco da Sony é quase injusto de tão bom. Você aponta, ela trava e a foto sai nítida. Simples assim. Para fotos de movimento, não tem rival nesse preço. – Sofia Ribeiro
6. Melhor Ergonomia para Vídeo: Nikon Z30
A Nikon Z30 é a resposta da Nikon para o público criador de conteúdo. Diferente de suas concorrentes diretas, ela mantém o DNA de ergonomia da Nikon, oferecendo uma empunhadura (grip) profunda e substancial, extremamente confortável para segurar por longos períodos, seja apontada para frente ou para si mesmo em modo vlog.
Assim como a ZV-E10, ela removeu o visor eletrônico para ser mais compacta e conta com uma tela totalmente articulada. O destaque é a qualidade de gravação: ela filma em 4K até 30p utilizando toda a largura do sensor e pode gravar por até 125 minutos contínuos (com alimentação externa), superando o limite de tempo de muitas rivais.
O microfone estéreo embutido é excelente e possui opções de ajuste de frequência para voz. A luz de gravação frontal (tally light) é um toque profissional bem-vindo. O kit de lentes Z é conhecido pela nitidez absurda, mesmo nas lentes de entrada, garantindo uma qualidade de imagem técnica impecável.
A usabilidade é fluida, com menus táteis bem desenhados e botões personalizáveis. A Nikon acertou ao manter controles físicos suficientes para não depender apenas da tela. O foco automático em vídeo é suave e confiável, embora um passo atrás da Sony em velocidade de rastreamento extremo.
O custo-benefício é atraente para quem já gosta da colorimetria e ergonomia da Nikon. É uma câmera robusta que passa a sensação de ser uma ferramenta de trabalho séria, não um brinquedo.
Ideal para: Vloggers que valorizam o conforto na pegada e a duração de gravação. Se você grava vídeos longos de si mesmo (como podcasts ou tutoriais) e quer uma câmera que não superaqueça rápido, a Z30 é a parceira ideal.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 20.9MP APS-C (DX) |
| Vídeo | 4K 30p (sem crop) |
| Tempo Gravação | Até 125 min |
| Tela | Articulada Touch |
| Ergonomia | Grip Profundo |
| Microfone | Estéreo Embutido |
| Visor | Não possui |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth, USB-C |
| Lente do Kit | Nikkor Z 16-50mm VR |
| Estabilização | E-VR (Digital) |
| Tally Light | Sim (Luz Frontal) |
| Peso | 405g |
Prós e contras
- Ergonomia soberba: Grip confortável e seguro.
- Gravação longa: Até 125 min sem parar.
- Lente do kit: 16-50mm é muito nítida e compacta.
- Vídeo 4K full: Usa todo o sensor, sem cortes.
- Tally light: Luz que avisa que está gravando.
- Menus: Interface tátil intuitiva.
- Sem visor: Dificulta fotos no sol.
- Sem fone: Não monitora áudio direto.
- Autofoco: Bom, mas não o melhor da classe.
Perfil indicado: Criadores de conteúdo que buscam robustez e qualidade óptica Nikon. Se a ergonomia é importante para você (mãos grandes ou uso prolongado), a Z30 vence as concorrentes planas e escorregadias.
Nossa opinião
A Nikon Z30 é a câmera de vlogging mais confortável de segurar. Parece um detalhe bobo, mas faz toda a diferença depois de segurar a câmera por 20 minutos. A lente do kit da Nikon é uma joia, entregando uma nitidez que você normalmente só vê em lentes caras. – Sofia Ribeiro
7. Melhor Compacta para Viagem: Panasonic Lumix G100D
A Panasonic Lumix G100D é uma câmera projetada especificamente para quem viaja e precisa de equipamento leve. Ela utiliza o sistema Micro Quatro Terços, o que permite que tanto a câmera quanto as lentes sejam significativamente menores que as rivais APS-C. O corpo é minúsculo, mas conta com um visor eletrônico de alta resolução e uma tela totalmente articulada.
A grande inovação é o sistema de áudio OZO da Nokia. Ele usa três microfones internos e reconhecimento facial para direcionar a captação de áudio automaticamente para quem está falando, eliminando em muitos casos a necessidade de microfones externos volumosos. A estabilização de imagem híbrida de 5 eixos também é muito eficiente para caminhar e falar.
A qualidade de imagem de 20.3 MP é sólida, com cores naturais e boa nitidez. A câmera grava 4K, embora com um corte na imagem que exige lentes mais amplas para vlogging de braço esticado. Ela possui recursos de “Frame Marker” para visualizar cortes verticais para redes sociais enquanto grava na horizontal.
A usabilidade é intuitiva, com menus táteis responsivos e botões dedicados para transferência de arquivos. A versão “D” atualizada traz visor OLED e porta USB-C. O ecossistema Micro 4/3 oferece uma gama gigantesca de lentes pequenas e baratas, perfeitas para montar um kit de viagem completo que cabe em uma pochete.
O custo-benefício é excelente se o tamanho e o peso forem suas prioridades. É uma câmera poderosa que desaparece na bolsa, encorajando você a levá-la para lugares onde uma câmera maior seria um incômodo.
Ideal para: Viajantes mochileiros e vloggers de estilo de vida que precisam de discrição e leveza. Se você quer uma câmera com lentes intercambiáveis que pese quase o mesmo que uma compacta, esta é a escolha.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 20.3MP Micro Quatro Terços |
| Áudio | OZO Audio by Nokia |
| Estabilização | Híbrida de 5 Eixos |
| Visor | EVF OLED Brilhante |
| Tela | Articulada Touch |
| Vídeo | 4K 30p / FHD 60p |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth, USB-C |
| Peso | 346g (com lente kit) |
| Lentes | Micro 4/3 (MFT) |
| Recurso Vlog | Modo Selfie Video |
| Bateria | Carregamento USB |
| Dimensões | Ultra Compacta |
Prós e contras
- Áudio inteligente: Rastreia a voz sem microfone extra.
- Tamanho: Sistema extremamente compacto.
- Visor EVF: Alta resolução para o tamanho.
- Lentes MFT: Muitas opções baratas e pequenas.
- Estabilização: Híbrida muito eficiente.
- Tela: Brilhante e totalmente articulada.
- Corte 4K: Fecha muito o ângulo de visão.
- Sensor menor: Menos desempenho em luz muito baixa.
- Foco DFD: Às vezes “pulsa” no vídeo.
Perfil indicado: O viajante minimalista. Se cada grama na sua mochila conta, mas você não quer abrir mão de trocar lentes e ter um visor eletrônico, a G100D oferece o melhor equilíbrio entre portabilidade e performance.
Nossa opinião
A Panasonic G100D surpreende pelo áudio. A tecnologia da Nokia funciona de verdade e te libera de carregar microfones trambolhos. É a câmera perfeita para “vlogar” discretamente em um restaurante ou museu sem chamar a atenção de todo mundo. – Sofia Ribeiro
8. Melhor Design Retrô: Nikon Z fc
A Nikon Z fc é uma carta de amor aos fotógrafos clássicos, inspirada na lendária câmera de filme Nikon FM2. Seu corpo prateado com detalhes em preto e discos de controle físicos no topo não são apenas bonitos; eles ensinam fotografia de forma tátil. Você ajusta o ISO, a velocidade e a compensação de exposição girando botões reais, não navegando em menus.
Por dentro desse corpo vintage, vive uma câmera moderna poderosa, basicamente idêntica à Nikon Z50. Ela possui o mesmo sensor APS-C de 20.9 MP e o mesmo sistema de foco híbrido rápido. A tela é totalmente articulada, o que é uma adição moderna bem-vinda para quem também quer gravar vídeos ou vlogs com estilo.
O visor eletrônico redondo é um charme à parte e oferece uma visualização clara da cena. A qualidade de construção, embora use plásticos de alta qualidade para manter o peso baixo, passa uma sensação premium ao toque. A Nikon oferece até versões com “couro” colorido para quem quer personalizar ainda mais.
A experiência de uso é envolvente. O ato de girar um disco mecânico para mudar a configuração conecta você ao processo criativo de uma maneira que botões digitais não conseguem. É uma câmera que dá vontade de sair na rua para fotografar só pelo prazer de usá-la.
O preço é um pouco superior ao da Z50 puramente pelo design, mas para muitos, a estética e a ergonomia clássica valem cada centavo. É uma câmera que funciona tão bem como acessório de moda quanto como ferramenta fotográfica.
Ideal para: Hipsters, amantes do design vintage e fotógrafos que aprenderam na era do filme (ou querem aprender daquela forma). Se você quer uma câmera que chame atenção e seja divertida de operar, a Z fc é incomparável.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Estilo | Retrô Vintage FM2 |
| Sensor | 20.9MP DX (APS-C) |
| Controles | Discos Físicos (ISO, Vel) |
| Tela | Articulada Vari-angle |
| Vídeo | 4K 30p |
| Visor | EVF OLED Redondo |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth, USB-C |
| Lente do Kit | Edição Prata Especial |
| Foco | Eye-Detection AF |
| Peso | 445g |
| Carregamento | USB Power Delivery |
| Cor | Prata/Preto |
Prós e contras
- Design lindo: Estética clássica impecável.
- Controles táteis: Ótimo para aprender exposição.
- Tela articulada: Modernidade no corpo retrô.
- Qualidade de imagem: Sensor Nikon comprovado.
- USB-C: Carrega enquanto usa.
- Visor EVF: Bom e confortável.
- Sem grip: Pegada plana pode cansar (grip vendido à parte).
- Preço: Mais cara que a Z50 pelo visual.
- Plástico: Base inferior poderia ser metal.
Perfil indicado: Quem vê a câmera como uma extensão do seu estilo pessoal. Se você acredita que a ferramenta deve inspirar a criação, os controles manuais e o visual da Z fc vão te motivar a fotografar mais.
Nossa opinião
A Nikon Z fc é a prova de que tecnologia e alma podem andar juntas. Girar o disco de velocidade do obturador dá uma satisfação tátil incrível. Ela é linda, sim, mas não se engane: por dentro é uma máquina potente capaz de entregar resultados profissionais. – Sofia Ribeiro
9. Melhor Desempenho Avançado: Canon EOS R10
A Canon EOS R10 situa-se no topo da categoria de entrada, quase invadindo o território intermediário. Ela é indicada para quem quer começar já com um equipamento mais robusto e com controles físicos duplos (dois discos de ajuste), o que facilita muito a operação manual rápida sem ter que entrar em menus na tela.
O desempenho é feroz: ela dispara até 15 fotos por segundo com o obturador mecânico e 23 com o eletrônico, uma velocidade absurda para essa faixa de preço, ideal para fotografia de pássaros, esportes e crianças agitadas. O sensor de 24.2 MP é suportado pelo processador DIGIC X, o mesmo das câmeras de topo de linha.
O vídeo é um ponto fortíssimo, com 4K 60p (com corte) e 4K 30p (superamostrado de 6K, imagem cristalina). O foco automático é o mesmo sistema inteligente da R50, mas com mais opções de controle e personalização. A câmera também possui um joystick para seleção de ponto de foco, recurso raro em câmeras de entrada.
A ergonomia é superior à da R50 e R100, com uma pegada mais profunda e mais botões customizáveis. A tela é articulada e o visor eletrônico é rápido e responsivo. É uma câmera que oferece espaço para crescimento técnico sem limitar o fotógrafo.
O investimento é maior, mas justifica-se pela velocidade e controle. Se você sabe que vai levar a fotografia a sério e não quer sentir necessidade de trocar de câmera em um ou dois anos, a R10 é o melhor “investimento futuro”.
Ideal para: Fotógrafos de ação iniciantes e entusiastas sérios. Se você pretende fotografar esportes, vida selvagem ou eventos dinâmicos, a velocidade de disparo e os controles físicos da R10 farão toda a diferença.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Sensor | 24.2MP APS-C CMOS |
| Disparo | 15 fps mecânico / 23 fps eletrônico |
| Vídeo | 4K 60p (crop) / 4K 30p (full) |
| Controles | Duplo dial + Joystick |
| Foco | Dual Pixel CMOS AF II |
| Tela | Articulada Touch |
| Conectividade | Wi-Fi, Bluetooth, USB-C |
| Flash | Pop-up Integrado |
| Peso | 429g |
| Visor | OLED 120fps |
| Bateria | LP-E17 |
| Nível | Entrada Avançada |
Prós e contras
- Velocidade insana: Até 23 fotos por segundo.
- Controles pró: Joystick e dois discos de ajuste.
- Vídeo 4K 60p: Câmera lenta em alta resolução.
- Ergonomia: Pegada firme e segura.
- Foco avançado: Rastreamento de nível profissional.
- Tela: Articulada de alta qualidade.
- Preço: A mais cara da lista de entrada.
- Bateria: Drena rápido em 4K ou disparo contínuo.
- Sem IBIS: Sem estabilização no corpo.
Perfil indicado: Quem quer potência de sobra. Se você tem orçamento para pular os modelos mais básicos, a R10 entrega uma experiência de uso muito mais próxima de uma câmera profissional, com velocidade para capturar qualquer momento.
Nossa opinião
A Canon EOS R10 é a “pequena gigante”. Ela borra a linha entre amador e avançado. Ter um joystick para mover o foco e disparar 15 fotos por segundo é algo que até pouco tempo atrás custava o triplo. É a câmera para quem não quer limites. – Sofia Ribeiro
10. Melhor Durabilidade: Sony Alpha A6400
A Sony Alpha A6400 é um clássico que se recusa a envelhecer, e por bons motivos. Diferente da A6100, ela possui um corpo construído em liga de magnésio selado contra poeira e umidade. Isso a torna a escolha perfeita para fotografia de rua, viagens de aventura e ambientes onde uma câmera de plástico mais simples poderia sofrer danos.
Internamente, ela compartilha o excelente sistema de foco “Real-time Tracking” da Sony, mas adiciona perfis de imagem profissionais para vídeo, como S-Log2, S-Log3 e HLG. Isso permite uma correção de cor (color grading) muito mais avançada na pós-produção, atraindo videomakers que querem extrair o máximo de alcance dinâmico do sensor.
O visor eletrônico (EVF) tem resolução superior ao da A6100, proporcionando uma experiência de visualização mais nítida e agradável. A tela traseira também é articulada para cima, permitindo enquadramento frontal. O obturador é testado para 200.000 ciclos, reforçando sua proposta de durabilidade a longo prazo.
A usabilidade é robusta, com botões personalizáveis e um menu de funções rápidas. Embora não tenha a interface touch mais moderna, a confiabilidade da câmera compensa. Ela não superaquece facilmente em 4K, sendo um cavalo de batalha para produções independentes.
O preço é um pouco mais alto que a A6100, mas você paga pela construção e recursos de vídeo avançados. É uma câmera que aguenta o tranco do dia a dia profissional sem reclamar.
Ideal para: Fotógrafos de aventura e videomakers que precisam de perfis de cor planos (Log). Se você vai levar a câmera para a praia, trilhas ou locais empoeirados, a vedação climática da A6400 é um seguro indispensável.
| Ficha técnica | |
|---|---|
| Corpo | Liga de Magnésio Selado |
| Sensor | 24.2MP APS-C Exmor |
| Perfis Vídeo | S-Log2, S-Log3, HLG |
| Visor | EVF XGA OLED (Alta Res) |
| Foco | Rastreamento em tempo real |
| Vídeo | 4K 30p / FHD 120p |
| Tela | Tilt 180° |
| Conectividade | Wi-Fi, NFC, Bluetooth |
| Obturador | 200.000 ciclos |
| Peso | 403g |
| Bateria | NP-FW50 |
| Lentes | E-mount |
Prós e contras
- Construção premium: Corpo em metal e vedado.
- Recursos Pro de vídeo: Perfis Log para colorização.
- Visor melhor: EVF com mais resolução que a A6100.
- Foco confiável: Rastreamento excelente.
- Durabilidade: Feita para durar anos.
- Ecossistema: Acesso a todas lentes Sony.
- Sem estabilização: Não tem IBIS no corpo.
- Bateria antiga: Usa a NP-FW50 de menor capacidade.
- Rolling shutter: Visível em 4K.
Perfil indicado: Quem trata o equipamento com rigidez. Se você é do tipo que joga a câmera na mochila e sai para explorar o mundo, a A6400 oferece a resistência física necessária para acompanhar seu ritmo.
Nossa opinião
A Sony A6400 é o tanque de guerra das câmeras compactas. Você sente a diferença no peso e no toque frio do metal. Ela oferece recursos de vídeo que normalmente só existem em câmeras de cinema da Sony. É a escolha certa para quem quer aprender a editar cores de verdade. – Sofia Ribeiro
Guia de compra: Como escolher a melhor câmera mirrorless de entrada?
1. Tamanho do sensor e qualidade de imagem
O sensor é o coração da câmera. Na categoria de entrada, os tamanhos mais comuns são APS-C (Canon, Sony, Nikon) e Micro Quatro Terços (Panasonic). O APS-C é maior, captando mais luz e proporcionando melhor desempenho em ambientes escuros e maior desfoque de fundo (bokeh). É o padrão ouro para quem busca equilíbrio entre qualidade e tamanho.
O Micro Quatro Terços (MFT) é menor, o que permite câmeras e lentes incrivelmente compactas, ideais para viagem e vídeo, mas com um pouco mais de ruído em ISO alto. Já o Full-Frame (como na Canon RP) é o maior de todos, oferecendo a melhor qualidade de imagem possível, mas exigindo lentes maiores e mais caras.
Escolha com base no seu objetivo: se você prioriza o desfoque artístico e fotos noturnas, busque o maior sensor possível (APS-C ou Full-Frame). Se o foco é portabilidade extrema e vídeo diurno com grande profundidade de campo, o sistema Micro Quatro Terços pode ser mais vantajoso.
2. Sistema de foco automático (AF)
Esqueça os pontos de foco antigos. Hoje, o que importa é a inteligência artificial. Procure por câmeras com “Detecção de Olhos” (Eye AF) e “Rastreamento em Tempo Real”. A Sony e a Canon (com o Dual Pixel AF II) lideram essa tecnologia, permitindo que a câmera trave o foco no olho do sujeito e não solte, mesmo que ele se mova.
Para vídeo e vlogging, um bom AF é crucial. Você não quer filmar um vídeo inteiro para descobrir depois que seu rosto estava desfocado e o fundo nítido. Câmeras como a ZV-E10 e R50 possuem modos específicos para produtos, mudando o foco rapidamente de um objeto para o rosto.
Verifique também a cobertura do foco. Câmeras modernas cobrem quase 100% da tela com pontos de foco, permitindo que você componha o sujeito no cantinho da imagem sem perder a nitidez. Modelos mais antigos podem ter foco apenas no centro.
- Eye AF: Essencial para retratos nítidos.
- Animal AF: Ótimo para fotos de pets.
- Vehicle AF: Para carros e motos em movimento.
- Touch Focus: Tocar na tela para focar.
- Cobertura: Quanto maior a área, melhor.
3. Opções de vídeo e vlogging
Se o vídeo é importante para você, analise além da resolução 4K. Verifique se o 4K tem “corte” (crop). Um corte grande faz a lente parecer mais fechada (zoom), o que dificulta se filmar segurando a câmera com a mão. Câmeras como a ZV-E10 e Nikon Z30 usam todo o sensor, ideal para vlogging.
Outros recursos vitais incluem a entrada para microfone externo (essencial para áudio bom), saída para fones de ouvido (para monitorar o áudio) e telas articuladas que viram para frente. A estabilização de imagem também conta: alguns modelos usam estabilização digital que corta a imagem, outros dependem da lente.
Para uso avançado, procure por perfis de cor “Log” ou “Flat”, que permitem mais flexibilidade na edição de cores. Se você só quer postar direto no Instagram ou TikTok, procure câmeras que gravem nativamente na vertical, facilitando o fluxo de trabalho.
4. Ergonomia e visor eletrônico (EVF)
A ergonomia é subjetiva, mas vital. Uma câmera com uma boa “pegada” (grip) cansa menos a mão. A Nikon Z30 e Canon R10 são exemplos de conforto. Câmeras muito pequenas, como a R100, podem ficar desconfortáveis com lentes grandes se não tiverem um grip pronunciado.
O visor eletrônico (aquele “olho mágico” digital) é um divisor de águas. Sob sol forte, é difícil ver a tela traseira LCD. O EVF permite compor a foto sem reflexos e dá mais estabilidade ao segurar a câmera contra o rosto. Modelos focados em vídeo (ZV-E10, Z30) geralmente removem o EVF para economizar custo e tamanho.
Se você fotografa mais do que filma, priorize uma câmera com EVF. Se você filma mais, uma boa tela articulada e brilhante pode ser mais importante que o visor.
| Recurso | Melhor para |
|---|---|
| Visor (EVF) | Fotografia externa e sol. |
| Sem Visor | Vlogging e portabilidade. |
| Grip Profundo | Uso prolongado e lentes pesadas. |
| Corpo Plano | Guardar no bolso/bolsa. |
| Muitos Botões | Controle manual rápido. |
5. Ecossistema de lentes
Ao comprar uma mirrorless, você está “casando” com a marca. O corpo da câmera é temporário, as lentes são para sempre. A Sony (E-mount) tem o maior ecossistema, com centenas de lentes de vários preços e marcas (Sigma, Tamron). Isso facilita achar lentes baratas e usadas.
A Canon (RF-mount) tem lentes excelentes, mas poucas opções baratas de terceiros por enquanto. A Nikon (Z-mount) está crescendo rápido com lentes de alta qualidade. O sistema Micro 4/3 (Panasonic/Olympus) tem um mercado enorme de lentes compactas e acessíveis.
Pense a longo prazo: verifique o preço de uma lente 50mm f/1.8 (a “cinquentinha”) e de uma zoom versátil para o sistema que você escolher. Às vezes, o corpo da câmera é barato, mas as lentes são caras, encarecendo o sistema todo.
6. Conectividade e transferência
No mundo conectado, tirar a foto e não conseguir passá-la para o celular é frustrante. Teste ou leia sobre o aplicativo da marca. A Canon (Camera Connect) e a Sony (Creators’ App) melhoraram muito, permitindo transferência via Wi-Fi e Bluetooth estável, inclusive de arquivos RAW e vídeos.
Algumas câmeras modernas funcionam como webcam de alta qualidade apenas conectando o cabo USB no computador, sem precisar de placas de captura (HDMI). Isso é fantástico para melhorar a qualidade das suas videochamadas ou transmissões ao vivo (streaming).
A presença de porta USB-C é um diferencial moderno, permitindo carregar a bateria da câmera com o mesmo carregador do seu celular ou um power bank, salvando você em viagens longas onde não há tomadas por perto.
- USB Webcam: Plug-and-play para streaming.
- USB-C Charging: Carregamento universal.
- Bluetooth Always-on: Geotagging e disparo remoto.
- Wi-Fi 5GHz: Transferência mais rápida de vídeos.
- App Estável: Essencial para fluxo de trabalho.
7. Estabilização de imagem (IBIS)
A estabilização evita fotos tremidas em baixa luz e vídeos balançados. Existem dois tipos: na lente (OIS/IS) e no corpo (IBIS). Câmeras de entrada raramente têm IBIS (estabilização no sensor), dependendo da estabilização da lente. Verifique se a lente do kit tem “IS” (Canon), “OSS” (Sony) ou “VR” (Nikon).
Para vídeo, muitas câmeras oferecem “Estabilização Digital”, que corta um pouco a imagem para compensar os tremores via software. Funciona bem, mas reduz a qualidade e o ângulo de visão. Se você tem mão firme ou usa tripé, isso importa menos.
Se você planeja fazer vlogs caminhando, a estabilização é crítica. Câmeras com giroscópios internos (como as Sony modernas) podem ter seus vídeos estabilizados na pós-produção com software (Catalyst Browse) com resultados incríveis.
8. Vida útil da bateria
Mirrorless consomem mais bateria que as antigas DSLRs porque usam telas e sensores o tempo todo. A autonomia média gira em torno de 300 a 400 fotos por carga. Se você filma em 4K, a bateria drena muito mais rápido.
Verifique o modelo da bateria. Câmeras maiores (como a Sony A6600 ou Canon R7) usam baterias maiores (série Z ou LP-E6), enquanto as de entrada usam baterias menores (FW50 ou LP-E17). Se for viajar, planeje comprar pelo menos uma bateria extra.
A capacidade de operar a câmera enquanto ela carrega via USB (USB Power Delivery) é um recurso salvador para gravações longas em estúdio ou time-lapses, eliminando a preocupação com a bateria acabar no meio do trabalho.
9. Tela: Articulada vs Inclinável
Existem dois tipos principais de tela móvel: a “Tilt” (inclinável), que só vai para cima e para baixo, e a “Vari-angle” (articulada), que sai para o lado e gira em todas as direções. Para fotógrafos de rua, a tela Tilt é mais discreta e rápida.
Para videographers e vloggers, a tela articulada (Vari-angle) é quase obrigatória, pois permite que você se veja ao gravar, além de proteger a tela quando fechada contra o corpo da câmera. Verifique também o brilho da tela para uso externo.
A funcionalidade “Touch” também varia. Algumas câmeras permitem navegar nos menus e dar zoom nas fotos com os dedos (como celular), enquanto outras só permitem tocar para focar. Uma interface touch completa agiliza muito a operação.
| Tipo de Tela | Vantagem |
|---|---|
| Fixa | Mais robusta, menor custo. |
| Tilt (Inclinável) | Rápida para fotos na cintura. |
| Flip-up (180°) | Boa para selfie, bloqueia sapata. |
| Vari-angle (Articulada) | Total liberdade, ideal para vídeo. |
| Touch Completo | Navegação tipo smartphone. |
10. Preço e valor de revenda
Câmeras mantêm valor melhor que celulares, mas marcas populares são mais fáceis de revender. Canon e Sony têm mercado de usados muito aquecido. Comprar um corpo de entrada hoje pode servir como “entrada” para vender e fazer upgrade daqui a dois anos.
Considere o custo total: Câmera + Cartão de Memória Rápido + Bolsa + Filtro de Proteção. Muitas vezes, o “corpo barato” sai caro se exigir acessórios específicos. Kits com a lente do punho (18-55mm ou similar) oferecem o melhor valor inicial.
Não gaste todo seu orçamento no corpo. É melhor ter uma câmera de entrada (como a R50) com uma lente fixa luminosa (50mm f/1.8) do que uma câmera cara com a lente básica do kit. A lente define a “cara” da foto mais do que a câmera.
Perguntas frequentes sobre as melhores câmeras mirrorless de entrada em 2026
1. Qual a diferença entre DSLR e Mirrorless?
A DSLR usa um espelho físico para refletir a imagem para o visor óptico. A Mirrorless (sem espelho) expõe o sensor diretamente à luz, mostrando a imagem digitalmente em telas ou visores eletrônicos. Mirrorless são menores, mais leves, têm foco automático mais inteligente e mostram a foto “como ela vai ficar” antes do clique.
2. Câmera de entrada serve para trabalhar profissionalmente?
Sim, perfeitamente. A qualidade de imagem de sensores APS-C modernos (como na R50 ou ZV-E10) é suficiente para trabalhos de eventos, retratos, produtos e conteúdo para web. O que limita câmeras de entrada profissionalmente é a durabilidade do corpo, slots de cartão único e ergonomia, não a qualidade da foto.
3. A lente do kit (18-55mm) é ruim?
Não é ruim, é versátil. Ela é ótima para aprender e para viagens diurnas. Porém, ela tem abertura variável escura (f/3.5-5.6), o que dificulta fazer aquele fundo bem desfocado e fotografar à noite. Recomenda-se comprar uma lente fixa “prime” (como 50mm f/1.8) logo que possível para desbloquear o potencial total da câmera.
4. Vale a pena comprar Full-Frame de entrada?
Depende do seu orçamento para lentes. A câmera Full-Frame (como a Canon RP) é barata, mas as lentes Full-Frame são maiores e mais caras. Se você pode arcar com as lentes, a qualidade é superior. Se o orçamento é curto, um sistema APS-C com boas lentes entregará resultados melhores que uma Full-Frame com lente ruim.
5. Preciso de 4K para vídeos no YouTube?
Não é obrigatório, mas é recomendado. Gravar em 4K permite que você corte a imagem na edição (zoom digital) sem perder qualidade para Full HD 1080p. Além disso, o 4K entrega uma imagem mais nítida e detalhada quando assistida em telas grandes. A maioria das câmeras de entrada já oferece 4K decente.
6. Câmeras mirrorless superaquecem filmando?
Alguns modelos compactos podem superaquecer em gravações longas de 4K (acima de 30-40 minutos contínuos) devido ao corpo pequeno dissipar menos calor. Modelos focados em vídeo, como a ZV-E10 e Z30, lidam melhor com isso, mas ainda têm limites. Para clipes curtos, isso nunca será um problema.
7. Posso usar minhas lentes antigas de DSLR na Mirrorless?
Sim, com adaptadores. Canon (EF para RF) e Nikon (F para Z) possuem adaptadores oficiais que mantêm o foco automático e a qualidade total. É uma ótima maneira de economizar aproveitando lentes antigas. Sony também aceita lentes de outras marcas via adaptadores inteligentes, embora o foco possa ficar mais lento.
8. Qual cartão de memória devo comprar?
Para câmeras de entrada filmando em 4K, procure cartões SDXC UHS-I classe U3 ou V30. Eles garantem velocidade de gravação mínima de 30MB/s, evitando que o vídeo pare no meio. Marcas como SanDisk Extreme ou Samsung Evo Plus são confiáveis. Capacidade de 64GB ou 128GB é o ideal.
9. A Canon R100 não tem tela touch, isso é ruim?
É uma limitação de usabilidade, especialmente para quem vem do celular. Dificulta selecionar o ponto de foco tocando na tela e navegar nos menus. Porém, você se acostuma a usar os botões físicos. Para fotografia pura, incomoda menos; para vídeo e vlogging, faz bastante falta.
10. Mirrorless tem obturador mecânico?
A maioria sim. O obturador mecânico evita distorções em objetos rápidos (rolling shutter) e funciona melhor com flash. Algumas câmeras muito compactas ou focadas em vídeo podem usar apenas obturador eletrônico (silencioso), o que é ótimo para discrição, mas pode distorcer hélices ou luzes artificiais (banding).





